DESCOMPLICANDO O VEGANISMO
RECEITAS VEGANAS
Transição para o veganismo


14 junho, 2016

Se você me conhece, provavelmente, já me ouviu falar sobre a Juliana Goes. Ela é o meu exemplo de ser humano. Eu nunca entendi muito bem toda essa loucura em torno dos youtubers, mas a Juliana merece toda a minha admiração. Eu a considero praticamente a minha guia espiritual e amiga para todas as horas. Às vezes, quando eu preciso me acalmar, eu coloco até mesmo os seus vídeos de tutorial de maquiagem para assistir. O jeito que ela pensa e executa as coisas me encanta. Ju, sério, quando eu crescer, quero ser como você!

JULIANA GOES - ZEN APP

Então, imaginem a minha animação quando soube do lançamento do Zen. Corri para baixar e prestigiar mais um trabalho incrível dessa mulher, que está sempre tentando deixar um pouquinho de positividade na vida de quem a acompanha. O Zen é a série de vídeos de reflexões que a Ju fez no fim de 2015 em forma de aplicativo.

 

Você pode baixá-lo gratuitamente e ele é dividido em cinco partes: reflexões, relaxe, meditações, humor e perfil. Na primeira, você encontra frases divididas em cinco categorias, sendo elas motivação, harmonia, inspiração, sucesso, superação, reflexões e favoritas. Cada dia é uma frase diferente para você ler, mentalizar e até enviar para alguém que precise por e-mail, whatsapp ou postar no instagram.

 

A seção relaxe tem barulhinhos agradáveis, desde chuva com raios até neve na floresta, para você escutar e relaxar sem hora para acabar. São muitas opções de sons, mas nem todos estão liberados na versão grátis. Minha amigas tiram sarro da minha cara quando eu preciso fazer um trabalho no laboratório cheio de gente e coloco no fone de ouvido música instrumental para concentração nos estudos. O Zen quebrou esse galho para mim!

zen app - juliana goes - meditações guiadas

Se você me conhece, provavelmente, já me ouviu falar sobre a Juliana Goes. Ela é o meu exemplo de ser humano. Eu nunca entendi muito bem toda essa loucura em torno dos youtubers, mas a Juliana merece toda a minha admiração. Eu a considero praticamente a minha guia espiritual e amiga para todas as horas. […]

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20 abril, 2016

babacas com boas referências

Preparem-se: esse post é um desabafo.

 

Normalmente, na primeira aula de um professor, sempre rola uma dinâmica básica: seu nome, o que você gosta, quantos anos você tem, porque escolheu o curso… E até aí, tudo bem. Mas entre em uma sala de jornalismo (e tantas outras salas simbólicas) e pergunte “qual o seu livro ou filme favorito?”. Aí de mim se responder Miley Cyrus e High School Musical. Ops. Quer dizer, aí nada! Demorei dois anos para desconstruir isso e entender que, não, mon amour, você não é melhor porque seu livro preferido é do Nietzsche – que, inclusive, eu precisei pesquisar para escrever.

 

Acho ótimo você se interessar pelos clássicos, Samuel Beckett, filmes independentes, Kubrick, e todo esse blábláblá underground, fora da indústria cultural (como eu cansei de escutar isso no jornalismo, socorro!), alternativo, que não tem espaço na mass media. Cara, parabéns, sério mesmo. Eu também tenho o meu lado que procura, analisa e tem curiosidade por coisas diferentes. Só que entenda uma coisa, é simples, eu juro. Dane-se. Ninguém quer saber. Ninguém se importa. Você não subiu dois degraus na escada da vitória por entender Kafka e escutar só MPB.

 

Eu entendo que temos gostos diferentes. Eu gosto de pop, você de rock. Eu gosto de terror, você de drama. O problema, no entanto, começa quando você subestima e inferioriza outras pessoas porque elas gostam de One Direction, livros chick-lit ou filmes de comédia romântica com a Jennifer Aniston. Quando você chama essas pessoas de alienadas ou diz que elas não têm cultura.

 

Preparem-se: esse post é um desabafo.   Normalmente, na primeira aula de um professor, sempre rola uma dinâmica básica: seu nome, o que você gosta, quantos anos você tem, porque escolheu o curso… E até aí, tudo bem. Mas entre em uma sala de jornalismo (e tantas outras salas simbólicas) e pergunte “qual o seu […]

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15 janeiro, 2016

[TW: violência sexual]* Se você pretende assistir à série e não gosta de spoilers, bom, é melhor ir pular para o próximo post! Que tal esse sobre sororidade? No entanto, fique com a seguinte ideia em mente: jamais, nunca, em hipótese alguma devemos aplaudir o agressor. Estuprador não é o mocinho da história. Com isso dito, ok, continue descobrindo o blog e volte nesse post depois de terminar a terceira temporada da série (♥). Agora, se você já assistiu, não liga para spoilers ou só quer saber porque estou problematizando Bates Motel, vem cá!

esutpro em bates motel cultura do estupro caleb norma

Após a misteriosa morte de seu marido, Norma Bates decidiu começar uma nova vida longe do Arizona, na pequena cidade de White Pine Bay, em Oregon, e leva o filho Norman, de 17 anos, com ela. Ela comprou um velho motel abandonado e a mansão ao lado. Mãe e filho sempre compartilharam uma relação complexa, quase incestuosa. Trágicos acontecimentos vai empurrá-los ainda mais. Todos eles agora compartilham um segredo obscuro.

 

Talvez eu cometa alguns erros em relação à história, então, me perdoem. Sinto vontade de escrever sobre isso há muito tempo, mas acabei esquecendo detalhes do enredo. O que importa é: nunca ninguém parou para pensar o quão errado é a relação entre a Norma e o Caleb, seu irmão que a estuprou na adolescência?

 

Desde a sua primeira aparição, fiquei incomodada com o fato dele se comportar como alguém inofensivo, que busca uma reconciliação depois de tantos anos. Norma permanece no início com a imagem da mulher louca, conspirando contra o irmão injustiçado – até que o seu lado da história seja revelado. Como se não bastasse, quando Dylan descobre que Caleb a estuprava, ao invés de oferecer apoio à sua mãe, eles começam uma discussão que apenas termina quando Norma revela outro segredo envolvendo Dylan.

 

[TW: violência sexual]* Se você pretende assistir à série e não gosta de spoilers, bom, é melhor ir pular para o próximo post! Que tal esse sobre sororidade? No entanto, fique com a seguinte ideia em mente: jamais, nunca, em hipótese alguma devemos aplaudir o agressor. Estuprador não é o mocinho da história. Com isso […]

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