31 dezembro, 2017

2017 acabou. Posso ouvir um amém? Dezembro diz adeus e meu primeiro mês com posts todos os dias igualmente. Esse último post é quase como uma retrospectiva, o meu tchau, 2017. E um olá a todas as surpresas, conquistas, problemas, dores de cabeça e sorrisos que 2018 me reserva.

 

Começando com a contagem regressiva que eu fiz lá no instagram, mostrando os meus melhores momentos de 2017, um ano, aparentemente, tão conturbado. Quando eu parei, porém, para pensar e buscar os bons momentos no rolo da minha câmera notei o quanto uma das minhas frases favoritas faz sentido: é um dia ruim, não uma vida ruim.

 

Os meus melhores momentos de 2017 ❤

Janeiro ➳ Ir à praia com pessoas tão queridas e ainda ver a Anitta de pertinho por R$10, em meio a chuva, pés sujos de lama, tatuagem recém feita e um copo de 1 litro de bebida perdido em vão.

 

Fevereiro ➳ Visitar Campos do Jordão com uma das minhas companhias favoritas da vida e me (re)encantar por essa cidade.

 

Março ➳ Dos rolês que a gente marca sem saber ao certo o motivo, mas é nesses dias que eu tenho a certeza que estou rodeada das melhores pessoas do universo. Vocês são minha família, minha vida ❤

 

Abril ➳ Começar as entrevistas para o TCC e estrear em grande estilo com o Carl Honoré (Carlinhos, nosso brother). Um dia para aprender o quanto é importante desacelerar.

Abril ➳ Ir à praia novamente com mais pessoas queridas e entender que, na verdade, eu nunca estive sozinha.

 

Maio ➳ Abraçar as meninas do Depois das Onze e ainda escutar a Gabie me desejar “boa sorte” com meu ruivo.

 

Maio ➳ Ouvir o Ed cantar Give Me Love pela segunda vez na vida.

 

Junho ➳ Ter a coragem de cortar o cabelo curtinho e me (re)descobrir mais forte.

Julho ➳ Itacaré. Um das viagens mais incríveis que fiz (e farei) na vida, com uma energia que não vou encontrar em nenhum outro lugar.

 

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2017 acabou. Posso ouvir um amém? Dezembro diz adeus e meu primeiro mês com posts todos os dias igualmente. Esse último post é quase como uma retrospectiva, o meu tchau, 2017. E um olá a todas as surpresas, conquistas, problemas, dores de cabeça e sorrisos que 2018 me reserva.   Começando com a contagem regressiva […]

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28 dezembro, 2017

Ontem eu não consegui postar no blog. Eu até poderia dar um jeito, mas passei a manhã editando um vídeo sobre um corretivo vegano, que aqui está – a tarde fazendo uma tatuagem maravilhosa – em breve tem post, vídeo, tudinho! – e à noite, em meio ao cansaço, uma dorzinha no braço graças a agulha da doação de sangue e meu cachorro doente, a cama foi minha melhor amiga. Dia 27 não teve post no blog. Eu prometi a mim mesma que em dezembro criaria conteúdo diariamente. Mas dia 27 não rolou.

PARE DE PERCEBER O ERRO

Normalmente, minha primeira reação seria a culpa. Eu poderia ter acordado mais cedo ou ido dormir mais tarde. Eu poderia ter me esforçado mais, superado as dificuldades e encontrado a inspiração, o tempo e a vontade. Mas eu não fiz. E, ontem, pela primeira vez, diferente de muitos comportamentos negativos do passado, eu entendi que está tudo bem.

 

Eu lembrei de um vídeo – ou era um post? – da Fran Guarnieri, minha guru da organização. Ela falava como nós sempre colocamos na nossa listinha de afazeres mais itens do que o possível de se realizar dentro da nossa rotina. Mas nós insistimos mesmo assim, acreditando que seremos capazes. Esse sentimento de confiança é ótimo, mas a frustração ao fim do dia, não.

 

Isso acontece porque nós sempre percebemos o erro primeiro. Ao invés de olhar para aquela listinha e ver como você riscou mais da metade das coisas, nós nos concentramos nas cinco que faltaram. Nas cinco que não conseguimos concluir. E essas cinco ficam na nossa cabeça, enquanto você pensa: talvez, eu não fosse tão capaz assim. Sendo que, na realidade, você idealizou um dia impossível, fora dos seus padrões e que, no fundo, você sabia que seria praticamente irrealizável. Não importa, aquelas cinco coisas te martirizam e surgem os sentimentos de raiva, culpa, insatisfação e de fracasso.

 

Por que não nos concentramos no que conseguimos fazer? Nos itens que riscamos na lista de afazeres? Por que o erro ocupa tanto espaço? Por que ele consegue se sobrepor a todas as pequenas ou grandes conquistas? Por que é nosso impulso perceber o erro primeiro, antes de qualquer coisa boa?

 

Talvez, porque somos pressionados a buscar a perfeição. Talvez, crescemos acreditando que nossos erros, não nossas qualidades, nos definem. Talvez, alimentar a crítica é um vicio e as pessoas ao nosso redor, por sempre perceberem o erro, não nos mostraram como somos capazes. Talvez, porque a grama do vizinho parece mais verde e a comparação é um poço quase sem saída.

 

Pense que a sua lista de afazeres é uma metáfora. Perceber o erro primeiro é um padrão de comportamento negativo que se aplica à qualquer área da nossa vida. A minha falha no dezembro todo dia, nas conversas do cotidiano, quando alguém pede uma opinião ou mostra algo, ao observar a atitude de alguém, entre outras possibilidades. Nós sempre percebemos o erro antes de apontar qualquer coisa boa.

 

Às vezes, usamos o erro para nos diminuir. Quantas vezes alguém te elogiou e você acrescentou um ah, mas apontando um erro? Nós nos sentimos culpados em errar e quando estamos certos nos sentimos culpados por acertar. Errar é imperdoável e acertar é desumilde. É como um caminho sem saída em que a única solução é continuar apontando os erros de todos os lados.

 

Mas deixa eu te contar um segredo: você sempre vai errar. Eu sempre vou errar. Nós duas sempre teremos erros aos quais apontar. Mas a questão é: vale a pena? Não.

 

Ontem, quando eu decidi dormir ao invés de levantar 22h30 e ir preparar um post, eu pensei: durante 26 dias, eu postei no blog, escrevi texto, tirei foto, editei vídeo, arrumei SEO e um único dia não vai tirar o meu mérito. Boa noite. Amanhã eu compenso com dois posts e aqui estou eu.

 

O erro é um sinal de que nós estamos tentando. E isso vale mais do que qualquer listinha de afazeres riscada por completo. Não é o erro que define quem você é ou quem você será, mas, sim, as suas atitudes diante dele. O que nos falta, muitas vezes, é a maturidade para lidar com esses erros. Lidar não é ficar chorando no canto se culpando e pensando que poderia ter feito diferente. Lidar é encontrar soluções e aproveitar para aprender no meio desse caminho.

 

Então, que tal a gente parar de perceber o erro primeiro? Aprender a elogiar mais e focar nas coisas positivas. Reconhecer as pequenos desafios superados diariamente e agradecer pelo progresso, não chorar por quanto ainda falta.

 

Porque assim como o erro faz parte de tudo o que faremos na vida, nós sempre teremos uma outra chance de acertar ❤ 

 

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7 dezembro, 2017

Ah, o natal. Quando a cidade se enche de luz, os gatos se divertem com os enfeites nas árvores, as crianças se preparam para a chegada do bom velhinho e os adultos, mesmo que não acreditem nessa fantasia, também são capazes de sentir o espírito natalino nos pequenos detalhes. Deu para perceber que eu amo essa época, não é?

transforme seu natal

É o momento de rever o seu ano, planejar seus próximos passos, reencontrar pessoas queridas, arrancar sorriso, se permitir sonhar, ter esperança e acreditar um pouquinho na magia que nos cerca. Magia que não está nos contos de fadas, mas nos pequenos gestos que confortam nosso coração quando deitamos a cabeça no travesseiro. Magia que te faz acreditar que amanhã será, sim, um dia melhor.

 

Porque, no fim, o natal não é sobre decoração, presentes, amigo secreto e chocotone. É claro, tudo isso faz a data ser ainda mais gostosa. Mas em dezembro nós temos a chance de lembrar o nosso propósito e acreditar que chegou a hora de se tornar a melhor versão de nós mesmos.

 

Por isso, decidi separar nesse post 6 atitudes que você transforme seu natal. Mesmo se você não gosta da comemoração, tem uma memória ruim ou, simplesmente, acha que essa é uma data criada pelo capitalismo (o que é real), essas 6 atitudes te ajudarão a evoluir como pessoa. Não tem a ver com a ceia, a piada do pavê ou o champanhe à meia noite, mas com deixar uma marca positiva por onde passa. Tem a ver com confortar seu coração, abrir sua mente e se permitir. Aproveite essa chance de transformar o espírito natalino em algo ainda maior e tornar o seu último mês do ano algo memorável.

 

Seja gentil 🎅

 

Pare de viver no automático. Perceba as pessoas ao seu redor. Elogie. Dê um bom dia. Ofereça ajuda. Sorria. Acene. Abrace. Defenda. Escute. Apoie. Enxergue.

 

Ser gentil no natal não é só sobre pegar uma cartinha de uma criança no correio, doar as roupas que não usa mais ou ajudar uma instituição de caridade. É sobre entender que nós vivemos compartilhando energias e que um pequeno gesto pode mudar tudo.

 

Quem recebe uma gentileza, não esquece. Quem é gentil, faz uma escolha sábia que tem um impacto positivo em ambas as partes, mesmo sem exigir um retorno. Porque ser gentil é um ato altruísta. E em uma sociedade tão egoísta, ter alguém fazendo algo pelo outro é revolucionário.

 

Tire um tempo para você 🎅

 

Um tempo para pensar sobre a pessoa em quem deseja se tornar. Um tempo para fazer aquele curso que adiou durante o ano todo, para escutar suas músicas favoritas, terminar aquele livro que ficou em cima do criado mudo. Um tempo para tomar um banho longo, arrumar o cabelo, arrumar o quarto, arrumar a bagunça – exterior e interior.

 

Você merece. Se antes eu te pedi para parar de viver no automático, o natal também é uma boa oportunidade para parar de correr. Para desacelerar.

 

Lembre-se que o sucesso em todas as áreas da sua vida está atrelado ao seu nível de desenvolvimento pessoal. Dificilmente, você terá uma carreira ou uma vida amorosa de sucesso se você não dedica um tempo para evoluir como pessoa, para olhar para dentro de si e refletir sobre mudanças – isso eu aprendi em um livro que comentei neste vídeo.  

 

Tirar um tempo para você também é um ato de gentileza.

 

Aprenda a perdoar 🎅

 

Já que o natal prega pela união, por que não deixar as mágoas de lado? A mágoa é um sentimento que alimenta a raiva, a vingança e o nosso sofrimento. Acreditar no imperdoável é um convite para se auto sabotar.

 

Saber perdoar não é uma característica apenas de pessoas muito evoluídas. Não é também diminuir os erros alheios ou proteger os supostos culpados, mas, sim, a escolha de ter uma vida mais leve, saudável e feliz. Significa que você seguiu em frente e a dor não tem mais espaço para ecoar e alimentar sentimentos ruins.

 

E muito além de alcançar o perdão, se autoperdoe. Se livre da culpa, reconheça seus erros, mas saiba valorizar os seus acertos. Você tem a chance de mudar, então faça isso ao invés de remoer erros antigos. Você também merece o perdão.

 

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Ah, o natal. Quando a cidade se enche de luz, os gatos se divertem com os enfeites nas árvores, as crianças se preparam para a chegada do bom velhinho e os adultos, mesmo que não acreditem nessa fantasia, também são capazes de sentir o espírito natalino nos pequenos detalhes. Deu para perceber que eu amo […]

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