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16 março, 2017

Me sinto uma youtuber crudívora americana fazendo esses vídeos, no melhor estilo Fully Raw Kristina. Exceto que eu não como somente coisas cruas e nem tão saudáveis que você chega a se questionar se é possível alguém ser tão regrado. Só nos encaixamos na parte da alimentação vegana mesmo. Fato é que esses vídeos de o que eu comi hoje me ajudaram muito durante a minha transição (post/vídeo sobre essa fase aqui!), tanto me dando forças quanto inspirações.

O QUE EU COMI HOJE (1)

A primeira brasileira que eu conheci fazendo esse tipo de vídeo foi a Luísa Ferrari, um dos meus canais favoritos atualmente, vale a pena entrar e perder, quer dizer, gastar umas horinhas ali. Decidi, então, me arriscar e gravar o meu primeiríssimo o que eu comi hoje, vegano e no improviso. Porque, acreditem, não tinha quase nada na minha casa neste dia. Por isso, vocês não vão encontrar no vídeo receitas fabulosas, ingredientes exóticos ou pratos complexos e, sim, minha alimentação normal em uma dia qualquer.

 

A ideia é justamente mostrar que o veganismo é possível, que você não precisa gastar horrores e passar horas na cozinha. É mais fácil do que você imagina. Esse bicho de sete cabeças que criaram dentro de um prato vegano é mito, coisa que provo no vídeo. Com as boas e velhas frutas, legumes, verduras, cereais e leguminosas você come bem, saudável e sem crueldade, acredite.

 

 

Viu só? Não comi nada de extraordinário, certo? Banana, couve, feijão, alface, tomate, batata, coisas que, normalmente, todo mundo tem na cozinha. A gente só precisa enxergar esses alimentos com outros olhos ou, na verdade, (re)enxergar toda nossa alimentação.

 

Receitas da Segunda Sem Carne: 
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➳ Creme de castanha
➳ Batatas recheadas com shimeji
Bolo de maça com nozes e receitas natalinas

Risoto de shimeji, tomate e abobrinha + inspirações

Hambúrguer vegano para dar e vender

 

Como comentei no vídeo, este é um dia atípico no sentido da rotina. Normalmente, eu faço seis refeições: café da manhã, lanche da manhã no técnico, almoço, lanche da tarde, lanche na faculdade e jantar. Se quiserem que eu grave um vídeo nesse estilo em um desses dias, me contem nos comentários. O que muda é só que eu passo a fruta para o meio da manhã e como a refeição completa bem mais tarde.

 

Para gatinhos, sereias, feminismo, veganismo, receitas e amor, curta a página do Entre Anas: 

 

Ah, uma coisa importante: eu estou tentando engordar. Sim! Meu metabolismo é super rápido, o que me faz emagrecer com mais facilidade do que eu gostaria. Antes de me tornar vegana, meu peso era entre 49kg e 50kg com 1,68 de altura. Já engordei uns 2 ou 3 quilos, mas a ideia é chegar nos 54, por isso não estranhem a quantidade de comida ou carboidratos.

 

O que acharam? Gostam desse estilo de vídeo? Tem algum hábito parecido com o meu? Também amam feijão com farofa? 😆 Me contem tudo nos comentários!

 

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Low Poo Vegano

Tour pelo Whole Foods

 

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13 março, 2017

Não é novidade que aqui no Entre Anas nossa alma é de sereia. Tanto que tatuei uma concha no calcanhar para me lembrar de nunca viver no raso. E, independentemente, do boom do sereismo, com milhares de fantasias de sereia no carnaval, estampas nas lojas e cabelo estilo Yasmin Brunet, eu continuo apaixonada por esse universo.

 

Mergulhando no pinterest em busca de referências para o meu futuro banheiro que vai ser uma reprodução do fundo do mar, surgiu a ideia desse post. Reuni, então, inspirações para aquelas que, assim como eu, adoram uma decoração de sereia com conchas, brilho, ondas, muito azul e escamas. É possível reproduzir vários dos objetos colocando a mão na massa, mas, ao fim, também separei alguns itens de lojas a fim de tornar esses desejos realidade.

 

Look at this stuff, isn’t it neat? 🐚🐬

Mais inspirações, na pastinha Decoração Sereística do meu pinterest!

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Não é novidade que aqui no Entre Anas nossa alma é de sereia. Tanto que tatuei uma concha no calcanhar para me lembrar de nunca viver no raso. E, independentemente, do boom do sereismo, com milhares de fantasias de sereia no carnaval, estampas nas lojas e cabelo estilo Yasmin Brunet, eu continuo apaixonada por esse universo. […]

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8 março, 2017

Mais um livro do Stephen King, Luana? Acho que eu vou mudar o nome da categoria “Na Estante” para “Eu amo o SK”. Juro que, em breve, volto para falar sobre a série Eu, Tu e Ela do Netflix e a minha experiência ao ler Heir em inglês, A Herdeira da série A Seleção. Por enquanto, vamos nos ater ao meu autor favorito mesmo, lhes apresento, então, A Maldição do Cigano ou só A Maldição.

a maldição do cigano

Este foi um livro que ganhei há uns bons anos de presente em um amigo secreto. Fiz uma lista de livros e entre eles estava “qualquer livro do Stephen King (sem ser os que já tenho)”. Não especifiquei porque, né, esse é um dos autores que tenho quase certeza que irei gostar lendo qualquer coisa. Dito e feito.

 

A história é a seguinte: Billy Halleck é um advogado de 113 quilos, com uma esposa fumante e uma filha chamada Linda (amo esse nome!). Sua vida, bem-sucedida, se transforma após atropelar uma cigana. Não porque ele é preso. Não, não. Seu amigo é o juiz e Billy sai ileso do crime. Só que, como a sinopse do livro conta, se a justiça da cidade é falha, a dos ciganos será certeira.

 

Na hora em que Billy sai do tribunal, um velho cigano toca o seu rosto e diz as palavras “mais magro”. Puff. O homem começa a perder peso inexplicavelmente. De 113 para 85, 78, 71… Explicações racionais não são o suficiente e Billy sai atrás de respostas, buscando a sua própria forma de justiça.

 

“Sabe qual é a moral da história William? Certos caras, muitos caras, não acreditam no que estão vendo, principalmente se isso for contra a maneira como querem comer, beber, pensar ou acreditar. Eu não acredito em Deus, mas se o visse acreditaria. Não andaria por aí dizendo: “Bem, isso foi um grande efeito especial.” A definição de um imbecil é um cara que não acredita no que vê. Pode escrever o que eu digo.” (Página 198)

 

Não se engane pela minha sinopse mais ou menos. Stephen King conseguiu explorar a fundo por meios dos personagens sentimentos humanos como raiva, vingança e egoísmo. Até um pouco parecido com Joyland (tem resenha aqui!), mas essas 216 páginas têm, realmente, bem mais suspense e tensão.

 

O autor mostra como somos capazes de colocar a sujeira embaixo do tapete para nos livrar da própria culpa e como cada um tem sua própria forma de justiça, seja ela olho por olho, a indiferença ou os extremos. Sem falar na exclusão dos ciganos, que aparece para mostrar nossa tendência a excluir tudo o que é diferente, que coloca em dúvida nossos hábitos ou estilo de vida. 

a maldição do cigano RESENHA SETEPHEN KING

A leitura é bem fácil, dá para ler no metrô – esse é meu termômetro. O narrador é em terceira pessoa, permitindo que você analise o que acontece em diferentes perspectivas. Mesmo assim, não há detalhes em excesso, mas o suficiente para que você se veja intrigado. Só pelo título dos capítulos você se vê ansioso e extremamente curioso para saber o que irá acontecer em seguida. Tipo How To Get Away With Murder versão obra literária.

 

E se livros bons são livros com finais bons, esse merece uma salva de palmas. É surpreendente. Não há outra palavra para descrevê-lo. Não deixou nada a desejar. Com as últimas linhas, você se pergunta se a justiça foi realmente feita e lembra de uma das frases do cigano que amaldiçoou Billy: nada de quites, homem branco da cidade. Nunca. Não é à toa que o sinal da justiça é uma balança.

 

Você passa o livro inteiro angustiado para descobrir o que está na próxima página e, no final, se vê questionando a sua própria vida. Talvez, a da sociedade em um todo. Stephen King e a arte de tornar livros de terror em um grande questionamento. Será que estamos sendo justos?

 

“Quando você se vê sendo apagado quilo por quilo, como uma complexa equação sendo apagada do quadro-negro linha por linha e cálculo por cálculo, isso produz algo em seu senso de realidade. Sua própria realidade pessoal, a realidade em geral.” (Pág. 193)

 

Ok, prometo que a próxima resenha não será do Stephen King! Ah, gente, mas o cara é tão bom… Quem aí também ama? Ou leu A Maldição? Ou viu o filme? Me contem nos comentários!

 

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