6 julho, 2017

Julho chegou e com ele, além do frio (saudades calor!), as férias, tão esperadas, tão sonhadas. Quer dizer, ao menos, para alguns de nós.

 

Mas o que fazer nas férias de julho? Eis a questão que, nesse post, vou solucionar. Para que esse mês e seu descanso não sejam em vão, separei um evento gratuito por dia em São Paulo, a partir de amanhã (07/07) até o último suspiro do mês, dia 31.

 

Então, se agasalhe bem, deixa o Netflix para depois e vem descobrir um mundo de coisas bacanas para se fazer por aí  — sem gastar um tostão!  

O QUE FAZER NAS FÉRIAS DE JULHO

➳ 07/07 – Festa Julina com forró ao vivo na Vila Madalena.

➳ 08/07 – Encontro – Espetáculo teatral com “pequenos objetos, pequeno cenário, palco reduzido a uma estrutura mínima, gestos sutis, histórias curtas, tudo isso transmitido a uma distância mínima do espectador”. Das 13h às 14h30 no Sesc Pq. Dom Pedro II.

➳ 09/07 – 12º edição do Conexão Cultural São Paulo – Evento que irá, nesta edição, homenagear e celebrar a cultura nordestina. Das 12h às 21h, no MIS.

➳ 10/07 – Vida de Cão Exposição de Elliott Erwitt com 50 belas fotografias para mostrar e propor a reflexão da relação entre o homem e o seu bichinho de estimação. No Centro Cultural Fiesp, das 10h às 20h.

➳ 11/07 – Ópera no cinema – A Biblioteca Mário de Andrade traz uma ópera diferente para a tela do cinema e no dia 11 será uma das grandes obras de Mozart: “Don Giovanni”. Das 19h às 21h45 na própria Biblioteca.

➳ 12/07 – Meditação no Ibirapuera – Aproveite esse momento de paz que acontece todas às quartas-feiras às 11h na sede do DEA|UMAPAZ, no Parque Ibirapuera.

➳ 13/07 – Oficina l Cozinha de Memórias – “Convidará os participantes a refletirem a respeito da memória e da culinária como patrimônios imateriais, além de compartilharem receitas antigas de seus familiares”. Acontecerá na Casa das Rosas, das 14h às 16h.

➳ 14/07 – Cellos do Festival – Concerto gratuito na Sala São Paulo às 19h.

➳ 15/07 – Festival das Estrelas – O bairro da Liberdade, nesse evento, recebe kussudamas, grandes ramos de bambu ornamentados por enfeites de papel colorido, tanzaku, pequenos pedaços de papel, nos quais as pessoas colocam seus pedidos, além de apresentações de tambores Taikô, danças folclóricas e shows. Visite o bairro das 10h30 às 19h.

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O QUE FAZER NAS FÉRIAS DE JULHO

Julho chegou e com ele, além do frio (saudades calor!), as férias, tão esperadas, tão sonhadas. Quer dizer, ao menos, para alguns de nós.   Mas o que fazer nas férias de julho? Eis a questão que, nesse post, vou solucionar. Para que esse mês e seu descanso não sejam em vão, separei um evento […]

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17 Maio, 2016

Carta às minhas professoras de ballet

Querida professora,

 

Lembro que os meus momentos preferidos da semana eram sempre os mesmos: começavam quando eu vestia a sapatilha de ballet e terminavam quando eu a guardava na bolsa. Coincidentemente, você sempre estava lá. E me mostrou o caminho mais doce e desafiador que, até então, eu enfrentei. Hoje, eu não tenho mais encontros semanais com a barra e o espelho, mas se me considero uma bailarina de alma, é por você.

 

Há quem diga que o ballet é muito rígido, o que não deixa de ser verdade. Mas ao mesmo tempo em que eu nunca fui fã de regras, eu me encontrei na hora em que descobri o que era realmente um relevé e um passé. Senti como a dança era capaz de alterar meu humor, minha mente, meu corpo. Me mudar. Estava feito. Quando a música começa a tocar e você percebe que está no lugar certo, o ballet deixa de ser uma distração e passa a ser parte da sua essência.

 

Consequentemente, você foi quem me abriu as portas para esse mundo de entrega, esforço, satisfação. Juntas, descobrimos o quanto eu sou capaz e fomos mesclando, aos poucos, força e suavidade. Você não me deixou desistir, sempre queria mais. Porque sua intuição percebia que eu poderia lhe dar aquilo o que esperava. Assim, quanto mais você puxava, mais eu me surpreendia com o meu corpo, comigo. Parecia que você sabia mais do que eu mesma até onde eu conseguiria chegar – apesar do tremor nas pernas que não paravam.

 

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Querida professora,   Lembro que os meus momentos preferidos da semana eram sempre os mesmos: começavam quando eu vestia a sapatilha de ballet e terminavam quando eu a guardava na bolsa. Coincidentemente, você sempre estava lá. E me mostrou o caminho mais doce e desafiador que, até então, eu enfrentei. Hoje, eu não tenho mais […]

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