DESCOMPLICANDO O VEGANISMO
RECEITAS VEGANAS
Transição para o veganismo


7 julho, 2016

Dei o play no Netflix e encontrei o clássico começo dos documentários sobre o assunto: doenças, remédios, obesidade, gordura, fast food. O que comemos está nos matando. Essa, talvez, é a primeira geração de crianças que viverá menos que os seus pais. Um conjunto de discursos e programas de televisão lembrando como a situação é alarmante. Qual é então a solução? Diminuir alimentos de origem animal, processados e aumentar os integrais e vegetais? Simples assim?

FORKS OVER KNIFES - RESENHA

É isso o que Forks Over Knifes, ou Troque a Faca Pelo Garfo, tenta responder, a partir da visão de especialistas, como o Dr. T. Colin e Dr. Caldwell Esselstyn. No fim, a conclusão é quase óbvia: sim, é simples assim. Uma alimentação vegana não só previne, como é capaz reverter muitas doenças. Os pacientes ao longo do documentário mostram como isso é possível. Chegou, então, a hora de abrir a sua geladeira e pensar: isso está me dando vida ou me aproximando do fim?

 

Esse é mais um dos documentários para a listinha de: balde de água fria que te faz questionar toda a sua alimentação. Até mesmo para mim que já sou vegetariana. Ao mesmo tempo que ele reforça minhas convicções, fica impossível não repensar alguns dos meus hábitos e querer cortar de vez os alimentos de origem animal. 

 

Ao invés de fazer uma resenha por aqui, decidi separar as principais ideias do Forks Over Knifes e agrupar nesse post. É claro, no documentário tudo é bem explicadinho, com dados, a fala dos profissionais e argumentos. Mas dá para pegar a mensagem com esses tópicos:

 

➳ Consumir alimentos de origem animal aumenta o colesterol e doenças cardiovasculares

 

Usando o histórico de pesquisa dos médicos que o documentário acompanha, estudos de laboratório e casos reais, Forks Over Knifes mostra como os alimentos de origem animal contribuíram para aumentar consideravelmente o número de doenças fatais.

FORKS OVER KNIFES - CÂNCER E CARNE

Para não deixar muito abstrato, um dos exemplos citados pelo Dr Esselstyn é caso da Noruega. Quando os alemães chegaram na país, em 1940, confiscaram todos os animais para abate ou produção de derivados com a intenção de usá-los para alimentar somente as tropas. Consequentemente, a população passou a ter uma dieta essencialmente baseada em verduras, legumes e frutas. O que aconteceu? O nível de doenças cardiovasculares caiu drasticamente. Mas com o fim do regime nazista e a volta dos produtos de origem animal, lá veio o derrame e os ataques do coração outra vez.

 

➳ Proteína animal é muita boa em causar câncer

 

Dei o play no Netflix e encontrei o clássico começo dos documentários sobre o assunto: doenças, remédios, obesidade, gordura, fast food. O que comemos está nos matando. Essa, talvez, é a primeira geração de crianças que viverá menos que os seus pais. Um conjunto de discursos e programas de televisão lembrando como a situação é […]

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7 junho, 2016

Eu estava louca para comprar esse livro. Imaginem uma pessoa desesperada para ler algo, era eu com com A Sereia. Primeiro, porque a Kiera Cass tem um estilo de escrita que gosto muito. Devoro os livros dela em dias ou até mesmo horas. Segundo, é sobre sereias e se você acompanha o blog sabe que eu sou fascinada por elas. Terceiro, olhem essa capa. De longe, a minha preferida. Ganhou até de A Escolha! Posterguei bastante por causa de $$$, apesar do livro ser em média de R$30, mas, finalmente, me rendi e levei A Sereia para casa.

RESENHA A SEREIA KIERA KASS CAPA

Li super rápido. O espaçamento, fonte e cor da página são perfeitos. Seus olhinhos não cansam e nem a mente, graças à escrita leve e fluída da autora. Você vai passando as páginas e, de repente, se depara com o final da história de Kahlen Kiera arrasa nos nomes. É um daqueles livros para distrair a cabeça, encontrar personagens para se apegar e desejar ser filha da Água.

 

Vamos a sinopse do livro:

 

Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar. Kahlen está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que ela conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar — pois a voz da sereia é fatal —, logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração.

 

Assim que eu terminei, senti vontade de relê-lo. Instantaneamente, estava com saudade de Kahlen e suas irmãs, Miaka, Elizabeth, Aisling e Padma, que, para mim, compõem a melhor parte do livro. Em todos os diálogos eu via sororidade estampada. A relação que existe entre a irmandade de sereias é de fazer chorar – sim, eu chorei em algumas cenas! E, sinceramente, na minha visão, A Sereia trabalha muito mais a questão da convivência com diferentes personalidades, o conflito e apoio mútuo entre as irmãs.

Eu estava louca para comprar esse livro. Imaginem uma pessoa desesperada para ler algo, era eu com com A Sereia. Primeiro, porque a Kiera Cass tem um estilo de escrita que gosto muito. Devoro os livros dela em dias ou até mesmo horas. Segundo, é sobre sereias e se você acompanha o blog sabe que […]

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1 abril, 2016

Quando assisti Prison Break pela primeira vez em 2012, foi amor ao primeiro play. Devorei os DVD’s das quatro temporadas em menos de um mês e quando os créditos do último episódio apareceram, eu coloquei tudo para rodar outra vez. Exatamente. Eu assisti à série inteira e quando terminei, comecei a ver novamente. Sem pausa. Porque, olha, não há palavras para descrever o meu amor por Prison Break.

Motivos para assistir Prison Break

E adivinhem o que estou fazendo agora? Sim, vendo pela terceira vez. Ah, Luana, mas não cansa? Você sabe toda a história! Acreditem, o suspense, a tensão e todas as emoções que cada minuto da série provocam continuam iguais à primeira vez que eu me deparei com Michael Scofield. 

 

Não vou me ater à fotografia, figurino, cenário e coisas assim para fazer essa lista. Afinal, existem muitos motivos pelos quais eu poderia tentar te convencer a assistir Prison Break (sério!), mas vou listar só alguns por aqui, os quais me fazem toda noite antes de dormir devorar a série pela 3º vez. 

Motivos para assistir Prison Break - Michael

1 – O gênio

Expressão de bad boy, cérebro de gênio, coração de mocinho. E, na vida real, é gay! Ai, homem maravilhoso. O personagem de Wentwhort Miller é sensacional. Muito bem pensado e muito bem executado. Suas ações nunca são previsíveis e ele tem a mesma expressão misteriosa as quatro temporadas exceto quando algo muito ruim acontece ou quando a Sara entra na jogada. Não dá para se cansar de Michael Scofield.

Motivos para assistir Prison Break - Sara e Michael

2 – Sara e Michael, melhor casal

Rita e Dexter que me desculpem, mas Sara e Michael têm o meu coração. O casal funcionou muito, muito mesmo! Não é clichê, não é meloso demais e não é sem sal. É perfeito. Você fica torcendo para que o primeiro beijo aconteça por vários episódios, até que ele acontece e você pensa: agora vai! Não. Você espera outros vários episódios até que eles se encontrem outra vez. Então, acontece e seu coração se derrete. Porque eles funcionam juntos. O romance é construindo, literalmente, aos poucos, mas ganha uma força tão grande até o final da série que torna-se impossível imaginar Michael sem Sara ou vice-versa.

Quando assisti Prison Break pela primeira vez em 2012, foi amor ao primeiro play. Devorei os DVD’s das quatro temporadas em menos de um mês e quando os créditos do último episódio apareceram, eu coloquei tudo para rodar outra vez. Exatamente. Eu assisti à série inteira e quando terminei, comecei a ver novamente. Sem pausa. […]

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