22 outubro, 2018

Desde que eu comecei a acompanhar a Fran Guarnieri, o bichinho da organização me picou. Eu sou organizada? Não. Eu tento? Sim 😅 E, por isso, em 2018, me rendi ao planner, essa agenda sofisticada que, em teoria, ajuda no planejamento do seu dia, sonhos, objetivos, etc. Após uma pesquisa extensa na internet (sério!), escolhi o My Life Planner da Donna Dolce. Quase um ano depois, volto aqui para contar minha experiência e dar alguns conselhos para quem pretende se aventurar com um planner 2019.

 

 

O My Life Planner é para aquelas pessoas, que, realmente, têm disciplina para colocar no papel tudo o que essa lindeza permite. As possibilidades com esse planner são infinitas! Nele, você concentra cada detalhe da sua vida, justificando o tamanho. Olha só a estrutura dele no geral:

➳ Páginas Anuais: 
– Dados pessoais
– Calendário 2019, 2020, 2021
– Instruções de uso
– Planejamento anual
– Minha Rotina
– Projetos do ano
– Wishlist do ano
– Viagens programadas/Livros/Filmes
 

PLANNER 2019

Desde que eu comecei a acompanhar a Fran Guarnieri, o bichinho da organização me picou. Eu sou organizada? Não. Eu tento? Sim 😅 E, por isso, em 2018, me rendi ao planner, essa agenda sofisticada que, em teoria, ajuda no planejamento do seu dia, sonhos, objetivos, etc. Após uma pesquisa extensa na internet (sério!), escolhi o […]

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5 fevereiro, 2018

Ter uma newsletter sobre veganismo é algo que quero há muito tempo. Desde que criei o Entre Anas, acredito. Mas, então, eu pensava: às vezes, mal consigo dar conta de postar duas vezes na semana, imagine elaborar uma newsletter. Acontece que depois do dezembro todo dia uma luzinha se acendeu na minha cabeça e me mostrou que a única coisa no caminho da realização dos meus projetos sou eu mesma. Não é falta de disposição, tempo ou dinheiro. É a Luana.

 

Deixando a ausência de autoconfiança e os padrões negativos de lado, nasce a Vegang (Vegan + Gang), uma newsletter sobre veganismo para quem deseja ter acesso a conteúdos exclusivos, de uma maneira informal, prática e repleta de compaixão.

VEGANG, UMA NEWSLETTER SOBRE VEGANISMO

O conteúdo desenvolvido para o blog é totalmente diferente da nossa newsletter. O critério do que entra nas páginas do Entre Anas é um pouco mais restrito, além de demandar mais energia, afinal, são diversas etapas no processo de criação. A ideia da newsletter é ser como uma conversa entre bons amigos, com muitas dicas e informações simplificadas.

 

Na Vegang, você vai encontrar dicas de produtos e marcas veganas, receitas, dicas nutricionais para você argumentar com o tio da proteína, além de desabafos e reflexões 🌱

 

Para me ajudar a criar uma newsletter sobre veganismo ainda mais com a nossa cara, fiz esse formulário com algumas perguntas! Sua resposta é muito importante ❤

 

Quero fazer parte da Vegang

 

É só colocar seu nome e e-mail no box abaixo (ou na lateral do blog) e toda segunda estaremos juntos, evoluindo e aprendendo. Prometo não te mandar spams, e, sim, só amor!

 

 

 

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Você é vegano?

Lembre-se de confirmar a sua inscrição no link enviado por e-mail e marcar como “não é spam” os conteúdos da Vegang!

 

Agora, me conta quais são os seus projetos para 2018? Janeiro foi surpreendente? Quais são suas newsletters favoritas? 💫

 

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VEGANG - NEWSLETTER SOBRE VEGANISMO

Ter uma newsletter sobre veganismo é algo que quero há muito tempo. Desde que criei o Entre Anas, acredito. Mas, então, eu pensava: às vezes, mal consigo dar conta de postar duas vezes na semana, imagine elaborar uma newsletter. Acontece que depois do dezembro todo dia uma luzinha se acendeu na minha cabeça e me mostrou […]

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15 janeiro, 2018

Esse post é para você que, assim como eu, se vê – no meu caso, se via – em uma faculdade onde não se identifica com as pessoas, as matérias e o mercado de trabalho. Você está indo para aquele ambiente acadêmico de segunda à sexta-feira – às vezes, aos sábados – com uma sensação de peso nos ombros, com a certeza de que seguir aquela carreira te fará uma pessoa infeliz. O que fazer, então? Desistir da faculdade ou não?

DESISTIR DA FACULDADE OU NÃO

Eu acredito que uns dos maiores erros começam com a pressão que um adolescente de dezessete anos tem para escolher uma profissão para o resto da vida. Ninguém está com as opiniões e ideais formados nesta idade. Você ainda está se descobrindo. É muito injusto ter a obrigação de saber com total certeza qual curso é o certo para você.

 

Mas mesmo que você não tenha feito essa escolha aos dezessete anos, como eu, é comum mudar de ideia no meio do caminho. Nós somos seres em constante evolução, então, o que parecia certo há dois anos, hoje, já não soa como o melhor caminho.

 

E está tudo bem

 

Essa é a primeira parte: entender que não há nada de errado em querer desistir da faculdade. É mais comum do que se imagina. Na minha sala no curso de jornalismo, por exemplo, um dos meus colegas estava na quarta faculdade. Pois é. E está tudo bem.

 

Um diploma não define quem você é. Ele te ajuda em muitas coisas, é verdade, mas adiá-lo por alguns anos não vai tornar a sua vida um fracasso, como alguns te fazem acreditar.

 

Aceite esse sentimento. Aceite que você mudou. Aceite suas novas ideias e vontades. Aceite a pessoa que você está se tornando. E aceite a sua intuição.

 

Por um tempo, eu me culpei por querer desistir da faculdade. Como assim jornalismo não é mais o sonho? Por que eu não me encaixo nesse lugar? O que aconteceu com aquela Luana? Eu te respondo: aquela Luana mudou, aquela Luana idealizava uma profissão que, na realidade, não tinha nada a ver com o que eu sonhava.

 

A partir do momento que você entende que está tudo bem, a vida parece mais leve. Ignore por um tempo as opiniões alheias, a pressão da sociedade e do próprio meio acadêmico. Olhe para dentro de si e vamos para o próximo passo.

 

Entenda os seus motivos para desistir da faculdade

 

Aqui temos um ponto importante. A faculdade pode ser bem opressiva. São cinco textos de cinquenta páginas cada por semana, uma única prova para demonstrar todo seu conhecimento em um semestre, professores egocêntricos, disputas para ver quem tem as melhores referências, trabalhos em grupo desgastantes, seminários apavorantes e outras situações que só um graduando vai entender.

 

Quantas vezes eu me vi de cabelo em pé por causa da faculdade? Passei noites em claro, chorei, fiquei ansiosa, briguei com as minhas amigas e a minha namorada, me senti inútil, incapaz, não pertencente, entre tantos outros sentimentos ruins.

 

E, aí, entra a questão: será que você não quer desistir da faculdade por todos esses problemas? Pela pressão por uma nota na média, prazos loucos e a disputa constante de ego? Será que não é a faculdade em si o seu problema, não o curso?

 

Se você resolver desistir da faculdade agora, na próxima você encontrará os mesmos problemas burocráticos e falhas no modo de ensino das instituições por aqui. É assim que funciona por enquanto. Um grande professor meu, lá no primeiro ano da faculdade, que me deixou um pouco louca com teoria da comunicação, confesso, disse o seguinte: não deixe que a faculdade atrapalhe os seus estudos.

 

Descubra se esse não é o seu problema. Pare um pouco e pense se você ainda se vê naquela carreira, se você gosta das matérias e se ainda há identificação. Quando a resposta for sim, a solução é encontrar maneiras criativas de lidar com a opressão da faculdade.

 

Participe de um grupo que te dará oportunidades de levantar discussões, como o centro acadêmico ou coletivos feministas, faça um amuleto, comece terapia, desabafe com sua melhor amiga, o que deixar a sua mente mais leve está valendo.

 

Lembre, sempre, sempre, sempre – sempre mesmo – que uma nota qualquer no seu boletim não diz o quanto você é capaz. É só uma nota. É só uma prova. Nenhum sistema de avaliação define o seu valor. Ponto final.

 

DESISTIR DA FACULDADE OU NÃO

Esse post é para você que, assim como eu, se vê – no meu caso, se via – em uma faculdade onde não se identifica com as pessoas, as matérias e o mercado de trabalho. Você está indo para aquele ambiente acadêmico de segunda à sexta-feira – às vezes, aos sábados – com uma sensação de […]

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