DESCOMPLICANDO O VEGANISMO
RECEITAS VEGANAS
Transição para o veganismo


9 fevereiro, 2018

Carnaval não é para mim. A ideia de milhares de pessoas no mesmo lugar, suando, bêbadas, gritando e homens se achando ainda mais donos dos nossos corpos me dá calafrios. Sem contar o metrô ainda mais lotado que o normal. Amo glitter, Pablo Vittar, pessoas animadas, fantasias e babys carnavalescos, mas prefiro o conforto da minha cama, minha lista no netflix ou lugares como os que eu listarei aqui para quem deseja saber onde passar o carnaval tranquilo em SP.

 

A ideia, então, é ficar longe de locais como Vila Madalena e Avenida Paulista. Tentei fugir dos clássicos ficar em casa, comer pipoca e ver 5 filmes por dia. Afinal, também existem espaços para você que, assim como eu, quer aproveitar o feriado, mas em um ritmo diferente dos bloquinhos.

 

Onde passar o carnaval tranquilo?

Bate e volta em cidades próximas a São Paulo

Pinhalzinho, Amparo, Holambra, Itu, Embu das Artes, Monte Alegre do Sul ou Campos do Jordão. Escolha um destino nos arredores da cidade de São Paulo, pegue o carro e fuja do casa comigo, sereianos ou minhoqueens. 

 

Cada cidadezinha tem o seu encanto, bons restaurantes e o ar de tranquilidade que queremos. Dá para entrar em contato com a natureza ou apenas conhecer mais da história com as simpáticas construções e museus.

 

Se você não tem um carro, veja se agências de turismo não estão organizando um bate e volta nas datas do carnaval. Jogue o nome da cidade na procura dos eventos no facebook! 

 

Olha só esse post com dicas do que fazer em um dia em Campos do Jordão!

 

Confira a programação do Sesc

 

O Sesc sempre tem várias palestras, cursos e workshops legais. Dê uma olhada no que estará rolando no Sesc mais próximo da sua casa. E, o melhor, na maioria dos casos, as atrações são gratuitas. Tem teatro, música, dança, circo, atividades envolvendo alimentação, meio ambiente, saúde, entre outros temas.

 

Carnaval não é para mim. A ideia de milhares de pessoas no mesmo lugar, suando, bêbadas, gritando e homens se achando ainda mais donos dos nossos corpos me dá calafrios. Sem contar o metrô ainda mais lotado que o normal. Amo glitter, Pablo Vittar, pessoas animadas, fantasias e babys carnavalescos, mas prefiro o conforto da […]

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20 abril, 2016

babacas com boas referências

Preparem-se: esse post é um desabafo.

 

Normalmente, na primeira aula de um professor, sempre rola uma dinâmica básica: seu nome, o que você gosta, quantos anos você tem, porque escolheu o curso… E até aí, tudo bem. Mas entre em uma sala de jornalismo (e tantas outras salas simbólicas) e pergunte “qual o seu livro ou filme favorito?”. Aí de mim se responder Miley Cyrus e High School Musical. Ops. Quer dizer, aí nada! Demorei dois anos para desconstruir isso e entender que, não, mon amour, você não é melhor porque seu livro preferido é do Nietzsche – que, inclusive, eu precisei pesquisar para escrever.

 

Acho ótimo você se interessar pelos clássicos, Samuel Beckett, filmes independentes, Kubrick, e todo esse blábláblá underground, fora da indústria cultural (como eu cansei de escutar isso no jornalismo, socorro!), alternativo, que não tem espaço na mass media. Cara, parabéns, sério mesmo. Eu também tenho o meu lado que procura, analisa e tem curiosidade por coisas diferentes. Só que entenda uma coisa, é simples, eu juro. Dane-se. Ninguém quer saber. Ninguém se importa. Você não subiu dois degraus na escada da vitória por entender Kafka e escutar só MPB.

 

Eu entendo que temos gostos diferentes. Eu gosto de pop, você de rock. Eu gosto de terror, você de drama. O problema, no entanto, começa quando você subestima e inferioriza outras pessoas porque elas gostam de One Direction, livros chick-lit ou filmes de comédia romântica com a Jennifer Aniston. Quando você chama essas pessoas de alienadas ou diz que elas não têm cultura.

 

Preparem-se: esse post é um desabafo.   Normalmente, na primeira aula de um professor, sempre rola uma dinâmica básica: seu nome, o que você gosta, quantos anos você tem, porque escolheu o curso… E até aí, tudo bem. Mas entre em uma sala de jornalismo (e tantas outras salas simbólicas) e pergunte “qual o seu […]

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22 março, 2016

DONAS DA RUA - TURMA DA MÔNICA

Na mesma década em que as mulheres começaram a conquistar mais espaço na sociedade, a Turminha, que antes era só de meninos, ganhou sua primeira personagem feminina em 1963. Estamos falando da Mônica, a garotinha que anda para lá e para cá com o seu coelhinho azul. Apesar de ter autoconfiança e uma personalidade forte (no sentido físico e literal), há muitos pontos problemáticos ao redor da Mônica – ela é perseguida por ser gorda, por exemplo. Por outro lado, mais de 40 anos depois da sua criação, a Mauricio de Sousa Produções lançou no dia 8 de Março de 2016 um projeto de empoderamento feminino que merece reconhecimento: o Donas da Rua.

Na mesma década em que as mulheres começaram a conquistar mais espaço na sociedade, a Turminha, que antes era só de meninos, ganhou sua primeira personagem feminina em 1963. Estamos falando da Mônica, a garotinha que anda para lá e para cá com o seu coelhinho azul. Apesar de ter autoconfiança e uma personalidade forte […]

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