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29 dezembro, 2015

Não sou uma expert no assunto. Não conheço todas as vertentes do feminismo e também não faço parte da linha de frente de um grande coletivo. Mas, ainda assim, eu me reconheço como feminista e tento, ao máximo, aplicar na minha vida tudo aquilo o que leio e aprendo sobre o movimento (aliás, é muito feio ser fiscal da militância alheia, viu? Falei sobre isso aqui). Apesar de ter estudado a vida toda em uma escola adventista, a qual, sim, influencia bastante, eu sempre pensei que tivesse a mente muito aberta – bem mais que a maioria dos meus colegas. E, então, quando você começa a estudar sobre o feminismo percebe que ainda há muito para se desconstruir e que o machismo está em pequenos detalhes do dia a dia.

Folheto Marcha das Vadias Por que Feminista

Descobri o movimento graças a um professor de filosofia no Ensino Médio. Não, ele não nos apresentou o feminismo. Ele, na realidade, pela primeira vez na vida, me deixou completamente indignada, horrorizada, com nojo do tal machismo, que até então eu “desconhecia” e reproduzia sem saber. Em um discurso totalmente misógino, ele solta para os 30 alunos da sala que “mulher de vestido curto à noite está provocando um estupro” e que “mulher que vai na Marcha das Vadias não merece respeito”. Eu mal sabia o que era a Marcha, mas fiquei assustadíssima quando percebi a quantidade de pessoas que concordaram com ele. É irônico que um professor de filosofia tenha despertado o meu lado feminista, que se revolta e que quer acabar com tanta opressão.

 

Depois desse dia, passei a procurar sobre o assunto e descobri que era nisso que eu precisava me segurar. No início, eu pensava que feminismo era sobre igualdade. Mais tarde, entendi que o movimento fala muito mais sobre empoderamento feminino. E, na minha concepção, sororidade. Porque juntas, meu bem, nós somos tão, mas tão, mas tão fortes. Não é à toa que me baseei nisso para escolher o nome do blog e não é à toa que decidi falar sobre feminismo por aqui. Sobre essa ideia de equidade ao invés de igualdade e empoderamento, olha esse post aqui: Verdades que ninguém te conta sobre o feminismo. 

 

Feminismo, para mim, é entender que o meu lugar é onde eu quiser. Que o corpo é meu e eu faço o que eu bem entender com ele. É sobre escolhas. É saber que eu não preciso casar e ter filhos para ser feliz, mas, ainda assim, caso eu o faça, é compreender que o patriarcado não me beneficia, que não preciso cuidar de todas as tarefas da casa ou me calar diante de abusos. Que não preciso abdicar da minha carreira, dos meus sonhos para seguir vontades alheias. Feminismo é luta, todos os dias, todas as horas, todos os segundos. Por você, pelas minas, por suas irmãs. É se desprender de padrões estéticos, é se aceitar, é se amar, é não ligar para opinião de macho que quer dar pitaco até na cor da nossa virilha. Feminismo é conhecer meu corpo, dar asas aos meus desejos e me desprender de tantas correntes. É saber que não existe “mulher para casar” ou a história de que “mulher tem que se dar ao valor”. É desfazer toda a ideia que se tem de mulher. Feminismo é valorizar a luta negra e LGBT. É liberdade, emancipação, confiança, empoderamento. É ser livre.

We Can Do It Placa Feminista Por que feminista

Eu não quero continuar com medo de sair na rua sozinha. Não quero acreditar na história de que nós, mulheres, somos inimigas e concorrentes. Não consigo suportar nos ver objetificadas na televisão, nos filmes e propagandas ou, então, aceitar o discurso de que nossos pelos, menstruação, suor e cheiro não são naturais. Não vou continuar me reprimindo para não ser taxada de vadia. Não vou me submeter a abusos porque cresci escutando que sou frágil. Não vou ser humilhada porque me falaram que não sou capaz. Não vou desistir de mim, me encaixar em caixinhas, não falar palavrão porque é feio. Não serei sempre delicada. Não vou tirar o batom vermelho (alô, Jout Jout). Não quero escutar que a culpa é minha. Não vou colocar uma calça ao invés de saia curta. Não quero continuar sem autonomia sobre meu corpo. Não vou fechar as pernas. Não vou me calar.

 

Feminismo não é um movimento individualista. É deixar de dizer que a garota da faculdade é uma puta porque transou com um cara que não namora. É se permitir usar um batom vermelho em uma festa, não ligar para depilar os pelos da perna porque está com preguiça (ou simplesmente porque não quer) e não se calar diante de qualquer forma de humilhação e submissão. É batalhar por muito além de direitos: pelo seu devido lugar, o lugar que você quer. É lutar contra a violência doméstica, obstétrica, os abusos na rua, as cantadas nojentas, a criminalização do aborto, a cultura do estupro, o slut-shaming, a gordofobia, a transfobia, o racismo, a homofobia… É lutar, com todas as suas forças. Lutar, literalmente, como uma mulher. Porque por mais que crescemos escutando comentários sobre a nossa fragilidade, nós somos bem mais fortes do que imaginamos.

 

Nunca me senti tão bem como gritando no meio da Marcha das Vadias. Sou vadia sim. Sou feminista sim. Sou livre sim. E se essas afirmações incomodam, é porque há algo de errado com tudo aquilo o que te ensinaram. Você não precisa ser ativista para ser feminista. Você só precisa ter coragem e força o suficiente para abrir os olhos. É quase impossível querer abandonar o movimento depois que você o conhece e entende como precisa dele. E se você ainda acha que isso é uma besteira, que não precisa de feminismo, alguns dados podem te ajudar a mudar de opinião.

 

➳ 22% dos homens são contra que a mulher procure a delegacia se o parceiro ameaçá-la com arma de fogo (fonte)

➳ 52% dos homens é contra que a mulher procure a delegacia se o parceiro “obrigá-la a fazer sexo sem vontade” (fonte)

➳ 1% dos homens acham que no relacionamento ideal as tarefas domésticas são divididas (fonte)

➳ 89% dos homens consideram “inaceitável” que a mulher não mantenha a casa em ordem (fonte)

➳ 69% dos homens consideram “inaceitável” que a mulher saia de casa com as amigas sem o marido (fonte)

➳ 85% dos homens considera “inaceitável” que a mulher fique bêbada (fonte)

➳ No Brasil, são realizados, aproximadamente, 1 milhão de abortos por ano, sendo que uma mulher morre a cada dois dias devido a abortos inseguros (fonte)

➳ Estima-se que ocorrem mais de 5 mil casos de feminicídios por ano, ou seja, 15,5 por dia (fonte)

➳ Uma pesquisa feita com mais de mil pessoas entre 18 e 29 anos mostrou que 50% dos entrevistados acreditam que mulher vestida de forma sensual não pode reclamar se sofrer violência sexual (fonte)

➳ Nessa mesma pesquisa, 16% concordaram que o homem pode agredir a mulher se ela não concordar em fazer sexo com ele (fonte)

➳ Meninas negras realizam 100% do trabalho infantil doméstico no Destrito Federal (fonte)

➳ Em uma pesquisa com 258 livros da literatura brasileira, apenas 3 protagonistas eram mulheres e negras e 21,1% das personagens mulheres são donas de casa (fonte)

➳ No ciema, são 2,25 atores para cada atriz (fonte)

➳ Ainda no cinema, entre as personagens femininas com falas cerca de 1/3 delas aparecem em cenas de nudez (fonte)

➳ Uma em cada quatro mulheres é vítima de violência obstétrica no Brasil (fonte)

➳ A cada 12 segundos uma mulher sofre violência sexual no nosso país (fonte)

➳ Em um ranking internacional de igualdade de gênero, o Brasil encontra-se na 71º posição (fonte)

➳ No ramo de Ciências Sociais, Negócios e Direito, os homens ganham, em média, R$ 4.650,90 e as mulheres R$ 3.081,40 (fonte)

➳ Mulheres estudam por mais tempo que os homens e, ainda assim, ganham cerca de 30% a menos (fonte/fonte)

➳ Um em cada três homens tem nojo de fazer sexo oral nas mulheres. Os principais motivos? A vagina cheira mal, tem gosto ruim, é úmida, feia e tem muito pelo.  (fonte)

➳ O Brasil é um dos países onde mais morrem travestis e transexuais (fonte)

Quadrinhos Feministas - Por que Feminista

Nunca vou me esquecer o dia em que, após ler um texto, percebi que a plaquinha do lugar onde se troca bebês em shoppings é machista. Afinal, por que não é um homem com uma criança? Por que é sempre a mãe que tem que cuidar em todos os momentos do filho? Uma coisa tão pequena, mas tão significativa. Você, literalmente, passa a ver o mundo com outros olhos depois do feminismo. E não é um olhar ruim, pelo contrário, é libertador. Enxergar a opressão me trouxe liberdade.

 

É por esse e outros milhares de motivos que eu encho a boca de orgulho ao falar que sou feminista. E eu espero, que em um futuro próximo, toda mulher também possa se sentir como eu e se junte nessa luta, nesse grande abraço feminino cheio de guerreiras.

 

Vem ver mais posts da categoria feminismo ♥

 

❤️ Outros posts que você pode gostar ❤️

 

➳ Meu feminismo não é para agradar homem

Como ter sororidade em 10 passos

O problema da frase “tenho mais amigos homens”

 

 

❤️ Clica aqui para ver porque a Isa, do Purpurina Ácida, é feminista e aqui para ver a história da (também) Isa, do Nuvem de Novembro, com o feminismo ❤️


Não sou uma expert no assunto. Não conheço todas as vertentes do feminismo e também não faço parte da linha de frente de um grande coletivo. Mas, ainda assim, eu me reconheço como feminista e tento, ao máximo, aplicar na minha vida tudo aquilo o que leio e aprendo sobre o movimento (aliás, é muito feio ser fiscal da militância alheia, viu? Falei sobre isso aqui). Apesar de ter estudado a vida toda em uma escola adventista, a qual, sim, influencia bastante, eu sempre pensei que tivesse a mente muito aberta – bem mais que a maioria dos meus colegas. E, então, quando você começa a estudar sobre o feminismo percebe que ainda há muito para se desconstruir e que o machismo está em pequenos detalhes do dia a dia.

Folheto Marcha das Vadias Por que Feminista

Descobri o movimento graças a um professor de filosofia no Ensino Médio. Não, ele não nos apresentou o feminismo. Ele, na realidade, pela primeira vez na vida, me deixou completamente indignada, horrorizada, com nojo do tal machismo, que até então eu “desconhecia” e reproduzia sem saber. Em um discurso totalmente misógino, ele solta para os 30 alunos da sala que “mulher de vestido curto à noite está provocando um estupro” e que “mulher que vai na Marcha das Vadias não merece respeito”. Eu mal sabia o que era a Marcha, mas fiquei assustadíssima quando percebi a quantidade de pessoas que concordaram com ele. É irônico que um professor de filosofia tenha despertado o meu lado feminista, que se revolta e que quer acabar com tanta opressão.

 

Depois desse dia, passei a procurar sobre o assunto e descobri que era nisso que eu precisava me segurar. No início, eu pensava que feminismo era sobre igualdade. Mais tarde, entendi que o movimento fala muito mais sobre empoderamento feminino. E, na minha concepção, sororidade. Porque juntas, meu bem, nós somos tão, mas tão, mas tão fortes. Não é à toa que me baseei nisso para escolher o nome do blog e não é à toa que decidi falar sobre feminismo por aqui. Sobre essa ideia de equidade ao invés de igualdade e empoderamento, olha esse post aqui: Verdades que ninguém te conta sobre o feminismo. 

 

Feminismo, para mim, é entender que o meu lugar é onde eu quiser. Que o corpo é meu e eu faço o que eu bem entender com ele. É sobre escolhas. É saber que eu não preciso casar e ter filhos para ser feliz, mas, ainda assim, caso eu o faça, é compreender que o patriarcado não me beneficia, que não preciso cuidar de todas as tarefas da casa ou me calar diante de abusos. Que não preciso abdicar da minha carreira, dos meus sonhos para seguir vontades alheias. Feminismo é luta, todos os dias, todas as horas, todos os segundos. Por você, pelas minas, por suas irmãs. É se desprender de padrões estéticos, é se aceitar, é se amar, é não ligar para opinião de macho que quer dar pitaco até na cor da nossa virilha. Feminismo é conhecer meu corpo, dar asas aos meus desejos e me desprender de tantas correntes. É saber que não existe “mulher para casar” ou a história de que “mulher tem que se dar ao valor”. É desfazer toda a ideia que se tem de mulher. Feminismo é valorizar a luta negra e LGBT. É liberdade, emancipação, confiança, empoderamento. É ser livre.

We Can Do It Placa Feminista Por que feminista

Eu não quero continuar com medo de sair na rua sozinha. Não quero acreditar na história de que nós, mulheres, somos inimigas e concorrentes. Não consigo suportar nos ver objetificadas na televisão, nos filmes e propagandas ou, então, aceitar o discurso de que nossos pelos, menstruação, suor e cheiro não são naturais. Não vou continuar me reprimindo para não ser taxada de vadia. Não vou me submeter a abusos porque cresci escutando que sou frágil. Não vou ser humilhada porque me falaram que não sou capaz. Não vou desistir de mim, me encaixar em caixinhas, não falar palavrão porque é feio. Não serei sempre delicada. Não vou tirar o batom vermelho (alô, Jout Jout). Não quero escutar que a culpa é minha. Não vou colocar uma calça ao invés de saia curta. Não quero continuar sem autonomia sobre meu corpo. Não vou fechar as pernas. Não vou me calar.

 

Feminismo não é um movimento individualista. É deixar de dizer que a garota da faculdade é uma puta porque transou com um cara que não namora. É se permitir usar um batom vermelho em uma festa, não ligar para depilar os pelos da perna porque está com preguiça (ou simplesmente porque não quer) e não se calar diante de qualquer forma de humilhação e submissão. É batalhar por muito além de direitos: pelo seu devido lugar, o lugar que você quer. É lutar contra a violência doméstica, obstétrica, os abusos na rua, as cantadas nojentas, a criminalização do aborto, a cultura do estupro, o slut-shaming, a gordofobia, a transfobia, o racismo, a homofobia… É lutar, com todas as suas forças. Lutar, literalmente, como uma mulher. Porque por mais que crescemos escutando comentários sobre a nossa fragilidade, nós somos bem mais fortes do que imaginamos.

 

Nunca me senti tão bem como gritando no meio da Marcha das Vadias. Sou vadia sim. Sou feminista sim. Sou livre sim. E se essas afirmações incomodam, é porque há algo de errado com tudo aquilo o que te ensinaram. Você não precisa ser ativista para ser feminista. Você só precisa ter coragem e força o suficiente para abrir os olhos. É quase impossível querer abandonar o movimento depois que você o conhece e entende como precisa dele. E se você ainda acha que isso é uma besteira, que não precisa de feminismo, alguns dados podem te ajudar a mudar de opinião.

 

➳ 22% dos homens são contra que a mulher procure a delegacia se o parceiro ameaçá-la com arma de fogo (fonte)

➳ 52% dos homens é contra que a mulher procure a delegacia se o parceiro “obrigá-la a fazer sexo sem vontade” (fonte)

➳ 1% dos homens acham que no relacionamento ideal as tarefas domésticas são divididas (fonte)

➳ 89% dos homens consideram “inaceitável” que a mulher não mantenha a casa em ordem (fonte)

➳ 69% dos homens consideram “inaceitável” que a mulher saia de casa com as amigas sem o marido (fonte)

➳ 85% dos homens considera “inaceitável” que a mulher fique bêbada (fonte)

➳ No Brasil, são realizados, aproximadamente, 1 milhão de abortos por ano, sendo que uma mulher morre a cada dois dias devido a abortos inseguros (fonte)

➳ Estima-se que ocorrem mais de 5 mil casos de feminicídios por ano, ou seja, 15,5 por dia (fonte)

➳ Uma pesquisa feita com mais de mil pessoas entre 18 e 29 anos mostrou que 50% dos entrevistados acreditam que mulher vestida de forma sensual não pode reclamar se sofrer violência sexual (fonte)

➳ Nessa mesma pesquisa, 16% concordaram que o homem pode agredir a mulher se ela não concordar em fazer sexo com ele (fonte)

➳ Meninas negras realizam 100% do trabalho infantil doméstico no Destrito Federal (fonte)

➳ Em uma pesquisa com 258 livros da literatura brasileira, apenas 3 protagonistas eram mulheres e negras e 21,1% das personagens mulheres são donas de casa (fonte)

➳ No ciema, são 2,25 atores para cada atriz (fonte)

➳ Ainda no cinema, entre as personagens femininas com falas cerca de 1/3 delas aparecem em cenas de nudez (fonte)

➳ Uma em cada quatro mulheres é vítima de violência obstétrica no Brasil (fonte)

➳ A cada 12 segundos uma mulher sofre violência sexual no nosso país (fonte)

➳ Em um ranking internacional de igualdade de gênero, o Brasil encontra-se na 71º posição (fonte)

➳ No ramo de Ciências Sociais, Negócios e Direito, os homens ganham, em média, R$ 4.650,90 e as mulheres R$ 3.081,40 (fonte)

➳ Mulheres estudam por mais tempo que os homens e, ainda assim, ganham cerca de 30% a menos (fonte/fonte)

➳ Um em cada três homens tem nojo de fazer sexo oral nas mulheres. Os principais motivos? A vagina cheira mal, tem gosto ruim, é úmida, feia e tem muito pelo.  (fonte)

➳ O Brasil é um dos países onde mais morrem travestis e transexuais (fonte)

Quadrinhos Feministas - Por que Feminista

Nunca vou me esquecer o dia em que, após ler um texto, percebi que a plaquinha do lugar onde se troca bebês em shoppings é machista. Afinal, por que não é um homem com uma criança? Por que é sempre a mãe que tem que cuidar em todos os momentos do filho? Uma coisa tão pequena, mas tão significativa. Você, literalmente, passa a ver o mundo com outros olhos depois do feminismo. E não é um olhar ruim, pelo contrário, é libertador. Enxergar a opressão me trouxe liberdade.

 

É por esse e outros milhares de motivos que eu encho a boca de orgulho ao falar que sou feminista. E eu espero, que em um futuro próximo, toda mulher também possa se sentir como eu e se junte nessa luta, nesse grande abraço feminino cheio de guerreiras.

 

Vem ver mais posts da categoria feminismo ♥

 

❤️ Outros posts que você pode gostar ❤️

 

➳ Meu feminismo não é para agradar homem

Como ter sororidade em 10 passos

O problema da frase “tenho mais amigos homens”

 

 

❤️ Clica aqui para ver porque a Isa, do Purpurina Ácida, é feminista e aqui para ver a história da (também) Isa, do Nuvem de Novembro, com o feminismo ❤️


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9 Comentários em “Por que feminista?”


Maria Bueno

Caramba, Adorei os pensamentos do artigo! Sucesso! :)

Luana

Ah, muito obrigada, que bom que gostou! Sucesso para todas nós <3 Beijos

O estupro em Bates Motel: agressor não é o mocinho! l Entre Anas

[…] série (♥). Agora, se você já assistiu, não liga para spoilers ou só quer saber porque estou problematizando Bates Motel, vem […]

Julia Melo

É incrível ver o quanto crescemos a cada dia que passa. Como você, sei muito pouco sobre o movimento, mas grito para o mundo inteiro ouvir que sou feminista, pois tenho a certeza em meu coração que não preciso saber muito para querer não só o meu bem estar na sociedade, como de todas as outras mulheres. Uma coisa que sempre fica na minha cabeça é como homem consegue ser tão babaca e nos tratar como se fossemos inferiores a eles, sendo que os mesmo vieram de uma mulher!! Espero – e tenho a certeza – que um dia iremos conseguir acabar com toda essa sociedade machistas e viveremos a base de muito amor!
O post ficou lindo, parabéns!

Beijos,
Ju.

porfavorjulia.com

Luana

Gosta de uma frase que fala “a mente, uma vez feminista, nunca se fecha, sempre se transforma” ♥
Que o universo te ouça e que a nossa luta continue para todas possamos ser livres um dia!
Estamos juntas nessa! ♥

Não queremos flores, queremos direitos e liberdade! l Entre Anas

[…] que, dia 8 de março, dia internacional da mulher, é dia de luta. Você sabe que a sua prima feminista aqui não poderia deixar de te dizer isso! Hoje, pecisamos lembrar do movimento das mulheres […]

5 blogs incríveis que abordam o feminismo - Lizpector

[…] Não deixe de ler: Por que feminista? […]

Beatriz Stellet

Vendo o seu relato tenho ainda mais orgulho de dizer que TODOS os meus professores disseminam livremente o feminismo em sala de aula, inclusive o meu professor de filosofia disse com todas as letras para todos os os garotos que se eles acham que vão casar e que a mulher tem que cuidar da casa sozinha, eles não querem uma esposa e sim uma empregada. Estou completamente apaixonada pelo seu texto, e pela sua ideologia. Não entendo muito do que REALMENTE é o feminismo em todas as suas nuances, mas fiquei meio curiosa quando você disse que feminismo não era sobre igualdade, porque até onde eu sei é sim. Então, poderia me explicar isto?
Beijão!

Luana

Eba, Bea, fico super feliz que você tenha professores com essa mentalidade e que tenha curtido o texto <3
Eu falei sobre isso de igualdade/equidade aqui ó: http://www.entreanas.com/verdades-que-ninguem-te-conta-sobre-o-feminismo/
“Algo que pode confundir algumas pessoas: não queremos igualdade, queremos equidade. O melhor exemplo que encontrei para explicar isso é o seguinte: eu tenho 4 maças, João também tem 4 e Maria não tem nenhuma. Como distribuir? Dou 2 para Maria e 2 para João ou dou as 4 para Maria? Percebeu por que o feminismo não é sobre igualdade? O João já tem maças, ele não precisa de mais, mas a Maria precisa. Feminismo é sobre empoderamento e com empoderamento conseguimos equidade”
Qualquer coisa me manda um e-mail e vamos conversar mais :)


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