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2 Janeiro, 2016

Mudanças na minha alimentação em 2016 - Quero ser saudável!

Desde o ano passado, eu me interesso muito pelo tópico alimentação. Na realidade, desde o terceiro colegial eu tinha uma pulguinha na cabeça me dizendo que eu deveria fazer nutrição justamente por esse meu interesse. Como a minha descrição ao lado revela, acabei optando por jornalismo e me aventurando pela comida como um hobbie. Não, eu não cozinho – só algumas raras vezes. Sei que deveria, mas adoro ler sobre, assistir documentários, selecionar o que coloco na minha boca e entender como meu corpo e meu espírito trabalham de acordo com o meu prato.

 

Eu não sou radical. Longe disso. Como, sim, um pretzel com muito açúcar e canela e, às vezes, não sei resistir à um lanche do Subway ou um cookie do Mr. Cheney. Mais vezes do que eu deveria, inclusive. A grande diferença é que, agora, eu tenho consciência. Sei a diferença entre um alimento natural e um industrializado, não caio tão fácil em armadilhas do nutricionismo e conheço o meu corpo. Sei que se eu comer mais de três vezes na semana doces como esses, eu irei querer cada vez mais deles. Agora, consigo controlar as minhas vontades e, justamente, por ter essa consciência, faço, com mais frequência, escolhas inteligentes e saudáveis.

 

Aos poucos, eu compreendi como todo esse processo trata-se de uma reeducação. É difícil se livrar de hábitos antigos, quando a televisão, o mercado e as pessoas ao seu redor não tem a mesma mentalidade que a sua. Mas, chegará um momento, em que você estará tão acostumada com certos alimentos que, em uma lanchonete, ao invés de um x-salada, você preferirá uma salada de frutas grande. Acredite. Isso é real. Só parece impossível porque estamos cercados de propagandas e discursos que tornam sinônimos de prazer e felicidade frituras, refrigerantes, bacon, salgadinhos e outros alimentos não tão naturais.

 

Sobre o assunto, recomendo muitíssimo o livro “Em Defesa da Comida”, do Michael Pollan. Não é de difícil compreensão e também não prega por uma maneira exclusiva e restritiva de alimentação. Resumindo, ele explica toda a lógica e os problemas da dieta ocidental, a qual nos fez acreditar que um cereal industrializado é capaz de ter mais nutrientes que uma banana. E o melhor: dá soluções simples para resolver isso.

cheers_alimentacao_saudavel

Basta parar por alguns segundos e pensar pela lógica do capitalismo: o que é mais fácil de produzir? O que dá mais lucro? O que é mais conveniente? É até um pouco cruel: você tem o jornalismo e a nutrição como aliados das grandes empresas e, depois, as doenças, causadas pela obesidade, químicos ou outros aspectos do sistema de alimentação, também geram lucro para a indústria farmacêutica. Seu cérebro fica extremamente confuso por alguns meses até você ir encontrando as respostas para todas as perguntas que surgem em sua mente, até você ir destrinchando todas as engrenagens por trás dessa grande máquina. Então é por isso que, por aqui, eu vou compartilhando com vocês todas as questões que eu conseguir responder.

 

O fato é que depois de esclarecer tantas coisas, eu quero mudar vários aspectos da minha alimentação – e da vida também. Parecem coisas simples e bestas, eu sei. Por exemplo, substituir a pipoca. Como assim? Gente, eu era a louca da pipoca de micro-ondas, mas vocês já leram quantos aditivos tem esse produto? Por que eu não posso lagar a preguiça e simplesmente jogar milhos na panela? Entendem?

 

Alimentação é um tema controverso e existem milhares de opiniões. De jeito algum estou dizendo aqui que a minha é a melhor. Na verdade, eu tenho muito ainda o que estudar! Mas é sempre válido compartilhar minhas experiências e descobertas. Por isso, além do vegetarianismo, aqui estão as mudanças que eu pretendo colocar em prática em 2016, as quais se resumem em trazer para o prato cada vez mais alimentos naturais e menos produtos alimentícios, ou seja, aqueles que passaram por qualquer forma de processamento.

 

1 ➳ Beber mais água e tentar começar e terminar o dia com um grande copo.

2 ➳ Adeus, refrigerantes!

3 ➳ Tentar excluir sucos de caixinha convencionais ou de pózinho, barrinhas de cereal, margarina, temperos prontos para salada, miojo, salgadinhos, cereais matinais, bolachas e frituras.

4 ➳ Consumir a menor quantidade possível de alimentos industrializados, no geral.

5 ➳ Dar preferência a coisas integrais.

6 ➳ Substituir pipoca de micro-ondas pela velha pipoca de panela.

7 ➳ Tentar, ao menos, ter três vezes por semana uma refeição crua.

8 ➳ Usar menos sal, menos açúcar, menos óleo vegetal.

9 ➳ Comer três porções de fruta por dia.

 

Isso não significa que eu nunca mais vou comer alguma coisa industrializada. Não, não! Eu só me preocupo mais com a origem e o processo de fabricação das coisas que coloco dentro do meu corpo. Em muitos dias eu ficarei fora de casa o dia inteiro e não vou poder comer frutas frescas e um balde de salada. Ainda assim, eu sei que um cookie orgânico no saquinho é melhor que um Cheetos. Mas, também, no dia em que eu estiver querendo muito comer um Fandangos, eu vou. Não acredito em alimentação restritiva, acredito em alimentação boa e, o principal, equilibrada!

 

E, vocês, o que acham sobre o assunto? Pensam diferente ou tem algo a acrescentar? Como eu tagarelei muito nesse texto, que tal um vídeo explicando por que resolvi fazer cada uma dessas mudanças? Um grande beijo saudável.


Mudanças na minha alimentação em 2016 - Quero ser saudável!

Desde o ano passado, eu me interesso muito pelo tópico alimentação. Na realidade, desde o terceiro colegial eu tinha uma pulguinha na cabeça me dizendo que eu deveria fazer nutrição justamente por esse meu interesse. Como a minha descrição ao lado revela, acabei optando por jornalismo e me aventurando pela comida como um hobbie. Não, eu não cozinho – só algumas raras vezes. Sei que deveria, mas adoro ler sobre, assistir documentários, selecionar o que coloco na minha boca e entender como meu corpo e meu espírito trabalham de acordo com o meu prato.

 

Eu não sou radical. Longe disso. Como, sim, um pretzel com muito açúcar e canela e, às vezes, não sei resistir à um lanche do Subway ou um cookie do Mr. Cheney. Mais vezes do que eu deveria, inclusive. A grande diferença é que, agora, eu tenho consciência. Sei a diferença entre um alimento natural e um industrializado, não caio tão fácil em armadilhas do nutricionismo e conheço o meu corpo. Sei que se eu comer mais de três vezes na semana doces como esses, eu irei querer cada vez mais deles. Agora, consigo controlar as minhas vontades e, justamente, por ter essa consciência, faço, com mais frequência, escolhas inteligentes e saudáveis.

 

Aos poucos, eu compreendi como todo esse processo trata-se de uma reeducação. É difícil se livrar de hábitos antigos, quando a televisão, o mercado e as pessoas ao seu redor não tem a mesma mentalidade que a sua. Mas, chegará um momento, em que você estará tão acostumada com certos alimentos que, em uma lanchonete, ao invés de um x-salada, você preferirá uma salada de frutas grande. Acredite. Isso é real. Só parece impossível porque estamos cercados de propagandas e discursos que tornam sinônimos de prazer e felicidade frituras, refrigerantes, bacon, salgadinhos e outros alimentos não tão naturais.

 

Sobre o assunto, recomendo muitíssimo o livro “Em Defesa da Comida”, do Michael Pollan. Não é de difícil compreensão e também não prega por uma maneira exclusiva e restritiva de alimentação. Resumindo, ele explica toda a lógica e os problemas da dieta ocidental, a qual nos fez acreditar que um cereal industrializado é capaz de ter mais nutrientes que uma banana. E o melhor: dá soluções simples para resolver isso.

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Basta parar por alguns segundos e pensar pela lógica do capitalismo: o que é mais fácil de produzir? O que dá mais lucro? O que é mais conveniente? É até um pouco cruel: você tem o jornalismo e a nutrição como aliados das grandes empresas e, depois, as doenças, causadas pela obesidade, químicos ou outros aspectos do sistema de alimentação, também geram lucro para a indústria farmacêutica. Seu cérebro fica extremamente confuso por alguns meses até você ir encontrando as respostas para todas as perguntas que surgem em sua mente, até você ir destrinchando todas as engrenagens por trás dessa grande máquina. Então é por isso que, por aqui, eu vou compartilhando com vocês todas as questões que eu conseguir responder.

 

O fato é que depois de esclarecer tantas coisas, eu quero mudar vários aspectos da minha alimentação – e da vida também. Parecem coisas simples e bestas, eu sei. Por exemplo, substituir a pipoca. Como assim? Gente, eu era a louca da pipoca de micro-ondas, mas vocês já leram quantos aditivos tem esse produto? Por que eu não posso lagar a preguiça e simplesmente jogar milhos na panela? Entendem?

 

Alimentação é um tema controverso e existem milhares de opiniões. De jeito algum estou dizendo aqui que a minha é a melhor. Na verdade, eu tenho muito ainda o que estudar! Mas é sempre válido compartilhar minhas experiências e descobertas. Por isso, além do vegetarianismo, aqui estão as mudanças que eu pretendo colocar em prática em 2016, as quais se resumem em trazer para o prato cada vez mais alimentos naturais e menos produtos alimentícios, ou seja, aqueles que passaram por qualquer forma de processamento.

 

1 ➳ Beber mais água e tentar começar e terminar o dia com um grande copo.

2 ➳ Adeus, refrigerantes!

3 ➳ Tentar excluir sucos de caixinha convencionais ou de pózinho, barrinhas de cereal, margarina, temperos prontos para salada, miojo, salgadinhos, cereais matinais, bolachas e frituras.

4 ➳ Consumir a menor quantidade possível de alimentos industrializados, no geral.

5 ➳ Dar preferência a coisas integrais.

6 ➳ Substituir pipoca de micro-ondas pela velha pipoca de panela.

7 ➳ Tentar, ao menos, ter três vezes por semana uma refeição crua.

8 ➳ Usar menos sal, menos açúcar, menos óleo vegetal.

9 ➳ Comer três porções de fruta por dia.

 

Isso não significa que eu nunca mais vou comer alguma coisa industrializada. Não, não! Eu só me preocupo mais com a origem e o processo de fabricação das coisas que coloco dentro do meu corpo. Em muitos dias eu ficarei fora de casa o dia inteiro e não vou poder comer frutas frescas e um balde de salada. Ainda assim, eu sei que um cookie orgânico no saquinho é melhor que um Cheetos. Mas, também, no dia em que eu estiver querendo muito comer um Fandangos, eu vou. Não acredito em alimentação restritiva, acredito em alimentação boa e, o principal, equilibrada!

 

E, vocês, o que acham sobre o assunto? Pensam diferente ou tem algo a acrescentar? Como eu tagarelei muito nesse texto, que tal um vídeo explicando por que resolvi fazer cada uma dessas mudanças? Um grande beijo saudável.


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3 Comentários em “Mudanças na minha alimentação em 2016”


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