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16 Fevereiro, 2018

Em meio a relações tão conturbadas, uma coisa eu aprendi: ninguém tem a obrigação de preencher os meus requisitos de amiga perfeita ou, o clichê, ser a amiga para todas as horas. 

AMIGA PARA TODAS AS HORAS

E, então, eu descobri que, na realidade, não quero essa amiga para todas as horas. Porque, assim como eu tenho a agenda cheia, eu sei que a outra pessoa também tem compromissos importantes. Na oitava série, eu me dava o luxo e a felicidade de encontrar os meus amigos toda semana. Sete anos depois, eu percebi que isso é inviável.

 

Por isso, hoje, eu valorizo muito mais os encontros raros, mas intensos, que tenho com meus amigos. Me enche de felicidade ver as pessoas que eu amo tanto reunidas em um só lugar, criando boas memórias, compartilhando sorrisos e, talvez, um pouco de álcool.

 

Isso vale muito mais do que uma amiga que dirá sim a todos os meus convites.

 

Eu definitivamente não quero uma amiga para todas as horas. Eu quero uma amiga compreensiva. Porque, assim como eu tenho os meus dias ruins, eu sei que o outro também pode mudar de ideia no último minuto ou querer apenas ficar em casa, vendo Netflix. E tudo bem. Eu quero uma amiga que entenda o quanto precisamos dizer não em alguns casos.

 

Eu não quero uma amiga que me acompanhe em tudo. Porque ninguém precisa gostar dos mesmos lugares, das mesmas comidas, dos mesmos programas que eu. Eu sei que meus amigos são diferentes e eu respeito a individualidade de cada um.

 

Eu não quero amigos iguais a mim. Eu quero pessoas complexas, que tenham experiências novas comigo e me façam ver o outro lado da moeda. Eu quero pessoas que me me incentivem e me encorajem a ver o mundo sob outras perspectivas.

 

Eu não quero uma amiga para todas as horas. Porque, assim como eu tenho um celular que trava a cada cinco minutos, eu sei que uma mensagem não respondida não significa indiferença ou falta de carinho. Eu sei como a rotina pode ser desgastante e eu quero amigos que tornem isso mais leve, não me enfiem outras obrigações goela abaixo.

 

Porque tem gente que quando o santo bate, não é a distância, a mensagem esquecida ou o não posso ir que faz essa conexão diminuir. Não precisa ser toda hora pra ser de verdade.

 

Porque estar em cada festa, bar, balada e rolê não é sinônimo de estar de fato presente. Eu quero uma amiga ouvidos, pele e coração. Que saiba escutar e não fazer média. Que realmente fique feliz pelas minhas conquistas e saiba a hora de dar um puxão de orelha. Eu quero uma amiga presente. E presença não é necessariamente física.

 

Eu não quero uma amiga para todas as horas. Porque amizade a gente não cobra. Eu quero uma amiga se que doe, por livre e espontânea vontade, e me permita fazer parte da sua vida igualmente, nas mesmas proporções e com as devidas limitação. Não quero uma amiga que vá no meu aniversário porque eu fui no último dela. Burocracia eu tenho no banco. Eu quero uma amiga que telefone, pergunte, abrace e se interesse sem esperar nada em troca. Porque amizade não se força. Acontece.

 

Se for pra carregar comigo, eu compro um chaveiro, não faço amizade. Eu quero amizades leves, vibrações boas, pertencimento e preenchimento.

 

Então, amiga, eu aceito o seu não, deixa pra outro dia, esqueci de responder e não estou afim. Eu até aceito seus sumiços e voltas triunfantes. Aceito quem você é e o tudo que vem junto no pacote. Porque não é o toda hora que faz valer a pena. São as horas que vivemos juntas e o que fazemos delas. E mesmo que não seja para todas as hora, pode ser para vida inteira.

 

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14 Fevereiro, 2018

Há um tempo, fiz um post com 10 verdades que ninguém te conta sobre o feminismo. Decidi, então, estender a ideia para o veganismo. Um assunto que, igualmente, é repleto de mitos. Algumas verdades, é claro, doem. Mas antes ter tudo esclarecido e com os devidos pingos nos is que ficar pregando o senso comum por puro comodismo e ignorância.

 

10 verdades sobre o veganismo 🌱

VERDADES SOBRE O VEGANISMO 2

1 ➳ O veganismo não é caro, ele é elitista. Comentei um pouco sobre isso em um post com o vídeo de compras veganas, mas se você quiser entender mais sobre o assunto recomendo fortemente o texto como é ser vegana e favelada.

 

Basicamente, precisamos entender que o veganismo está associado a privilégios sociais e o principal deles é o acesso à informação de qualidade. Agrião, beterraba, pepino e cenoura não são alimentos caros. Mas olhe ao seu redor: famosos vegetarianos, pratos à base de plantas com preços exorbitantes, instagrans de veganos hipsters, hambúrgueres industrializados vegetarianos pelo dobro do preço… Qual é a imagem que se tem do veganismo? É frescura, coisa de gente rica. O veganismo é vendido para elite, mesmo que não seja algo caro em si. 

 

2 ➳ E desse conceito pulamos para a verdade nº 2, nem toda vegana é saudável, magra, esbelta e malhada. É comum pensar que muitos veganos mudam seus hábitos pensando, principalmente, na saúde. E isso inclui acrescentar ao seu armário nutricional yeast, spirulina, maca peruana e outros suplementos verdes e, aparentemente, mágicos. Ah, e acordar às 5h da manhã para correr e fazer yoga. Pena que não é assim que funciona.

 

Tem muito vegano que só come carboidrato (haja batata!), fritura e industrializados. Não bebe nenhum copinho de água por dia e passa longe de salada crua. E nem venha me dizer que um pedaço de bife resolveria o problema, viu? Porque tem muito carnista por aí que acha que está abalando com um prato de arroz, feijão e carne, mas, na real, você está fazendo as escolhas erradas da mesma maneira.

 

Nem toda vegana vai à academia, faz poses de yoga na praia ou bebe suco verde todos os dias. Nem toda vegana é Yasmin Brunet.

 

3 ➳ Assim como nem todo vegana é saudável, se você é vegana apenas por saúde, deixa eu te contar um segredo: você não é vegana. Você só não come alimentos de origem animal, ou seja, é vegetariana estrita. Ponto.

 

O termo veganismo, em primeiro lugar, parte da preocupação com os animais. Depois, vem o meio ambiente, a saúde, o slow fashion, o pequeno empreendedor, o que você quiser. O abate de animais e seu sofrimento foram o ponto de partida para a criação da The Vegan Society, não a preocupação com o câncer. O veganismo está intrinsecamente ligado à causa animal.

VERDADES SOBRE O VEGANISMO

4 ➳ Não é porque você aderiu a essa filosofia de vida que você, automaticamente, passa a odiar queijo, picanha e doce de leite. O gosto das coisas não muda. O que muda é a sua visão sobre aquele alimento.

 

Poucos veganos não gostam de alimentos de origem animal. O veganismo é uma escolha. Você abre mão de convenções sociais por um bem maior. Infelizmente, isso não significa que o pudim ou o hod dog deixarão de ser gostosos, mas, sim, que um minuto de prazer na boca não valerá a pena diante de tanta morte e sofrimento. O fim, nesse caso, jamais justificará os meios.

 

Mas eu te garanto uma coisa: com o passar do tempo, você acaba esquecendo o gosto das coisas e se abre diante de tantos novos sabores.

 

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VERDADES SOBRE O VEGANISMO 3

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9 Fevereiro, 2018

Carnaval não é para mim. A ideia de milhares de pessoas no mesmo lugar, suando, bêbadas, gritando e homens se achando ainda mais donos dos nossos corpos me dá calafrios. Sem contar o metrô ainda mais lotado que o normal. Amo glitter, Pablo Vittar, pessoas animadas, fantasias e babys carnavalescos, mas prefiro o conforto da minha cama, minha lista no netflix ou lugares como os que eu listarei aqui para quem deseja saber onde passar o carnaval tranquilo em SP.

 

A ideia, então, é ficar longe de locais como Vila Madalena e Avenida Paulista. Tentei fugir dos clássicos ficar em casa, comer pipoca e ver 5 filmes por dia. Afinal, também existem espaços para você que, assim como eu, quer aproveitar o feriado, mas em um ritmo diferente dos bloquinhos.

 

Onde passar o carnaval tranquilo?

Bate e volta em cidades próximas a São Paulo

Pinhalzinho, Amparo, Holambra, Itu, Embu das Artes, Monte Alegre do Sul ou Campos do Jordão. Escolha um destino nos arredores da cidade de São Paulo, pegue o carro e fuja do casa comigo, sereianos ou minhoqueens. 

 

Cada cidadezinha tem o seu encanto, bons restaurantes e o ar de tranquilidade que queremos. Dá para entrar em contato com a natureza ou apenas conhecer mais da história com as simpáticas construções e museus.

 

Se você não tem um carro, veja se agências de turismo não estão organizando um bate e volta nas datas do carnaval. Jogue o nome da cidade na procura dos eventos no facebook! 

 

Olha só esse post com dicas do que fazer em um dia em Campos do Jordão!

 

Confira a programação do Sesc

 

O Sesc sempre tem várias palestras, cursos e workshops legais. Dê uma olhada no que estará rolando no Sesc mais próximo da sua casa. E, o melhor, na maioria dos casos, as atrações são gratuitas. Tem teatro, música, dança, circo, atividades envolvendo alimentação, meio ambiente, saúde, entre outros temas.

 

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