3 setembro, 2018

Quem me conhece, sabe que sou a doida do YouTube. Essa é, sem dúvidas, a minha rede social predileta. Decidi, então, me arriscar no estilo de vídeo que mais assisto, com uma pegada pessoal, íntima e mostrando um pouquinho do dia a dia. A ideia me pareceu ainda mais bacana quando envolvi o veganismo no meio, afinal, eu não sou a pessoa dos bowls coloridos, smoothies saudáveis e talheres de bambu – adoraria, mas não combina com a minha realidade atual. Queria mostrar como a minha rotina vegana não tem nada de complicada ou impossível. Juntando esse amor pelo YouTube e a vontade de compartilhar experiências, o resulto foi esse vídeo.

 

Um dia na minha rotina vegana 🌱

 

 

Aproveitei também para papear um pouquinho sobre produtividade. Trabalhando em casa, preciso me esforçar ainda mais para manter o ritmo. Com a cama no cômodo ao lado (no meu caso, atrás) e o Netflix a um clique, como manter o foco? Me conta nos comentários como é por aí. O que você faz para se manter regrado no dia a dia e cumprir todas as tarefas?

 

Lista de gratidão 💫

Já que estamos falando de rotina, vou usar esse espaço para compartilhar algumas das coisas que fazem parte do meu dia a dia, mas que, em meio a correria, dificilmente paro para agradecer. Que tal você fazer o mesmo aqui embaixo nos comentários? ❤

 

➳ Acordar e ter a Fridinha miando para pedir comida ou, então, sendo a vizinha fofoqueira, que não sai da janela.

➳ Poder dormir abraçada com o amor da minha vida todas as noites.

➳ Cheiro de café quentinho preenchendo a cozinha.

➳ O privilégio de poder trabalhar com coisas que acredito e me identifico.

➳ Ter a liberdade de fazer os meus horários e investir nos meus projetos.

➳ Saber que o meu dia a dia não envolve crueldade animal e ter a certeza de que estou trilhando um caminho de pura compaixão.

➳ Tomar banho e não precisar perder mais de 2h secando o cabelo e fazendo chapinha.

 

Por fim, quero te lembrar de se inscrever na Vegang, para receber muito amor e conteúdos exclusivos! Psiu, um segredo: em breve, saí um e-book incrível ❤

 

 

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14 junho, 2018

A temperatura diminui e não me restam dúvidas: meu coração pertence ao verão. Ao calor, vestidinhos frescos, água de coco e céu azul. Me desculpem os fãs de sobretudo e cachecóis, mas não podemos nos esquecer que o frio é cruel com aqueles que não conseguem se proteger dos seus ventos gelados. Não tem nada de glamouroso em passar a noite na rua quando o termômetro marca 12 ºC, ou, então, ver animais abandonados falecerem por não encontrarem abrigo. Quando chega o frio, é hora de tirar o casaco e a solidariedade do armário.

COMO SER SOLIDÁRIO NO FRIO - DOAÇÕES (1)

Um ato generoso aquece o seu coração e os dias daqueles que não podem recorrer às cobertas, chocolate quente e aquecedor. Compartilhei abaixo algumas atitudes que podemos tomar para transformar esse inverno em uma época acolhedora para todos!

 

Como ser solidário no frio?

 

Doe peças que não usa mais

 

Chegou o momento de desapegar. Sabe aquele casaco que você comprou na promoção, mas não tem nada a ver com você? Ou, então, aquela calça jeans que está muito apertada? Pois bem. Desapegue. Deixe o seu armário mais leve e o inverno de alguém mais quente.

 

Ao fazer essa limpeza no armário, considere tudo: cobertores, meias, pijamas, luvas, calçados, entre outras peças. Coloque-se no lugar de quem vai receber a doação. Tenha uma postura de comprometimento e respeito diante do outro. Seu apego aos bens materiais não deve se sobrepor a uma necessidade real de sobrevivência.

 

Distribua marmitas quentinhas

 

Fome + frio não é uma equação agradável, certo? Mas é isso o que acontece com muitas das pessoas em situação de vulnerabilidade social. As dificuldades do dia a dia, em conseguir um banho, um lugar para dormir e um prato de comida, se agravam quando cai a temperatura.

 

Tire um dia na semana para cozinhar uma grande quantidade de comida. Prefira alimentos que sustentem bastante, como, por exemplo, uma sopa a base de carboidratos com batata, mandioca e macarrão. Distribua a quantidade em marmitinhas e entregue aos moradores de rua. Lembre-se, porém, de manter a empatia. Inicie um diálogo, pergunte o nome da pessoa, a idade e, principalmente, se ela aceita. Se a resposta for negativa, não force.

 

O ser humano à sua frente tem uma história e é preciso respeitá-la. O altruísmo não exige nada em troca. Por isso, não queira se colocar em um pedestal ou fique brava por não ouvir um obrigado. Criar essa corrente do bem não é em prol do seu ego e, sim, em prol do outro.

 

Crie sua própria campanha do agasalho

 

Faça isso na sua empresa, escola, bairro, farmácia, igreja, mercado ou seja lá qual for o lugar em que trabalha ou frequenta. Separe uma caixa grande de papelão, prepare alguns panfletos e avise por aí que está recolhendo doações.

 

Tome a iniciativa! Não espere que façam por você. Ser solidário no frio, no outono, no verão ou primavera só depende de você. 

 

Compre uma roupinha para animais abandonados

COMO SER SOLIDÁRIO NO FRIO - ANIMAIS (1)

Não são só os humanos que sofrem no inverno. Imagine como é ser um cachorro ou gato abandonado vagando pelas ruas de uma cidade fria. Assim como com moradores de rua, você pode deixar em pontos estratégicos potinhos com água e ração para esses animais. Ou, então, andar com uma bolacha extra na bolsa!

 

Além disso, comprar uma roupinha também é uma ótima forma de diminuir o sofrimento desses bichinhos. Se você é costureira, coloque a mão na massa e crie agasalhos especiais para os gatinhos ou cachorros. Mas cuidado! Antes de vestir o animal, certifique-se de que ele não é bravo e não se esqueça o quanto ele precisa de carinho. 

 

Apesar de existirem pessoas más intencionadas, dê preferência às roupinhas com zíper ou velcro. Assim, quando o animal sentir calor, será mais fácil de tirá-las.

 

Operação Baixas Temperaturas

 

Foi essa campanha da prefeitura de São Paulo que me incentivou a escrever este post. Vi um cartaz em um ônibus e, imediatamente, anotei o número para não esquecer.

 

Quando a temperatura estiver abaixo ou igual a 13 ºC, você pode ligar para número 156 e informar onde viu uma pessoa em situação de risco. Agentes irão até o local e oferecerão acolhimento para essa pessoa. São cerca de 400 profissionais trabalhando exclusivamente nessa abordagem nas ruas.

 

A prefeitura e o governo de São Paulo pecaram muito nos últimos anos, mas, como essa ação existe, é importante cobrar para que seja colocada em prática.

 

Olhe se na sua cidade não há algo parecido! O estado deve assumir a responsabilidade para garantir que todos tenham seus direitos assegurados, principalmente, em épocas como no inverno.

 

Viu só como ser solidário no frio não é tão difícil? Se envolva com o próximo e assuma sua parcela de responsabilidade. Por fim, pratique, acima de tudo, o amor, porque ele, sim, além dos cobertores, pode nos aquecer nesse inverno ❤

 

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1 junho, 2018

Em quatro anos de textos, provas e debates, entendi como o jornalismo é capaz de mudar vidas, dar voz aos esquecidos e trazer a verdade à tona. A função social do jornalismo é de extrema importância no desenvolvimento da cidadania e democratização da informação. Mas, ao mesmo tempo, ele pode transformar as pessoas em marionete, contorcer a realidade e selecionar, injustamente, o que é considerado relevante ou não. Fato é que eu me formei. A Luana de 16 anos realizou o sonho de ser jornalista e, nesse vídeo, depois de alguns percalços, compartilhei 5 lições básicas que aprendi com o jornalismo – considerando tanto o seu lado bom quanto o ruim!

LIÇÕES QUE APRENDI COM O JORNALISMO

E adianto: o jornalismo não tem nada de glamouroso como alguns idealizam por aí. TV, câmeras, café quente, entrevistas na rua, livros e páginas e páginas de textos. Sujar o sapato? Mudar o mundo? É, não é bem assim. O jornalismo, em muitos casos, é uma profissão ingrata. Fazer a diferença depende de muito jogo de cintura e bateção de pé. Mas, no fim do dia, mesmo com expectativas não alcançadas, comunicação continua um negócio lindo de se estudar e entender ❤

 

Acredito que nenhuma experiência seja em vão. Por isso, apesar de seguir em dúvida em relação aos meus caminhos na comunicação, sei que a faculdade de jornalismo foi enriquecedora em diferentes aspectos. O que eu aprendi dentro a Paulista 900 faz, querendo ou não, parte de quem sou hoje e da maneira como encaro o mundo ao meu redor. E, normalmente, só depois que acaba nós entendemos o valor das coisas, não é? Então, apesar de todo estresse e confusão, obrigada jornalismo, você me transformou em uma pessoa muito mais crítica e empática! 🌻

 

5 coisas que aprendi com o jornalismo

 

 

E, você, o que aprendeu na sua faculdade? Se desiludiu ou se encontrou? Me conte tudo e não esconda nada nos comentários! 😋 E se você ainda está estudando e tem muitas dúvidas na cabeça, tenho um post que pode te ajudar sobre desistir da faculdade ou não, onde contei minha história e compartilhei algumas dicas.

 

Lembre-se que a faculdade é só uma etapa da sua vida e, quando acabar, você carregará contigo as coisas boas e deixará as ruins para trás, se preparando para as próximas fases que ainda virão! Seja um pouco Pollyana e aprenda a enxergar o lado positivo 💫

 

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5 COISAS QUE APRENDI COM O JORNALISMO - LIÇÕES DA FACULDADE - FACULDADE DE JORNALISMO

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