8 junho, 2018

Se tem uma coisa que eu aprendi em 6 anos observando grupos feministas e estudando sobre o assunto é que o feminismo precisa ser leve. Sendo leve, ele se torna para todas. E se é para todas, podemos afirmar que somos feministas com orgulho. Porque, afinal, a luta para empoderar mulheres está chegando onde deveria.

FEMINISTAS COM ORGULHO SORORIDADE
Pensando sobre o assunto, decidi chamar minha prima de 16 anos para conversar no meu sofázinho cinza. Uma conversa, porém, gravada, editada e publicada no YouTube. Para mostrar que adolescência e feminismo não são palavras antagônicas, que o seu feminismo pode, sim, ser diferente do meu e para tirar um pouco da carga negativa que o movimento ganhou ultimamente.

 

Quem dera se eu tivesse uma prima feminista, como a Gi tem. Porque assim, talvez, no auge dos meus 14 anos, eu não faria as mesmas escolhas que me colocaram em uma posição de culpa e submissão. Talvez, eu fosse, hoje, mais confiante e segura. O que importa, porém, é que eu conheci a ideia do feminismo. Mudei, evolui, amadureci e passei o que aprendi para frente.

 

É muito, mas muito, importante conversar sobre empoderamento e sororidade com as meninas mais novas. É nessa fase que nós nos sentimos inferiores, incapazes, fazemos o que não queremos para nos encaixar, cedemos à pressão estética, caímos no conto do príncipe encantado e criamos raiva da nossa imagem do espelho. O feminismo pode mudar essa situação, mostrando às adolescentes o quanto elas são lindas, inteligentes, capazes e merecedoras.

 

Por isso, hoje, eu, com 21 anos, e a Gi, com 16, somos feministas com orgulho. Dê o play no vídeo para se sentir abraçada e compreendida. Estamos, sempre, juntas.

 

Feminismo nosso de cada dia

os motivos pelos quais somos feministas com orgulho!

 

 

Que a nossa luta, no fim do dia, continue criando um mundo mais justo para todas as mulheres, afinal, querer-se livre é querer livres os outros – as outras primas, as outras Gi’s ❤

 

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26 Janeiro, 2018

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CANAIS FEMINISTAS THINK OLGA

Feminismo não é fácil. Incomoda enxergar comportamentos machistas nos seus amigos, família, na faculdade ou no trabalho. A nossa tendência é preferir o comodismo, fechar os olhos e se manter na zona de conforto. O feminismo, porém, te sacode, te faz abrir os olhos para problemas que, até então, passavam despercebidos. E não só sobre comportamentos alheios, mas também sobre o que você fala, o que você pensa, o que você acredita.

 

Eu penso que existe uma Luana antes e depois do feminismo. A transição não é fácil, assim como qualquer mudança de hábito e crenças. É um caminho de autoconhecimento e baldes de água fria. Mas cada minuto dessa caminhada vale a pena. Porque a mulher que você se torna depois do feminismo é uma mulher mais forte, mais segura, mais confiante, mais ela mesma.

 

Então, para completar aquele post com os 6 blogs que me ajudaram no início dessa jornada, cá estou eu para te apresentar cinco canais feministas. É para assistir no horário de almoço, tirar dúvidas, se atualizar, rir um pouco e se sentir abraçada ao lembrar de que você não está sozinha.

 

5 canais feministas para amar

Louie Ponto

CANAIS FEMINISTAS LOUIE PONTO

Aposto que Louie Ponto é a crush de toda lésbica feminista – admito que é a minha. Louie é uma fofura, didática, com uma voz calma e sempre traz assuntos importantes para o canal. Por lá, ela conversa sobre gênero, sexualidade, feminismo, gatos, filmes, entre outras coisas que te farão pensar e se encantar por essa mulher.

 

Não deixe de ver: Solteira sim, sozinha também e Mexeu com uma, mexeu com todas

 

Afros e Afins

Eu gosto como a Nataly em toda a sua beleza e delicadeza sempre nos dá uns tapas na cara com seus vídeos. Ela me trouxe uma perspectiva nova sobre o feminismo, que me ajudou a sair da bolha. Além disso, os vídeos sobre autonomia da mulher negra e moda consciente são ótimos.

 

Não deixe de ver: Apropriação cultura existe? Pode branca de turbante? e Colorismo, ser negro e os 3 mitos da mulher negra

 

Jana Viscardi

Eu caí no canal da Jana pesquisando reações ao clipe de Vai Malandra. Pois é. Apesar de não ser exatamente um canal feminista, a Jana tem uma visão sensata sobre o assunto – e sobre outras coisas cotidianas. É muito fácil de assistir aos vídeos, a linguagem e as ideias fluem, saindo dos clichês e te colocando para refletir.

 

Não deixe de ver: Vai Malandra, Anitta e contradições da vida e Não pode mais chamar de princesa?

 

Olivia do Olivices

CANAIS FEMINISTAS - OLIVIE OLIVICES 2

Descobri a lindeza da Olivia nos canais relacionados da Jana e, igualmente, me deparei com o tipo de vídeo que você pode perder – ou ganhar? – horas assistindo sem problemas. Assistir a Olivia é como tomar café uma amiga e conversar sobre os problemas do nosso dia a dia que só outra mulher seria capaz de entender.

 

Não deixe de ver: Macho solicita nudes e Perdoa, não

 

Think Olga

CANAIS FEMINISTAS - THINK OLGA

O Think Olga apareceu no post com indicações dos blogs, mas também merece estar por aqui. Gosto dos vídeos porque eles têm uma pegada diferente dos canais feministas de vlog. O Think Olga aborda feminismo de uma forma mais televisiva, eu diria. Tem quadros como o “pergunte a ela”, “elas abraçam” ou o “yes, we cat” com entrevistas muito legais.

 

Não deixe de ver: YES WE CAT: maternidade com mãe solo e Hel Mother e Pergunte a ela: como criar um ambiente de trabalho acolhedor para mulheres?

 

Menções honrosas: Jout Jout e Clarinha!

A montagem do início é da Jordana Andrade, usada na capa do facebook do Think Olga!

 

Esses são alguns dos meus canais feministas ou que falam sobre feminismo favoritos. Existem muitas outras mulheres falando sobre mulheres para mulheres no youtube, essa lista é só um começo. Compartilha comigo seu canal favorito ou algum vídeo sobre feminismo que mudou a sua visão de mundo! ❤

 

Espero que esses canais feministas te ajudem a se aproximar do feminismo e, assim, encontrar a força que você tem aí dentro para se libertar das amarras que te impedem de ser dona de si e  se tornar a mulher dos seus sonhos.

 

Muita força e muita luz, mulher.

 

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8 Janeiro, 2018

No último ano, não me aproximei do feminismo, devo admitir. Não participei de grupos, manifestações, rodas de conversa ou busquei qualquer tipo de informação aprofundada sobre o assunto. Conversei, sim, com algumas amigas sobre o nosso papel nessa luta e passei por textos e vídeos que chegaram aos meus olhos ao acaso.

 

Isso, porém, não me torna menos feminista. Não estou aqui para ser fiscal da militância alheia ou dizer o que você deve fazer para se considerar uma feminista. Mas eu acredito, que assim como eu, muitas gostariam de se sentir mais pertencente e mudar algo de fato, deixando de apenas compartilhar posts simbólicos no facebook ou discutir com macho na mesa de bar.

 

Pensando no que eu poderia fazer pelo feminismo neste novo ano, surgi com essa listinha. O feminismo me ajudou muito a mudar comportamentos negativos e entender quem eu sou, o mínimo que eu posso fazer é me agarrar a ele e não deixar que tudo isso seja em vão.

 

5 coisas que você pode fazer pelo feminismo este ano

 

Montar um grupo ❤

Com as suas vizinhas, colegas na faculdade, primas, amigas, enfim, onde há mulheres, há a chance de conversar sobre feminismo. Crie uma rede de apoio, de debate, de afeto. A força que temos quando nos unimos é imensurável.

 

Eu lembro como eu me senti na minha primeira Marcha das Vadias, rodeada de mulheres gritando pela autonomia dos nossos corpos e das nossas vidas. Era como um grande abraço, quentinho e cheio de amor, enquanto todo meu ser era preenchido pela certeza de que eu não estava sozinha. Porque nós nos entendemos, temos empatia uma pela outra, sabemos o que é ser mulher na rua, em casa, no trabalho.

 

Um grupo não serve apenas para escolher o texto da semana e discutir de uma forma acadêmica. Um grupo de mulheres unidas, compartilhando vivências, conselhos e opiniões é revolucionário.

 

Acumular conhecimento 

 

Precisamos entender a história para saber onde queremos chegar e o que temos que fazer para isso. Jornalista formada que sou, sei a importância de se manter atualizada e acumular conhecimento.

 

Feminismo é, sim, muita vivência, mas também tem dados, evolução história, momentos marcantes, notícias, artigos e por aí vai. Além de nutrir a alma, é uma ótima maneira de ter argumentos novos para sustentar ainda mais os seus ideais.

 

Não precisa seguir todo o blábláblá do elitismo acadêmico. Tem livros, canais no youtube, músicas, páginas no facebook, blogs, um mundo de possibilidades na hora de aprender mais sobre o feminismo.

 

Minha meta desse ano é, por exemplo, finalmente, ler O Segundo Sexo. De nada adianta ele estar enfeitando a estante e gritando feminista a quem me visita se eu sei o que tem apenas em duas ou três páginas 😕

 

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O QUE FAZER PELO FEMINISMO

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