DESCOMPLICANDO O VEGANISMO
RECEITAS VEGANAS
Transição para o veganismo


14 fevereiro, 2016

Se tem uma coisa que eu aprendi, é que o feminismo nunca se esgota. Sempre é possível conhecer, entender e problematizar algo novo. Sempre tem uma coisinha para desconstruir. E isso não é ruim. Pelo contrário, significa que estamos sempre melhorando o nosso olhar, abrindo nossa mente, nos empoderando e empoderando outras minas (vem ver como ter mais sororidade em 10 passos!).

Feminismo: por onde começar? - Blogs Feministas - Como começar no feminismo

Mas para quem dá os seus primeiros passos no feminismo, tantas discussões, temas, nomenclaturas e dados pode parecer um pouco confuso. Eu comecei me aventurando, principalmente, pelo facebook – como com o grupo Coletivo Chute e a página O Machismo Nosso de Cada Dia. Fui aprendendo um pouquinho mais a cada semana, pesquisando, lendo e descobrindo um novo mundo que mudaria quem sou.

 

Imagine sair de uma estrutura machista e se deparar com tópicos que ninguém nunca te apresentou antes, como o feminismo negro, gordofobia, slut shaming, sororidade e aborto. Introduzir o feminismo na sua vida não é uma tarefa tão simples quanto parece. E, por isso, precisamos de apoio, não fiscais da militância alheia. Precisamos de informação. Precisamos de sites e blogs, como os que eu listei abaixo, para nos ajudar a enxergar a opressão e buscar liberdade!

 

Escritório Feminista: nomes incríveis como Djamila Ribeiro, Clara Averbuck e Aline Valek, compartilham suas opiniões e pensamentos feministas nesta seção da revista Carta Capital. Tudo sempre bem explicadinho, com temas atuais e textos fáceis de ler!

 

Não deixe de ler: FAQ Feminista.

 

Think Olga: berço de campanhas como o Chega de Fiu Fiu contra o assédio e o Entrevista Uma Mulher – recentemente, também o Entreviste Um Negro – que incentiva a fala das mulheres como fontes na mídia. Além destas, tem o Aurélia, um dicionário online para nos lembrar das mulheres que marcaram história e ajudaram e ajudam na nossa emancipação! E, é claro, também é possível encontrar no blog textos com questionamentos importantes.

 

Não deixe de ler: Não lhe devemos candura.

Se tem uma coisa que eu aprendi, é que o feminismo nunca se esgota. Sempre é possível conhecer, entender e problematizar algo novo. Sempre tem uma coisinha para desconstruir. E isso não é ruim. Pelo contrário, significa que estamos sempre melhorando o nosso olhar, abrindo nossa mente, nos empoderando e empoderando outras minas (vem ver […]

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27 janeiro, 2016

Há alguns dias, passeando pelo instagram, me deparei com uma blogueira postando uma foto da Gabriela Pugliesi, contando como a sua meta era ter o corpo daquela mulher. Caso você esteja se perguntando Pugliesi who?, a baiana, que, agora, mora em São Paulo, é dona de um instagram fitness com mais de 2 milhões de seguidores, um canal no youtube com dicas de exercícios e entrevistas, uma tapiocaria e um Snapchat digno de um reality show. Ela é loira, alta, com tudo em cima, toda good vibes e com um namorado modelete. Feita as apresentações, fiquei me perguntando depois de ver aquele post no instagram: é saudável admirar a Pugliesi?

Gabriela Pugliesi - Feminismo

Eu me considero feminista, logo, assim como todo ser humano deveria, sou contra a imposição de padrões de beleza na sociedade. Sou contra gordofobia, apologia a distúrbios alimentares e qualquer regra que queiram ditar em relação ao nosso corpo. Mas admito que, por mais que eu considere toda a exaltação em torno da Pugliesi errada, eu me rendi à sua simpatia. Acabei encontrando seu canal no youtube, o Vendi Meu Sofá, por um acaso e fiquei horas assistindo às entrevistas – com a Fernanda Souza é sensacional! Ela é muito positiva, engraçada e fala sobre um estilo de alimentação que eu, de certa maneira, gosto.

 

É claro, peguei um receio depois dela falar no Snapchat que você deveria pedir para sua amiga vazar seus nudes caso saia da dieta. Realmente, foi uma fala muito infeliz, machista e que demonstra uma série de pensamentos errados no nosso cotidiano. Apesar disto, não podemos negar que a Pugliesi é, sim, linda. O problema é que as suas fotos na praia de bíquini não estão incentivando meninas a serem saudáveis e amarem a si mesmas, estão incentivando meninas a odiarem a sua imagem no espelho por não serem iguais.

 

A culpa disso também não é da Pugliesi. Longe disso. Ela é uma vítima dessa cultura que nos aprisiona. Vivemos em uma ditadura do corpo perfeito, que cultua as dietas restritivas e ela, infelizmente, com sua ascensão, acabou se tornando parte disso. Não sou contra instagrans fitness ou blogueiras que falam sobre emagrecimento. O que eu acho errado é a forma como esses assuntos são trabalhados e divulgados.

 

Há alguns dias, passeando pelo instagram, me deparei com uma blogueira postando uma foto da Gabriela Pugliesi, contando como a sua meta era ter o corpo daquela mulher. Caso você esteja se perguntando Pugliesi who?, a baiana, que, agora, mora em São Paulo, é dona de um instagram fitness com mais de 2 milhões de […]

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23 janeiro, 2016

Em 2013, no ano da minha viagem de formatura, recorri a um ginecologista para começar a tomar anticoncepcional e não passar os três dias no navio sem poder entrar na piscina ou me jogar no mar de Ilhabela. Ele me recomendou o Cerazette, mesmo anticoncepcional da minha mãe. Comecei a usar certinho, mas não funcionou. Precisei tomar dois comprimidos por dia para me livrar dos absorventes – o que deve ter feito uma bagunça no meu organismo.

por que parei de tomar anticoncepcional

Quando voltei da viagem, larguei a cartela amarela e passei a viver normalmente com aplicativos de período menstrual – uma maravilha, diga-se de passagem. O problema, infelizmente, é que minha cólica não me permite viver assim tão normalmente. Eu não tenho apenas um dinossauro no meu útero. É o Jurassic Park inteiro. Eu vomito, tenho dor de barriga, dor de cabeça, tontura, desmaios… Sabe todos os sintomas e dores? Então, eu tenho. E, por isso, não aguentei e busquei outra vez as pequenas pílulas, partindo dessa vez para o Iumi.

 

Deu certo? Sim. Minha cólica diminuiu consideravelmente, mas no 1º mês fiquei o cão chupando manga. Muito – mas muito – estressada, sensível, inchada, com a pele horrível, sem fome, querendo gritar com qualquer pessoa que visse pela frente. Meu corpo se acostumou e depois de um tempo esses sintomas passaram. Os escapes, por outro lado, se tornaram um incômodo recorrente. Mesmo depois da pausa de quatro dias, eu continuava menstruada. Tirando esses detalhes, meu peso, minha pele e outros aspectos continuaram iguais depois daquele mês terrível.

 

Vem 50 outras dicas para aliviar as cólicas (sem anticoncepcional!)

 

E apesar dos pesares, continuei firme no Iumi por quase um ano. Mas faz dez meses que diminui da fatura do meu cartão esses quarenta reais. Vamos ao motivo.

 

Em 2013, no ano da minha viagem de formatura, recorri a um ginecologista para começar a tomar anticoncepcional e não passar os três dias no navio sem poder entrar na piscina ou me jogar no mar de Ilhabela. Ele me recomendou o Cerazette, mesmo anticoncepcional da minha mãe. Comecei a usar certinho, mas não funcionou. […]

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