DESCOMPLICANDO O VEGANISMO
RECEITAS VEGANAS
Transição para o veganismo


30 junho, 2016

Quem entra no blog sabe: eu sou vegetariana. Gosto de colocar isso nas minhas descrições porque é um hábito e uma característica minha da qual me orgulho muito, além de acreditar de olhos fechados na causa. Sou dessa que acredita que o veganismo poderia mudar o rumo da humanidade. Diminuir ou cortar os produtos e alimentos de origem animal não impacta só na sua saúde, mas na sua mente, na coletividade e na natureza 🐮🌱💙

transição para o vegetarianismo

Decidi, então, que compartilharia mais do meu estilo de vida vegetariano no blog. Sei que não é fácil começar, mas é extremamente recompensador. Quando vamos contra um padrão cultural tão forte, nos deparamos com uma série de obstáculos que nos fazem querer desistir, que inferiorizam os nossos motivos. Mas poucos percebem que, na realidade, você não perde nada ao se tornar vegetariano ou vegano, você ganha. E muito.

 

Para começar, resolvi contar um pouquinho sobre a minha transição, quais foram as fases pelas quais passei até hoje. Me falem nos comentários que tipo de post ou vídeo vocês gostariam de ver no Entre Anas sobre o assunto, tudo bem?

 

Obs: eu sou ovolactovegetariana, mas uso o termo vegetariana porque sei que essa distinção tão regrada só acontece em grupos sobre o assunto mesmo.

 

Bom, minha história de amor com o vegetarianismo começou lá em 2010. Admito que não lembro exatamente o porquê, mas eu resolvi excluir a carne vermelha da minha dieta. E lá se foram seis meses sem picanha, hambúrguer ou linguiça. Lembro pouco sobre essa fase. Não sei se foi difícil, o que eu comia, o que os outros falavam… Mas, talvez, justamente pela falta de motivação e apoio, acabei desistindo e voltei a comer todos os tipos de carne.

 

No ano seguinte, em 2011, conheci uma pessoa que influenciou enormemente a minha vida. E adivinhem? Ele era vegetariano e me convenceu a tentar pela segunda vez. Pesquisando sobre o tema, assisti ao documentário A Carne É Fraca e aí estava feito: eu cortaria a carne da minha vida. Diferente de 2010, minha transição foi bem radical. Na segunda, eu comia bife à milanesa. Na terça, eu era vegetariana.

Quem entra no blog sabe: eu sou vegetariana. Gosto de colocar isso nas minhas descrições porque é um hábito e uma característica minha da qual me orgulho muito, além de acreditar de olhos fechados na causa. Sou dessa que acredita que o veganismo poderia mudar o rumo da humanidade. Diminuir ou cortar os produtos e […]

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3 maio, 2016

Fico cada vez mais impressionada com a maneira que as empresas conseguem colocar na mente das pessoas que os seus produtos são saudáveis. Quando, na verdade, as promessas e frases feitas na embalagem são ilusões. Eu, por exemplo, como, sim, coisas da linha Nesfit (comia na época em que esse post foi feito, atualmente sou vegetariana estrita, então, bye bye Nesfit, se quiser ler mais sobre isso, vem cá). Acho gostoso e prático, mas, ao mesmo tempo, eu tenho consciência de que, não, essa bolacha não é tão fit assim quanto prega ser. E que eu não estou fazendo uma escolha saudável ao incluí-la no meu café da manhã ou como um lanche da tarde.

Nesfit não é saudável

Decidi, então, analisar com vocês três itens dessa linha da Nestlé: o biscoito de cacau e cereal, a barrinha de cereal de morango e iogurte e o cereal com frutas. Lembrando que eu não sou nutricionista (curso técnico em nutrição!), mas amo falar e pesquisar sobre alimentação (vem ver todos os post sobre o assunto aqui!). Por isso, estou aberta ao debate e qualquer informação nova. Comentários estão aí para isso 

 

Para começar, lembre-se de que esses são produtos industrializados. Eles passaram por processos que os modificaram, não são produzidos pela natureza e receberam aditivos para que possam durar bastante tempo – no mercado ou no armário da sua casa. Bolachas, salgadinhos, chocolates, miojo e geleias, por exemplo, não são considerados sequer alimentos, mas, sim, produtos alimentícios. E, nesses casos, ultraprocessados.

 

Não consigo ver produtos dentro de um saquinho como extremamente saudáveis. Entretanto, existem divisões nessa categoria: alguns industrializados não fazem nada bem, enquanto outros podem ter alguns benefícios. É diferente comer um pacote de passatempo e cookies integrais de maçã. Onde será que os produtos da Nesfit se encaixam?

 

♥ BISCOITO DE CACAU E CEREAL ♥

 

Uma análise boa do produto exige uma leitura crítica do rótulo e, principalmente, dos ingredientes. Por isso, me basearei neles. As fotinhos também não são dos respectivos produtos, mas é só clicar no nome que você vai ver a imagem deles, tudo bem? 

 

Nesfit não é saudável - Bolacha Ingredientes: Farinha de trigo integral, farinha de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico, açúcar, óleo vegetal, aveia em flocos, cacau, mix de cereais (flocos de arroz. cereal matinal de trigo, aveia em flocos, açúcar, açúcar mascavo, gordura vegetal, mel, açúcar invertido e antioxidante lecitinade soja), amido, açúcar invertido,  farinha de centeio integral, farinha de cevada, sal, corante caramelo III, fermentos químico bicarbonato de amônio, bicarbonato de sódio e fosfato monocálcio, aromatizantes, emulsificante lecitina de soja, ésteres de mono de diglicerídeos de ácidos graxos com ácido diacetil tartárico e mono e diglicerídeos de ácidos graxos e antioxidante TBHQ.

 

♥ Pontos negativos:

 

➳ Açúcar e óleo vegetal são, respectivamente, o terceiro e o quarto ingrediente. O que significa que tem muito mais açúcar do que cereais. Quando eu procuro um produto industrializado que tem essa proposta de “lanche saudável”, um dos principais requisitos é que o açúcar esteja no meio, no fim ou nem sequer na lista. Nunca no começo.

 

Fico cada vez mais impressionada com a maneira que as empresas conseguem colocar na mente das pessoas que os seus produtos são saudáveis. Quando, na verdade, as promessas e frases feitas na embalagem são ilusões. Eu, por exemplo, como, sim, coisas da linha Nesfit (comia na época em que esse post foi feito, atualmente sou vegetariana […]

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26 abril, 2016

Livros para desintoxicar - Budismo e Crudivorismo

Não é novidade que eu amo falar, ler e pesquisar sobre alimentação. É a sementinha da pessoa que quer ser nutricionista, não tem jeito. Mas eu também gosto muito de tudo que envolve espiritualidade – sem religiosidade ocidental, please. Saquinhos de proteção, meditação, pedras, aromaterapia, carma… Adoro descobrir coisas novas sobre esse universo de iluminação, autoconhecimento e energias. E, nesse post, compartilharei com vocês dois livros que me ajudaram e me inspiraram muito nesses dois tópicos: o Alimentação Desintoxicante, da Conceição Trucom, e A Essência de Buda, do Ryuho Okawa.

 

♥ A ESSÊNCIA DE BUDA ♥

 

Meu interesse pelo Budismo é antigo, desde que a igreja evangélica parou de fazer sentido para mim. Vi ali um caminho interessante a se trilhar, mas, ainda assim, não me considero budista ou seja lá o que for. Somente acrescento ao meu dia a dia aquilo o que acho relevante, que pode fazer diferença e somar coisas boas.

Livros para desintoxicar - A Essência de Buda

Comprei aleatoriamente esse livro, sem nem sequer pesquisar antes. Apesar da capa ser meio bleh, achei ele completinho e de fácil compreensão. Os capítulos são curtinhos, por isso eu gostava de ler uns três toda noite antes de dormir. Tem muitos conceitos do budismo, é claro, porém mesmo que você não seja adepta dessa filosofia e religião, há muito o que absorver das palavras e ideias nas páginas. O livro vai além.

 

Não é novidade que eu amo falar, ler e pesquisar sobre alimentação. É a sementinha da pessoa que quer ser nutricionista, não tem jeito. Mas eu também gosto muito de tudo que envolve espiritualidade – sem religiosidade ocidental, please. Saquinhos de proteção, meditação, pedras, aromaterapia, carma… Adoro descobrir coisas novas sobre esse universo de iluminação, […]

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