DESCOMPLICANDO O VEGANISMO
RECEITAS VEGANAS
Transição para o veganismo


5 janeiro, 2018

Mais um post do quadro Beleza Vegana com um guia para comprar ou substituir um cosmético ou maquiagem. O primeiro foi o em busca de um corretivo vegano, o que me rendeu experimentar o corretivo da Dona Orgânica e contar tudo para vocês em um vídeo e post bem explicadinho. Chegou a vez do rímel vegano, um item de maquiagem tão essencial para mim.

rímel vegano - marcas e valores

O rímel que eu uso já é vegano, é o Super Lashes da Vult, que custa cerca de R$35 e tem 12 gramas. Atenção: é o rímel da embalagem azul, pois o rosa não é vegano. Ele durou uns seis meses e eu adorei. É aquela velha história do rímel que no começo não tem muita graça, mas conforme você vai usando e ele envelhecendo, o negócio fica potente. Ele não é exatamente à prova d’água, mas, no geral, tem uma boa duração.

 

Infelizmente, como tudo que é bom tem um fim, chegou a voz de substitui-lo. Para me guiar, listei nesse post 15 opções de rímel vegano para escolher o meu próximo queridinho. Se você usou algum desses, não esquece de compartilhar a sua experiência nos comentários.

 

Em busca de um rímel vegano, 15 opções

Na foto são 14, porque o da UneVie não tinha fundo branco, então, por questões estéticas, ficou fora da foto 😜

 

Vynama – Rímel Preto – R$53,25 – 9g

Preço por grama: R$5,92

 

e.l.fWaterproof Lengthening & Volumizing Mascara – US$3 – 8g

Preço por grama: US$0,38

 

Herbia – Rímel Preto – R$69 – 7g

Preço por grama: R$9,86

 

Baims – Máscara All In One – R$79 – 7ml

Preço por grama: R$11,29

 

Cativa – Rímel Preto – R$51 – 8ml

Preço por grama: R$6,38

 

Bioart – Máscara de Cílios Bionutritiva – R$48,80 – 4g

Preço por grama: R$12,2

 

Pelo que vi por aí, esse rímel não é para quem gosta de cílios volumosos, bem pretos e chamativos – no caso, euzinha. Ele entrou na lista por ter uma proposta diferente de tratamento. É pra quem gosta de um efeito bem natural.

 

RÍMEL VEGANO - MARCAS E PREÇOS

Mais um post do quadro Beleza Vegana com um guia para comprar ou substituir um cosmético ou maquiagem. O primeiro foi o em busca de um corretivo vegano, o que me rendeu experimentar o corretivo da Dona Orgânica e contar tudo para vocês em um vídeo e post bem explicadinho. Chegou a vez do rímel […]

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28 dezembro, 2017

Lembram quando eu fiz um post em busca de um corretivo vegano? Pois bem. Eu acabei comprando o corretivo Dona Orgânica e, após cerca de três meses de uso, estou aqui para contar as minhas impressões. Decidi fazer em vídeo já que a maioria das resenhas que temos por aqui são em texto – como, por exemplo, sobre shampoos da phytoervas, um sabonete vegano para o rostodesodorante sem alumínio. Me contem se gostaram desse formato, sim?

 

No vídeo, eu comento sobre a embalagem, cobertura, textura, duração, benefícios e mostro a aplicação. Por aqui, vou me ater a uma análise dos ingredientes, algumas fotos da aplicação e esquematizar os pontos positivos e negativos.

 

Ah, antes de dar o play, quero lembrar que está rolando sorteio na fanpage em parceria com uma marca de acessórios conscientes. Para participar, clica aqui! Pronto, agora, vamos ao vídeo.

 

 

Corretivo Dona Orgânica: análise dos ingredientes

 

Ingredientes: Salvia Sclarea (clary) flower/leaf/stem water, Titanium Dioxide, Glyceryl Oleate Citrate, Propanediol, Silica, Coco-Caprylate/caprate, Olive oil Decyl Esters, Cetearyl Alcohol, Glyceryl Stearate, Lauryl Olivate, Iron Oxides, Potassium Palmitoyl Hydrolyzed Wheat Protein, Caprylic/Capric Triglyceride, Tocopherol, Galactoarabinan, Benzyl Alcohol, Squalene, Microcrystalline Cellulose, Cellulose Gum, Cocos Nucifera (coconut) oil, Orbignya Oleifera (babassu) seed oil, Dehydroacetic acid, Limonene, Cellulose, Citronellol, Geraniol. 

 

Lembrando que eu não sou especialista em ingredientes de cosméticos. Minha análise é superficial, de alguém preocupada em saber o que está colocando na pele. Quem vai me ajudar nessa é o site EWG, Environmental Working Group.

 

➵ Ingredientes seguros: Salvia Sclarea, Glyceryl Oleate Citrate, Propanediol, Silica, Coco-Caprylate/caprate, Olive oil Decyl Esters, Cetearyl Alcohol, Glyceryl Stearate, Iron Oxides, Potassium Palmitoyl Hydrolyzed Wheat Protein, Caprylic/Capric Triglyceride, Tocopherol, Galactoarabinan, Squalene, Microcrystalline Cellulose, Cellulose Gum, Cocos Nucifera (coconut) oil, Orbignya Oleifera (babassu) seed oil, Cellulose.

➵ Ingredientes com risco moderado: Titanium Dioxide, Benzyl Alcohol, Limonene, Citronellol.

➵ Ingredientes com alto risco: Geraniol. 

➵ Ingredientes não encontrados: Lauryl Olivate. 

➵ TOTAL: 19 ingredientes seguros (76%), 4 com risco moderado (16%) e 1 com risco alto (4%). É uma boa média, certo?

 

CORRETIVO DONA ORGÂNICA

Lembram quando eu fiz um post em busca de um corretivo vegano? Pois bem. Eu acabei comprando o corretivo Dona Orgânica e, após cerca de três meses de uso, estou aqui para contar as minhas impressões. Decidi fazer em vídeo já que a maioria das resenhas que temos por aqui são em texto – como, por […]

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14 dezembro, 2017

Em 2016, eu me propus um desafio: não comprar roupas durante um ano. Vocês viram, ao decorrer de 2017, como o resultado foi positivo e me fez (re)pensar muitos dos meus hábitos como consumidora. Eu entendi a pressão que existe para que a gente saia com mais sacolinhas da loja do que, realmente, precisamos e os problemas que disso surgem. Com isso, passei a valorizar muito mais marcas conscientes, preocupadas com o meio ambiente e com propostas diferentes dessas fastblablabla que, em diversos casos, têm muita sujeira por baixo do nome.

 

Tudo o que compramos tem um impacto, positivo ou negativo. Não é apenas uma blusinha ou um anel. É o trabalho escravo envolvido na produção em massa, é o uso demasiado de plástico, a falta de preocupação com o descarte adequado, práticas antiéticas, uso de materiais de origem animal, entre uma série de outros detalhes que envolvem desde a criação do produto até ele chegar no seu armário.

 

E, então, que tipo de marca você deseja apoiar?

 

Compre de quem faz

Uma das coisas mais legais que descobri este ano foram os grupos do Compre de Quem Faz. Eu não nunca tinha parado para pensar em como havia diferença entre comprar um objeto de decoração na Imaginarium e outro feito por uma mãe em casa. Um ovo de páscoa no Walmart ou um ovo feito por uma mulher que acabou de perder o emprego.

 

Comprar de quem faz significa que você sabe da onde vem aquele produto, quem o fez e, principalmente, como. Sabe que o produto não foi produzido à base de exploração. Significa se posicionar contra grandes corporações e os estragos que elas têm causado ao meio ambiente, além de apoiar mulheres a conquistarem independência financeira e o sonho de pequenos empreendedores.

 

Consumo consciente, produção slow e sustentável

Quando você escolhe comprar de quem faz, consequentemente, está apoiando uma produção slow e mais sustentável. Falar slow pode até parecer um termo hype de quem usa camisa de flanela e croppeds de crochê. Mas as marcas que apostam nesse estilo são mais humanizadas. Tem estilo, personalidade, consciência e amor. Amor pelo que fazem e amor, principalmente, pelo planeta que é impactado diretamente pelas nossas escolhas, sem ter direito à resposta.

 

O movimento slow te incentiva a desacelerar, a buscar conexão com as coisas ao nosso redor e combater o imediatismo. Isso se manifesta no ato de consumir menos e consumir com responsabilidade. Essa ideia não se aplica somente à moda ou alimentação, como se vê por aí, mas, sim, a qualquer forma de produção.

 

E como uma marca pode fazer isso? Escolhendo materiais justos, recicláveis e veganos, com menos impacto ambiental, reaproveitando ao máximo o que for possível, tendo autenticidade, produzindo em menor escala e proporcionando, assim, um produto durável ao invés de itens que precisarão ser substituídos em meses e se tornarão lixo.

 

Uma das maneiras de colocar essa produção consciente em prática é por meio do upcycling, que é o ato de ressignificar algo que não tinha mais valor. Diferente da reciclagem, no upcycling, você utiliza aquilo o que se tornaria lixo, sem a necessidade de intervenções químicas. Com isso, você reduz o consumo de novas matérias primas, além da poluição de ar, água e outros recursos.

 

Universo Violeta: a marca de acessórios consciente

CONSUMO CONSCIENTE - UNIVERSO VIOLETA

Recentemente, eu conheci a Universo Violeta, que se encaixa em todas as ideias que conversamos até agora. O que mais me surpreendeu foi o fato de uma loja de acessórios mostrar essa preocupação com os seus produtos e a forma como eles são criados.

 

Isso é a prova de que podemos fazer escolhas mais positivas e responsáveis em qualquer área, para qualquer item. Basta questionar os nossos hábitos velhos e insustentáveis para descobrir um universo novo de marcas conscientes.

 

A Fernanda, idealizadora da marca, entrou em contato comigo e, agora, a Universo Violeta é a nova parceira do blog, uhul (vai ter sorteio em breve!). As peças são extremamente delicadas, com uma aura toda mágica que eu amo.

 

Aproveitei para fazer algumas perguntinhas para Fe sobre a marca e esses conceitos de produção slow e sustentável.

 

Em 2016, eu me propus um desafio: não comprar roupas durante um ano. Vocês viram, ao decorrer de 2017, como o resultado foi positivo e me fez (re)pensar muitos dos meus hábitos como consumidora. Eu entendi a pressão que existe para que a gente saia com mais sacolinhas da loja do que, realmente, precisamos e […]

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