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23 fevereiro, 2017

Há sete meses, eu lido de segunda à sexta feira com professores anunciando em frente a 40 alunos como é importante ter proteína animal no prato. Assisto a aulas sobre os nutrientes do leite, como tornar o ovo um alimento mais seguro ou adaptar a carne em cardápios de baixo custo. Já escutei que comer salada em excesso pode trazer malefícios e que é impossível ser vegano sem suplementação. Uma única professora trouxe as questões éticas para a sala de aula. E, claro, ela é vegetariana. Há sete meses eu aprendo como ser uma vegana no curso técnico em nutrição, sem arrumar brigas ou motivos para desistir.

 

No vídeo, conto para vocês um pouquinho da minha experiência no curso. Sobre a recepção das pessoas, as aulas práticas e os momentos em que precisei fazer trabalhos e provas que contrariavam meus ideais. Fazia um tempinho que queria gravar esse vídeo e a minha professora de saúde pública afirmando com total certeza que eu precisava tomar leite para prevenir osteoporose foi o empurrão que eu precisava.

 

 

A questão é que não dá para entrar em um curso de nutrição, seja o técnico ou a graduação, acreditando que você vai escutar aquilo o que deseja. Porque você não vai. Talvez, em nenhum momento. Ou, quem sabe, você dê a sorte de encontrar professores com a mente (e o coração) abertos ou uma grade curricular que permita desviar dos caminhos tradicionais. Mas se tem uma coisa que eu aprendi nesses últimos meses é escutar, absorver o que julgo importante e transformar o incômodo em algo que faça sentido. Projetos e pesquisas paralelas são as expressões chave. Além de jogo de cintura e muita paciência. 

vegana no curso técnico em nutrição

Algumas pessoinhas queridas! ♥

 

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Há sete meses, eu lido de segunda à sexta feira com professores anunciando em frente a 40 alunos como é importante ter proteína animal no prato. Assisto a aulas sobre os nutrientes do leite, como tornar o ovo um alimento mais seguro ou adaptar a carne em cardápios de baixo custo. Já escutei que comer […]

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20 fevereiro, 2017

Tomar certos cuidados com as lentes de contato não é brincadeira e, depois de alguns problemas, eu, finalmente, aprendi!

Obrigada Otto Wichterle pela criação das lentes de contato! E obrigada Wikipédia por me mostrar que um químico as criou, não um oftalmologista. Eu uso essas belezuras há, aproximadamente, uns seis anos e não abro mão. Simplesmente, não consigo me sentir confortável com óculos, além de que o meu grau de miopia é muito alto e as lentes me proporcionam uma visão bem melhor.

CUIDADOS COM AS LENTES DE CONTATO

Acontece que nos últimos dois anos eu tive uns problemas com as minhas lentes. Em dezembro de 2015 e 2016, pelo acaso e, em partes, por descuido, a lente machucou minha córnea e eu precisei usar colírios com antibióticos e tomar uma série de cuidados por um tempo, até que meus olhos se recuperassem. Isso me alertou para o quanto eu me tornei descuidada com essa parte do meu dia a dia. Às vezes, eu nem sequer lavava as lentes antes e depois de tirá-las ou, então, deixava resquícios de maquiagem no soro. No começo, eu era tão regrada que até colocava o paninho no ralo da pia para evitar que a lente caísse, três anos depois eu já estava usando lente rasgada e fora da validade. Eu sei, eu sei, péssimo exemplo. E, acreditem, eu vi algumas das consequências.

 

Mas eu também aprendi algumas coisinhas e cumpri-las é uma das minhas metas de 2017 (falei sobre algumas aqui!). Então, se você usa lentes de contato ou pensa em usar, essas dicas podem te ajudar a não ter nenhum problema. E eu espero que em dezembro de 2017 eu não precise passar pelo mesmo incômodo e repetir as consultas e colírios.

 

Uma observação importante: eu uso a lente gelatinosa anual e sempre consulte um oftalmologista de confiança antes de tomar a decisão de usar uma lente, seja ela colorida, de grau, não importa. Seu olho pode ser resistente, talvez você não se acostume com a anual e prefira as mensais, enfim, consulte um especialista. Ele sabe o que é melhor.

 

O que você pode fazer para cuidar bem das suas lentes de contato? 

 

➳ Descubra qual solução para lente é a melhor para você. Sim, faz diferença. Para mim, por exemplo, a melhor é a Opti-Free.

➳ Lave as mãos com um sabonete anti bactericida antes de colocar e tirar as lentes.

➳ O ideal é que o estojinho seja trocado mensalmente ou, então, esterilizado em água fervente por 30 minutos.

➳ Nunca deixe a solução destampada.

➳ E o estojinho deve ficar de cabeça para baixo sob uma superfície ou pano limpo.

➳ Lave uma vez ao dia seu olho com sabonete neutro, esfregando delicadamente.

➳ Também tenha cuidado ao lavar as lentes com algumas gotinhas da solução, não pese a mão.

➳ Compressa de água gelada pode te ajudar muito quando seu olho estiver irritado.

➳ Cuidado com a maquiagem! Tente não passar rímel nas lentes.

➳ Use e abuse dos colírios. Eu gosto do Hylo-Comod ou Optive UD. Esse último é mais confortável e prático de carregar para os lugares. Mas consulte um oftalmo antes, ok?

➳ Se você notar qualquer desgaste na lente ou manchinhas, troque. Não arrisque.

➳ Tenha um padrão para tirar as lentes, assim você não troca a direita pela esquerda ou vice versa. Comece sempre pelo mesmo olho. É horrível passar o dia incomodado porque você trocou as lentes.

➳ Tente não coçar o olho ou esfregá-lo, com ou sem as lentes.

➳ Cuidado com o horário. Se está em casa, prefira os óculos.

➳ Não durma de lente de contato. Além de aumentar o risco de lesões e infecções, é horrível de tirar depois, sério.

 

Bom, esses são alguns dos cuidados que os oftalmologistas me passaram depois que tive problemas com as minhas lentes. Simples, não? A dificuldade é colocá-los em prática quando você chega cansado em casa ou está com pressa pela manhã. Só que olhos e lentes de contato não são brincadeira, não é só uma questão de estética. 

 

Você usa lente de contato? Tem vontade? Alguma outra dica? Me conta nos comentários!

 

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15 fevereiro, 2017

Há sete meses, eu limpei o meu armário, tirei 80 peças e mantive 140 nas gavetas e cabides. Há sete meses, eu fiz este post contando sobre esse processo, autocontrole e escolhas que nos deixam mais leves. A partir daquele momento, prometi que ficaria um ano sem comprar roupas até o dia 12 de julho de 2017. Exatamente, um ano depois. Porque a ideia era ter um guarda roupa com mais equilíbrio e menos apego. Cá estou eu, para contar se essa ideia deu certo. Ou não.

UM ANO SEM COMPRAR ROUPAS

Fato é que meu guarda roupa já precisa de outra limpeza. Seja para organizar ou passar mais peças para frente. Eu levei as que separei para doação, mas, ainda assim, parece que tem coisa criando teias de aranha, esquecidas debaixo das roupas que considero prioridade. Talvez eu devesse me forçar a usar todas as roupas que tenho, me obrigando a ser criativa e pensar em novas combinações, além das que estou acostumada. Talvez eu devesse sair da zona de conforto, sem sair da zona do meu guarda-roupa.

 

Apesar de ter as minhas queridinhas e deixar algumas peças de escanteio, eu estou me virando muito bem com as 140, muito obrigada. 120, sem shorts e blusas de ficar em casa. Afinal, ninguém precisa de tudo isso para viver ou, caso esteja pensando, se vestir bem. Isso eu entendi. É possível viver com pouco. Ou menos do que se tinha.  

 

No dia a dia, eu tenho os meus momentos de: socorro, não tenho nada para vestir. Todas temos. Ainda mais quando sou “obrigada” a usar calça no curso técnico, sendo que se dependesse de mim eu usaria vestidos e saias pelo resto da vida. Eu tenho o que vestir. É só que naquele dia as peças não combinam com meu humor, a ocasião, o meu cabelo, minha maquiagem… Ou, quer dizer, é isso que meu cérebro acostumado com o consumismo pensa. Porque elas combinam. Se não combinasse, eu não teria comprado de início de conversa.

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