9 abril, 2017

Como já falei por aqui, a Páscoa não é exatamente o meu feriado favorito (oi, natal, sinto sua falta!), mas eu entendo toda a animação que se cria em torno desse dia. Não, eu não sou religiosa. Não, eu não tenho crianças na família. Não, eu não como mais chocolate ao leite. Mas, sim, eu comemoro, à minha maneira, a Páscoa.

Por que não gostar da páscoa? Lado ruim, escravidão, crueldade, vegan

Pena que esse post não fala sobre comemorações. Calma, nós vamos ter a parte dois, mais positiva, com coelhinhos pulantes. Só que hoje eu quero conversar com vocês um pouco a respeito do porquê da páscoa não ser tão feliz assim. 

 

Açúcar everywhere e sua saúde de lado

 

Ai, lá vem a pseudo-nutricionista querer controlar tudo o que os outros comem. Não é bem por aí. Acontece que na páscoa a gente esquece que açúcar e gordura demais (não ache que seu ovo é cacau puro, ok?) tem consequências demais. Não estamos falando sobre peso, ninguém é fiscal da balança alheia. Eu estou falando sobre coisas como dor de cabeça, cansaço, mal estar, sintomas de hipoglicemia. E, é claro, o açúcar tem consequências ainda piores a longo prazo.

 

Eu acho péssimo não ter controle, principalmente, sobre o que as crianças comem apenas porque é feriado. É ótimo saborear um chocolate, mas é além do limite comer um ovo em um dia ou, então, vários em uma semana. Vamos pensar um pouquinho no nosso corpo. Será que ele vai lidar bem com essa chuva de ovo de páscoa? Bom, tenho certeza que não.

 

Sabor amargo da escravidão  

 

Vidas. Ovos, muitas vezes, custam vidas. Não é de hoje que a Nestlé ou a Hershey’s estão envolvidas em escândalos de trabalho escravo e exploração infantil. O chocolate não sai da máquina e vai para o supermercado. Existe um processo de produção muito sujo por trás. Florestas tropicais destruídas (quem lembra do óleo de palma?), animais colocados em riscos e pessoas desumanizadas — seja por ignorar as leis trabalhistas ou, literalmente, escravizá-las. Vale a pena por um prazer momentâneo?

 

CONTINUE LENDO ♥

2o1ACe

Como já falei por aqui, a Páscoa não é exatamente o meu feriado favorito (oi, natal, sinto sua falta!), mas eu entendo toda a animação que se cria em torno desse dia. Não, eu não sou religiosa. Não, eu não tenho crianças na família. Não, eu não como mais chocolate ao leite. Mas, sim, eu […]

Leia mais



TAGS:






12 julho, 2016

Ontem eu limpei o meu armário. Estava com isso na cabeça há algumas semanas e, depois de lavar e passar todas as roupinhas sujas, coloquei o pensamento em prática. Minha ideia inicial era entrar no desafio da Carla: viver com 100 peças por um ano. Desde que me encontrei com ela e outras lindezas na casa da Clara (do grupo amor Blogueiras – Inspiração e Interação), fiquei me questionando: será que consigo? Bom, decidi tentar.

DESAPEGANDO LIMPEZA NO GUARDA-ROUPA

Pensei em separar roupas para doação e, então, contar quantas sobraram. A última limpeza que fiz nas minhas roupas foi no começo do ano e, mesmo assim, eu tirei muita, mas muita coisa. Foram três pilhas de peças que estavam paradas, criando teias de aranha imaginárias. Um terço vai para o Enjoei, o resto para quem precisa. Aliás, vem visitar minha lojinha

 

A vozinha do apego, no entanto, estava lá, sussurrando na minha mente: dá uma chance a esse vestido, mas essa saia é tão bonita, você pode usar essa blusa para dormir. Dessa vez, fui firme e, de fato, tirei tudo o que não uso – ou que não usei desde a limpa em Janeiro. Não, eu não vou usar mais esse shorts. Não, esse vestido não combina comigo. Não, bye bye calça vermelha que eu usei uma única vez na vida.

DESAPEGANDO LIMPEZA NO GUARDA-ROUPA

Peças que vão seguir outros caminhos!

 

Com o armário organizado e as roupas separadas, veio o alívio. Vocês também não adoram limpar o guarda-roupa? Não parece que a vida fica um pouquinho mais leve? Como disse nesse vídeo aqui, em que desapeguei de muitas das minhas maquiagens, limpar significa abrir espaço para coisas novas. E melhores. O ato de desapegar, deixar ir, é muito bonito. Não é à toa que despegar, no dicionário, significa libertar-se.

 

Por isso, decidi (quase) entrar no desafio da Carla. O modo como eu sou apegada às coisas materiais não condiz com o rumo que quero dar a minha vida. Um caminho equilibrado, com menos ego, mais leveza. “A mente deve sempre ficar livre de apegos, como um riacho de montanha que corre livremente, sem restrições”, como diz um livro que gosto muito, A Essência de Buda. Nele, aprendi que o grande erro do ser humano é encontrar satisfação nas coisas, não em pessoas, momentos, em si mesmo. Não entender que as coisas vem e vão é procurar pelo sofrimento. E por que eu não conseguia entender isso de vez?

 

CONTINUE LENDO ♥

DSC01265

Ontem eu limpei o meu armário. Estava com isso na cabeça há algumas semanas e, depois de lavar e passar todas as roupinhas sujas, coloquei o pensamento em prática. Minha ideia inicial era entrar no desafio da Carla: viver com 100 peças por um ano. Desde que me encontrei com ela e outras lindezas na […]

Leia mais



TAGS:






16 fevereiro, 2016

Nós, como consumidores, temos total controle em relação àquilo o que decidimos comprar. Podemos apoiar marcas sustentáveis e honestas ou fechar os olhos para o que há de errado no desenvolvimento de certos produtos, antes deles chegarem às prateleiras e vitrines. Podemos nos aliar ao meio ambiente e a nossa saúde ou ignorar os impactos do que compramos.

 

Lembre-se de que embalagens e propagandas mentem. Temos que deixar o consumismo de lado em alguns momentos e avaliar o que colocamos dentro da nossa sacola, do nosso corpo e da nossa casa. E para te ajudar a fazer cada vez mais compras conscientes, no shopping ou no supermercado, separei 3 aplicativos com propostas bem interessantes:

Aplicativos para compras conscientes - moda livre, rótulo saudável e bunny free!

Moda Livre: a moda também tem o seu lado feio e um deles é a escravidão envolvida em seus processos de produção. Não escravidão como a conhecemos da época colonial, mas a escravidão contemporânea atualizada pelo capitalismo, com jornadas desgastantes, violências e condições precárias. O aplicativo Moda Livre, criado pela ONG Repórter Brasil, alerta o consumidor sobre as marcas envolvidas nesse sistema, o qual retira toda a humidade da moda, inferiorizando seus “funcionários”, para apenas resumi-la em sacolas no shopping.

 

Os critérios de avaliação são feitos a partir de um questionário com perguntas que envolvem as políticas da marca para combater o trabalho escravo, as medidas adotadas para fiscalizar os fornecedores, a transparência com os clientes e o seu histórico segundo o governo. A partir das respostas, as empresas são divididas em verde, amarelo ou vermelho, sendo verde a melhor e vermelho a pior classificação. Conscientização é o primeiro passo para mudar a realidade dessas pessoas oprimidas. Precisamos saber o que acontece antes da roupa chegar às araras para que possamos fazer escolhas cada vez mais justas. Acredito que esse assunto mereça um post mais complexo, com dados e indicações de textos e documentários, o que acham?

CONTINUE LENDO ♥

APLICATIVOS PARA COMPRAS BUNNY FREE

Nós, como consumidores, temos total controle em relação àquilo o que decidimos comprar. Podemos apoiar marcas sustentáveis e honestas ou fechar os olhos para o que há de errado no desenvolvimento de certos produtos, antes deles chegarem às prateleiras e vitrines. Podemos nos aliar ao meio ambiente e a nossa saúde ou ignorar os impactos […]

Leia mais



TAGS:










Veja o que acontece por aí