DESCOMPLICANDO O VEGANISMO
RECEITAS VEGANAS
Transição para o veganismo


30 dezembro, 2016

coisas boas que aconteceram em 2016

2016 não foi um ano fácil, convenhamos. Tanto na vida pessoal de muitos, quanto para o mundo. Dava para sentir essa energia pesada no ar, sério! Afinal, toda semana era um 7×1 diferente. Mas, tentando afastar o lado negativo que esse ano tentou trazer ao máximo à tona, eu separei 50 coisas boas que aconteceram em 2016. Não comigo e, sim, no geral. Foi difícil? Sim, foi bastante. Como foi. Passei quase duas semana tentando relembrar qualquer coisa, sério, qualquer coisinha incrível que aconteceu nestes 365 dias caóticos. Por isso, teremos nessa lista séries, músicas, muito Razões Para Acreditar, filmes e até Anitta. Por que não precisa ser algo gigantesco para marcar de uma forma boa, certo?

 

Eu espero que em 2017 eu não tenha dificuldade em listar momentos bons que aconteceram e espero que ao final do post você pense é, realmente, 2016 não foi de todos os males o pior. É assim o ditado? Não sei, não importa, vocês entenderam, então, vamos aos pontinhos de cor e amor que esse ano nos deixou 💜

 

➳ Uma adolescente de 12 anos criou um aplicativo para ajudar a avó com Alzheimer

➳ O lacre da Rafaela Silva nas Olimpíadas

➳ A Cerimônia de Abertura das Olimpíadas no geral

➳ Vai ter curta-metragem LGBT, sim!

Work, work, work!

➳ Eduardo Cunha foi preso

➳ Medo Bobo, 10%, 50 reais…

➳ O Pedro pediu água de aniversário e distribuiu 14 mil litros no sertão do Ceará

➳ Stranger Things abalou a internet

coisas boas que aconteceram em 2016

➳ E aí veio The OA para confundir ainda mais nosso cérebro

Ganhamos uma heroína: Jessica Jones

➳ Vai, não se esconde, vem pro sapabonde!

Okay, ladies, now let’s get in formation

➳ Ana Paula Padrão falando de feminismo para os macho no reencontro do MasterChef Profissional

 

 

➳ Sempre tem um tatuador mara aqui ou ali

➳ Nasceu o Baby Henrique

➳ E o Fernando e a Nina, em um parto domiciliar de arrepiar

2016 não foi um ano fácil, convenhamos. Tanto na vida pessoal de muitos, quanto para o mundo. Dava para sentir essa energia pesada no ar, sério! Afinal, toda semana era um 7×1 diferente. Mas, tentando afastar o lado negativo que esse ano tentou trazer ao máximo à tona, eu separei 50 coisas boas que aconteceram em […]

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21 outubro, 2016

Há, aproximadamente, dois meses eu decidi me tornar vegana. Isso, para mim, de imediato significou basicamente começar uma dieta vegetariana estrita, pois até o momento eu era ovolactovegetariana. Ué, Luana, então você é vegana ou não? Sim. E não. Porque, apesar de não consumir mais nada de origem animal, eu ainda peco em relação às marcas e outros detalhes. O veganismo é um processo. Diversos elementos da minha vida envolviam exploração animal e não é tão simples assim acordar um dia, jogar tudo no lixo e começar do 0. Quem dera se fosse.

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Ser vegana não é só sobre a minha alimentação, sabemos disto. É sobre não financiar a exploração animal e isso não se dá somente na carne, ovos e leite, mas desde o amaciante que eu uso nas roupas até o meu batom. Quem acompanha o blog há um tempo, sabe que, por exemplo, eu faço low poo vegano, ou seja, tudo o que eu uso nos meus fios é cruelty free e sem nada de bichinhos. Por outro lado, quem compra produtos de limpeza aqui em casa é a minha mãe e eu não posso exigir que ela use determinada marca porque minhas convicções dizem que usar OMO é antiético.

 

E, então, eu vou me definir como? Se eu tento incluir o veganismo em tudo o que eu posso na minha vida, mas, ao mesmo tempo, não sou, teoricamente, 100% vegana? Se eu ainda estou aprendendo, evoluindo e descobrindo? Porque, caramba, cada dia que passa é uma surpresa.

 

Eu já passei pela fase de me sentir culpada por acabar comendo algo que tinha sazon vermelho e eu não sabia. Não me aterrorizo mais por coisas que estão fora do meu controle, por deslizes, por atitudes que ocorrem em decorrência da falta de informação. Eu sei que eu me preocupo com o meio ambiente, a minha saúde e quero viver um estilo de vida livre, sem crueldade. Na minha cabeça, a partir do momento em que eu começo a colocar essas coisas em prática, eu sou vegana.

 

Existe uma pressão muito grande dentro da própria comunidade para que se faça tudo da maneira “certa”. Se você é vegetariano, está errado, porque tomar leite e comer ovo também é cruel. Se decide virar vegano, não pode comprar da marca X, porque ela tem produtos de origem animal, mesmo que aquele determinado item não tenha. Tem até uns que falam que comer linguiça de soja é errado, porque é querer imitar um produto que vem da morte de um bicho. Tem gente para criticar tudo. E isso me deixou receosa em falar que sou vegana (ou tentante) aqui no blog.

 

Mas, apesar dos pesares, eu, Luana, a partir daquele dia em que pensei não, agora é pra valer, me autodenomino vegana. Principalmente para os outros. Imagine se eu chegasse em todo lugar novo e falasse que sou vegetariana estrita, vegana em transição? Só ia afastar as pessoas desse estilo de vida, não aproximá-las, que é a ideia, certo? Por esse mesmo motivo, eu me autodenominava vegetariana, não ovolactovegetariana.

 

Há, aproximadamente, dois meses eu decidi me tornar vegana. Isso, para mim, de imediato significou basicamente começar uma dieta vegetariana estrita, pois até o momento eu era ovolactovegetariana. Ué, Luana, então você é vegana ou não? Sim. E não. Porque, apesar de não consumir mais nada de origem animal, eu ainda peco em relação às […]

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24 julho, 2016

Nesses últimos dias, diversas coisas aconteceram e me fizeram pensar sobre a tal armadilha do ego. Eu queria que o post de hoje fosse sobre feminismo, mas acho que, no fim das contas, graças ao que se passa na minha mente, acabaríamos nesse tema igualmente (mas se quiser ler sobre feminismo, clica aqui). Vem, senta, pega um chá e vê se consegue acompanhar o meu raciocínio.

ARMADILHA DO EGO

Vamos começar pelo fato de que eu sou viciada em MasterChef, do tipo deixo de sair para ficar em casa assistindo. Calma, você vai entender. Eu torço, choro e não tenho vergonha de admitir que caí nas graças de um reality show. E, desde o começo, o Lee está entre os meus favoritos. Caso você não conheça, Lee é o fofinho senhor japonês que tem um projeto de abrir um laboratório para evitar o desperdício de alimentos.

 

Ideia muito bonita, certo? O último programa, no entanto, me fez pensar muito sobre a personalidade do Lee. A maioria dos participantes acredita que as atitudes dele não condizem com o seu sonho, seus, supostos, ideais. E o próprio Lee critica os outros por serem ricos, bonitos e nunca terem passado algum tipo de necessidade. Se é marketing, não sei. Mas isso ficou na minha cabeça.

 

Um outro caso, grupos de veganismo. Semana retrasada me deparei com uma menina afirmando que se considerava superior por ser vegana e que os vegetarianos são hipócritas por ainda comerem derivados. Muita gente discordou, mas fiquei surpresa com os poucos gatos pingados que concordaram que são superiores por não comerem nada de origem animal, desmerecendo totalmente a vontade e esforço alheio.

 

Mais um: posts de colegas feministas criticando outras migas feministas que são a favor da regulamentação da prostituição. Outro: eu julgando a Kefera como “defensora dos animais” bem entre aspas por ter comprado um animal. E por aí vai…

 

Luana, o que você quer dizer com tudo isso? Eu quero dizer que em todos esses casos caímos em uma armadilha do ego. Não interessa o quanto você considere as suas atitudes mais espirituais, corretas e justas, quando você se coloca como superior, seu ego tomou a frente dos seus pensamentos.

 

Nesses últimos dias, diversas coisas aconteceram e me fizeram pensar sobre a tal armadilha do ego. Eu queria que o post de hoje fosse sobre feminismo, mas acho que, no fim das contas, graças ao que se passa na minha mente, acabaríamos nesse tema igualmente (mas se quiser ler sobre feminismo, clica aqui). Vem, senta, […]

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