15 dezembro, 2017

Quando passamos a questionar nossos hábitos, fica difícil parar. Você começa com a alimentação, pula para os seus comportamentos e chega em um dos pontos mais difíceis de mudar: a forma como você consome. Porque fazer compras conscientes não significa apenas escolher marcas que pregam pelo slow fashion. Seu consumo não está relacionado apenas ao seu armário, mas, sim, a todas as vezes em que você coloca algo no carrinho virtual, escolhe só mais uma peça de roupa ou passa o cartão de crédito.

COMPRAS CONSCIENTES

Nós conversamos um pouquinho mais sobre consumo consciente no post em que te apresentei a Universo Violeta. Aliás, está rolando um sorteio bem legal em parceria com a loja, para participar é só clicar aqui. Lá, falamos sobre o movimento compre de quem faz, upcycling e outros conceitos envolvendo o ato de comprar de uma maneira mais equilibrada e ética. 

 

Decidi estender o assunto e fazer esse vídeo com uma lista de 5 perguntas para fazer compras conscientes. 5 pontos que devo levar consideração antes de escolher uma loja ou produto. São perguntas que irão me ajudar a fazer escolhas que conversam com os meus ideais, que irão me ajudar a apoiar marcar que combinam com o que eu acredito. Olha só:

 

5 perguntas para fazer compras conscientes

 

 

Como falei no vídeo, repito: não, eu não sou a pessoa mais consciente do mundo. Não, eu não faço compras apenas em lugares 100% conscientes. Não, eu não estou dizendo que não sou consumista.

 

Eu só estou compartilhando o começo de uma mudança de hábitos. Afinal, quando você percebe os impactos positivos ou negativos que as suas escolhas têm, fica difícil ignorar e continuar com os mesmos padrões de comportamento, muitas vezes tóxicos para você e para o meio ambiente.

 

O fato de eu querer consumir de uma forma mais consciente não significa que eu não irei falhar algumas vezes. Faz parte do processo de evolução errar, reconhecer esses erros e construir estratégias para que isso não aconteça outra vez. No fim do dia, ou no fim da fatura do cartão, é tudo sobre se tornar a pessoa que você deseja ser. Eu quero ser alguém que deixa um impacto mais positivo do que negativo. E vocês? 

 

Quais são os seus critérios na hora de escolher uma marca? O que pensam antes de comprar um produto? Compartilhem comigo! 😊

 

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9 Abril, 2017

Como já falei por aqui, a Páscoa não é exatamente o meu feriado favorito (oi, natal, sinto sua falta!), mas eu entendo toda a animação que se cria em torno desse dia. Não, eu não sou religiosa. Não, eu não tenho crianças na família. Não, eu não como mais chocolate ao leite. Mas, sim, eu comemoro, à minha maneira, a Páscoa.

Por que não gostar da páscoa? Lado ruim, escravidão, crueldade, vegan

Pena que esse post não fala sobre comemorações. Calma, nós vamos ter a parte dois, mais positiva, com coelhinhos pulantes. Só que hoje eu quero conversar com vocês um pouco a respeito do porquê da páscoa não ser tão feliz assim. 

 

Açúcar everywhere e sua saúde de lado

 

Ai, lá vem a pseudo-nutricionista querer controlar tudo o que os outros comem. Não é bem por aí. Acontece que na páscoa a gente esquece que açúcar e gordura demais (não ache que seu ovo é cacau puro, ok?) tem consequências demais. Não estamos falando sobre peso, ninguém é fiscal da balança alheia. Eu estou falando sobre coisas como dor de cabeça, cansaço, mal estar, sintomas de hipoglicemia. E, é claro, o açúcar tem consequências ainda piores a longo prazo.

 

Eu acho péssimo não ter controle, principalmente, sobre o que as crianças comem apenas porque é feriado. É ótimo saborear um chocolate, mas é além do limite comer um ovo em um dia ou, então, vários em uma semana. Vamos pensar um pouquinho no nosso corpo. Será que ele vai lidar bem com essa chuva de ovo de páscoa? Bom, tenho certeza que não.

 

Sabor amargo da escravidão  

 

Vidas. Ovos, muitas vezes, custam vidas. Não é de hoje que a Nestlé ou a Hershey’s estão envolvidas em escândalos de trabalho escravo e exploração infantil. O chocolate não sai da máquina e vai para o supermercado. Existe um processo de produção muito sujo por trás. Florestas tropicais destruídas (quem lembra do óleo de palma?), animais colocados em riscos e pessoas desumanizadas — seja por ignorar as leis trabalhistas ou, literalmente, escravizá-las. Vale a pena por um prazer momentâneo?

 

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12 julho, 2016

Ontem eu limpei o meu armário. Estava com isso na cabeça há algumas semanas e, depois de lavar e passar todas as roupinhas sujas, coloquei o pensamento em prática. Minha ideia inicial era entrar no desafio da Carla: viver com 100 peças por um ano. Desde que me encontrei com ela e outras lindezas na casa da Clara (do grupo amor Blogueiras – Inspiração e Interação), fiquei me questionando: será que consigo? Bom, decidi tentar.

DESAPEGANDO LIMPEZA NO GUARDA-ROUPA

Pensei em separar roupas para doação e, então, contar quantas sobraram. A última limpeza que fiz nas minhas roupas foi no começo do ano e, mesmo assim, eu tirei muita, mas muita coisa. Foram três pilhas de peças que estavam paradas, criando teias de aranha imaginárias. Um terço vai para o Enjoei, o resto para quem precisa. Aliás, vem visitar minha lojinha

 

A vozinha do apego, no entanto, estava lá, sussurrando na minha mente: dá uma chance a esse vestido, mas essa saia é tão bonita, você pode usar essa blusa para dormir. Dessa vez, fui firme e, de fato, tirei tudo o que não uso – ou que não usei desde a limpa em Janeiro. Não, eu não vou usar mais esse shorts. Não, esse vestido não combina comigo. Não, bye bye calça vermelha que eu usei uma única vez na vida.

DESAPEGANDO LIMPEZA NO GUARDA-ROUPA

Peças que vão seguir outros caminhos!

 

Com o armário organizado e as roupas separadas, veio o alívio. Vocês também não adoram limpar o guarda-roupa? Não parece que a vida fica um pouquinho mais leve? Como disse nesse vídeo aqui, em que desapeguei de muitas das minhas maquiagens, limpar significa abrir espaço para coisas novas. E melhores. O ato de desapegar, deixar ir, é muito bonito. Não é à toa que despegar, no dicionário, significa libertar-se.

 

Por isso, decidi (quase) entrar no desafio da Carla. O modo como eu sou apegada às coisas materiais não condiz com o rumo que quero dar a minha vida. Um caminho equilibrado, com menos ego, mais leveza. “A mente deve sempre ficar livre de apegos, como um riacho de montanha que corre livremente, sem restrições”, como diz um livro que gosto muito, A Essência de Buda. Nele, aprendi que o grande erro do ser humano é encontrar satisfação nas coisas, não em pessoas, momentos, em si mesmo. Não entender que as coisas vem e vão é procurar pelo sofrimento. E por que eu não conseguia entender isso de vez?

 

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