21 agosto, 2017

Já faz mais de um ano que eu prometi a mim mesma ficar 365 dias sem comprar qualquer peça de roupa. Afinal, eu não precisava. Não preciso. Eu tinha nos cabides mais do que o suficiente para sobreviver e viver – em meio a formalidades, festas, aulas práticas, frio, calor e qualquer ocasião que a vida ou São Paulo me trouxesse.

 

No post em que tomei essa decisão, comentei sobre o ato de desapegar e o quanto isso pode nos deixar mais leves. Sobre consciência, consumo e equilíbrio. Sobre como abrir espaço para o novo é reconfortante. Ou como tirar aquilo o que não é necessário, paradoxalmente, preenche ao invés de criar espaços em branco.

DESAFIO DE NÃO COMPRAR ROUPAS POR UM ANO - PIXABAY

Mal eu sabia que 365 dias depois eu conseguiria cumprir o desafio. Com alguns poréns, mas todos justificáveis. Contei no post de atualização sete meses depois, que um cropped branco e duas blusinhas tinham saído das araras direto para o meu guarda-roupa. Depois disso, se eu não me engano, ganhei duas blusas e comprei uma calça por necessidade – sério, eu tenho três calças e uma delas furou no joelho de tanto usar.

 

Para quem não conseguia resistir a uma blusinha, uma saia ou uma promoção de vestido quando entrava em uma loja, quatro peças em um ano é um progresso e tanto. E, aqui, nesse post, decidi reunir o que eu aprendi nesses meses entrando em lojas e pensando quero, mas não preciso ou tentando diferenciar necessidade de consumismo. Para que assim eu não esqueça dessas lições e continue as aplicando no dia a dia.

 

A primeira é que esse discurso de que não precisamos de tantas coisas assim é real. Você não precisa de mais de dez calças ou quarenta blusinhas. Você acha que precisa. Você coloca uma máscara de necessidade no desejo, se esquecendo de que querer e precisar são verbos diferentes.

 

Eu aprendi a diferenciar essas duas coisas com maior facilidade. Eu quero ou eu preciso? É pela minha satisfação ou bem estar? É claro que nesse precisar está escondido uma série de letras miudinhas sobre classe e privilégios. Mas isso deixamos para outro post.

 

O ato de comprar está diretamente ligado ao prazer. Nos sentimos realizados saindo da loja com uma sacolinha e sair do estacionamento de mãos atadas soa estranho. Comprar é sinônimo de status e poder – eu posso comprar. E está tudo bem em gostar de gastar parte do seu salário uma blusinha nova, nós somos seres sociais, precisamos ser aceitos e reconhecidos. O problema é quando isso sai do seu controle. Quando comprar vira terapia e você passa a encontrar satisfação apenas em coisas, não em momentos, pessoas ou experiências.

 

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DESAFIO DE NÃO COMPRAR ROUPAS POR UM ANO - PIXABAY

Já faz mais de um ano que eu prometi a mim mesma ficar 365 dias sem comprar qualquer peça de roupa. Afinal, eu não precisava. Não preciso. Eu tinha nos cabides mais do que o suficiente para sobreviver e viver – em meio a formalidades, festas, aulas práticas, frio, calor e qualquer ocasião que a vida […]

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27 junho, 2017

Esse vídeo está pronto há duas semanas, mas alguém aqui (eu mesma) tem muitos problemas em conseguir ser produtiva quando a vida está um caos. Perdão pelo vacilo. Talvez, eu tenha perdido o timing da coisa, mas como eu filmei, editei e demorei quatro horas para subir no youtube, por que não postar? Então, cá estamos com um vídeo curtinho e fofinho com cenas do Disney On Ice e a Naturaltech, uma feira que acontece todo ano em São Paulo para mostrar as novidades do mercado de coisas naturais, veganas, orgânicas e lindas de viver.

 

 

Eu fui no Disney On Ice pela primeira vez quando tinha uns 12 anos, junto com a minha antiga escola de inglês. Lembro de ficar encantada e pegar R$40 em uma raspadinha de groselha no copo do Mickey. As coisas continuam caras e o show continua lindo. É emocionante. Fez com que eu me sentisse na Disney outra vez, principalmente na parte da Ariel, que é de arrepiar pelas músicas, história e performance. Uma vez sereia, sempre sereia, não é mesmo? (vem ler os posts do blog sobre esse universo).

 

Os ingressos, porém, são caros. Paguei R$45 na meia (sem taxa porque PanPan comprou para nós na bilheteria) e ficamos na parte mais distante do palco. Se você quer uma boa visão, o investimento é acima de R$100, mas em qualquer setor vale a pena. É mágico.

 


 

Já a Naturaltech/Bio Brazil é para quem gosta de coisas naturais. Tem desde suplemento, mel vegano e ração sem conservante até geleias, lingeries e coxinha de jaca. Dá para perder umas boas horas experimentando uma coisinha ali, conhecendo outra lá, comprando aquela acolá. Para quem é do setor, seja como produtor de conteúdo ou varejista, é bem interessante.

 

A feira acontece todo ano no mês de Junho em São Paulo, na Bienal do Ibirapuera, e a entrada é gratuita. Se você for no fim de semana, se prepare, porque tem muita gente por lá. É um esbarra sacola sem fim. Ah, também tem um restaurante super legal lá dentro, com comidinhas veganas, no estilo self-service + sobremesa + bebida.

 

Qual cena do Disney On Ice você mais gostou? Já assistiu ao show? Conhece a Naturaltech? Vamos conversar nos comentários! E não esquece de se inscrever no canal 😊

 

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disney on ice

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21 maio, 2017

Instável. Essa palavra resume bem meus últimos meses. Parece que o primeiro semestre dos últimos quatro anos sempre me reserva uma surpresa não tão agradável assim. E eu continuo errando na forma em que lido com esses problemas: me colocando ainda mais para baixo.

 

Mas ter consciência de si é o 1º passo para mudar. Por isso, quando percebi esse padrão de comportamento negativo, decidi fazer algo. Nada drástico. Nada imediato. E, sim, passinhos de tartaruga que vão me colocar na direção certa. Sem pressa. Sem culpa. Mais estável, eu espero.

 

Graças a essas turbulências, acabei abandonando o projeto da Clarinha, o 40 coisas em 100 dias, em sua segunda versão. Eu estava tão focada nas coisas ruins, que nem pensei em me organizar para riscar as coisinhas da lista – algo que me dá tanto prazer! Só que nunca é tarde para tentar outra vez, certo? E outra, e outra, e outra… Então, já diria Demi Lovato, lá vamos nós de novo. 

40 COISAS EM 100 DIAS l PROJETO ORGANIZAÇÃO REALIZAÇÃO

Começo: 22 de maio l Término: 30 de agosto

Parte I l Parte II

 

 💛 ENTRE ANAS 💛

 

➳ Fazer uma semana de vídeo todos os dias.

➳ Gravar 12 vídeos (3/12).

➳ Publicar 25 posts (5/25).

➳ Fazer um sorteio ou parceria.

➳ Criar dois vídeos especiais para a fanpage (1/2).

➳ Programar os posts do facebook para o próximo mês com uma semana de antecedência (Junho/Julho/Agosto).

 

 💛 ESTUDOS & CULTURA 💛

 

➳ Fazer um curso na área de comunicação.

➳ Fazer um curso na área de nutrição.

➳ Ler um livro sobre gerenciamento de projetos/produtividade.

➳ Ir ao teatro.

➳ Colocar em prática a Técnica da Repetição Espaçada (falei sobre isso aqui!) ou, ao menos, fazer as coisas com mais planejamento.

➳ Assistir 20 filmes, sendo 5 documentários (alô, referências para o TCC) (11/20) (Mulher Maravilha, Lucy, The Circle, Até o Último Homem, What The Health, Homem Aranha, Meu Malvado Favorito 3, Nerve, Planeta dos Macacos: a Guerra, Okja, The Bye Bye Man)

➳ Ir a um espetáculo de dança.

➳ Organizar minhas horas complementares (Imprimir 10 relatórios e deixar pronto/Conseguir assinaturas).

➳ Assistir quatro palestras, onlines ou presenciais (0/4).

➳ Ler um livro em inglês.  

 

  💛 EXPLORAR 💛

 

➳ Ir ao boliche.

➳ Ir ao Escape 60 ou no Disney On Ice.

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40 COISAS EM 100 DIAS l PROJETO ORGANIZAÇÃO REALIZAÇÃO

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