14 junho, 2017

Alguém aqui virou testadora oficial de produtos da Phytoervas™. Eu adoro a marca! Primeiro, pela qualidade, depois vem os outros quesitos como: acesso, preço, embalagem, não ter, em sua maioria, nenhum ingrediente animal na composição e ser liberado para low poo (se você não sabe o que é isso ou quer saber sobre a minha transição, vem cá). Eu sempre penso ok, vou testar outro shampoo, mas, não adianta, 80% das vezes eu me rendo à Phytoervas. Por isso, cá estamos nós com uma outra resenha (a primeira é um dos posts mais vistos do blog!), dessa vez, sobre o shampoo cor resistente, cachos e o ativador de cachos.

RESENHA PHYTOERVAS

Lembrando que a marca não é 100% natural, com ingredientes totalmente confiáveis. Com a ajuda da EWG (The Environmental Working Group) vamos investigar os ingredientes dos produtos que citarei, mas, por outro lado, só o fato de não ter sal, sulfato, corante e parabenos merece destaque. Outro ponto importante é sempre ler na embalagem se, realmente, a fórmula do produto é livre de ingredientes animais, pois a Phytoervas e a Nasha pecam bastante no sentido de esclarecer algumas dúvidas sobre essa questão. 

 

Vamos ao que eu achei dos produtos, então? 

Não tem foto, porque jogaram meus potinhos no lixo antes de eu ter a chance 😢

Outra obervação: todos eu usei com o condicionador da Yes To Carrots.

 

❤ COR RESISTENTE – ROMà❤

RESENHA PHYTOERVAS - SHAMPOO COR RESISTENTE

Decidi comprar o shampoo dessa linha depois de pintar meu cabelo de ruivo (vem ver minha saga com a cor aqui!). Querendo ou não, esse tom desbota por natureza, mas eu achei que variar do ruivo para o quase loiro já era além dos limites. Então, assim que troquei de tinta, comprei esse shampoo na esperança de que ele fosse me ajudar.

 

A conclusão é de que, sim, ele ajudou, mas eu também acho que a tinta da Avora tem muito a ver com isso. Diferente da L’Óreal, ela desbota para o cobre, não tanto para o loiro. Estou dando, porém, um voto de confiança ao cor resistente da Phytoervas.

 

Ele não faz milagres. Em duas semanas após retocar, meu tom já mudou. Mas é bem diferente em comparação às primeiras vezes em que eu pintava e na próxima lavagem a cor do cabelo estava visivelmente diferente. Ruivas entenderão meu drama.

 

No geral, eu acho existem shampoos para manter cor melhores. Esse não é ruim, mas com o meu tom, talvez, eu precise de um mais potente. Se a sua cor não desbota tanto, vai fundo.

 

Ele não melhorou queda, nem piorou, não senti que tira a sujeira tão bem quanto o de Jaborandi, mas é ok, e eu não senti diferença na maciez ou no brilho, como com o Iluminador. O cheiro é uma delícia, bem frutado, e ele não ressecou em nada meus fios, só manteve como eles estavam antes, dando uma segurada na cor.

 

E os ingredientes?

 

Risco médio: cocamidopropyl betaine, methylchloroisothiazolinone, ethylhexyl methoxycinnamate, benzyl benzoate, hexyl cinnamal,

Risco alto: methylisothiazolinone, parfum, amyl cinnamal, benzyl salicylate, geraniol e hydroxycitronellal.

Não estavam disponíveis no EWG: sorbeth-450 tristearate, PEG-9 cocoate, PEG-32 distearate, PEG-175 distearate, punica granatum extract, PEG-8 PG-coco-glucoside dimethicone.

 

O restante é considerado seguro. Temos de 26 ingredientes, 5 com risco médio e 6 com risco alto, ou seja, cerca de 42% dos ingredientes não são totalmente seguros, sem contar os que não foram avaliados. É, não é uma boa média.

 

AVALIAÇÃO FINAL:

 

Proposta na embalagem: 3,5

Limpeza: 3,5

Brilho: 2

Maciez: 2,5

Controle do frizz: 2

Queda: 3

Cheirinho: 4

Ingredientes: 2

 

Média: 2,3/5.

 

❤ CACHOS – PRACAXI E BAOBÁ ❤

RESENHA PHYTOERVAS - SHAMPOO CACHOS

Depois de me irritar com o ruivo, foi a vez de cismar com meu ondulado. Parece que meu cabelo cresceu, perdeu a forma, começou a pesar e aí o ondulado desandou. Ficava bem definido na raiz, liso nas pontas, com frizz na franja, mais ondulado de um lado do que do outro, enfim, uma bagunça. E desde que comecei o Low Poo eu nunca tinha usado algo específico para cachos, então, decidi me arriscar.

 

CONTINUE LENDO ♥

RESENHA PHYTOERVAS

Alguém aqui virou testadora oficial de produtos da Phytoervas™. Eu adoro a marca! Primeiro, pela qualidade, depois vem os outros quesitos como: acesso, preço, embalagem, não ter, em sua maioria, nenhum ingrediente animal na composição e ser liberado para low poo (se você não sabe o que é isso ou quer saber sobre a minha […]

Leia mais



TAGS:






8 março, 2017

Mais um livro do Stephen King, Luana? Acho que eu vou mudar o nome da categoria “Na Estante” para “Eu amo o SK”. Juro que, em breve, volto para falar sobre a série Eu, Tu e Ela do Netflix e a minha experiência ao ler Heir em inglês, A Herdeira da série A Seleção. Por enquanto, vamos nos ater ao meu autor favorito mesmo, lhes apresento, então, A Maldição do Cigano ou só A Maldição.

a maldição do cigano

Este foi um livro que ganhei há uns bons anos de presente em um amigo secreto. Fiz uma lista de livros e entre eles estava “qualquer livro do Stephen King (sem ser os que já tenho)”. Não especifiquei porque, né, esse é um dos autores que tenho quase certeza que irei gostar lendo qualquer coisa. Dito e feito.

 

A história é a seguinte: Billy Halleck é um advogado de 113 quilos, com uma esposa fumante e uma filha chamada Linda (amo esse nome!). Sua vida, bem-sucedida, se transforma após atropelar uma cigana. Não porque ele é preso. Não, não. Seu amigo é o juiz e Billy sai ileso do crime. Só que, como a sinopse do livro conta, se a justiça da cidade é falha, a dos ciganos será certeira.

 

Na hora em que Billy sai do tribunal, um velho cigano toca o seu rosto e diz as palavras “mais magro”. Puff. O homem começa a perder peso inexplicavelmente. De 113 para 85, 78, 71… Explicações racionais não são o suficiente e Billy sai atrás de respostas, buscando a sua própria forma de justiça.

 

“Sabe qual é a moral da história William? Certos caras, muitos caras, não acreditam no que estão vendo, principalmente se isso for contra a maneira como querem comer, beber, pensar ou acreditar. Eu não acredito em Deus, mas se o visse acreditaria. Não andaria por aí dizendo: “Bem, isso foi um grande efeito especial.” A definição de um imbecil é um cara que não acredita no que vê. Pode escrever o que eu digo.” (Página 198)

 

Não se engane pela minha sinopse mais ou menos. Stephen King conseguiu explorar a fundo por meios dos personagens sentimentos humanos como raiva, vingança e egoísmo. Até um pouco parecido com Joyland (tem resenha aqui!), mas essas 216 páginas têm, realmente, bem mais suspense e tensão.

 

O autor mostra como somos capazes de colocar a sujeira embaixo do tapete para nos livrar da própria culpa e como cada um tem sua própria forma de justiça, seja ela olho por olho, a indiferença ou os extremos. Sem falar na exclusão dos ciganos, que aparece para mostrar nossa tendência a excluir tudo o que é diferente, que coloca em dúvida nossos hábitos ou estilo de vida. 

a maldição do cigano RESENHA SETEPHEN KING

A leitura é bem fácil, dá para ler no metrô – esse é meu termômetro. O narrador é em terceira pessoa, permitindo que você analise o que acontece em diferentes perspectivas. Mesmo assim, não há detalhes em excesso, mas o suficiente para que você se veja intrigado. Só pelo título dos capítulos você se vê ansioso e extremamente curioso para saber o que irá acontecer em seguida. Tipo How To Get Away With Murder versão obra literária.

 

E se livros bons são livros com finais bons, esse merece uma salva de palmas. É surpreendente. Não há outra palavra para descrevê-lo. Não deixou nada a desejar. Com as últimas linhas, você se pergunta se a justiça foi realmente feita e lembra de uma das frases do cigano que amaldiçoou Billy: nada de quites, homem branco da cidade. Nunca. Não é à toa que o sinal da justiça é uma balança.

 

Você passa o livro inteiro angustiado para descobrir o que está na próxima página e, no final, se vê questionando a sua própria vida. Talvez, a da sociedade em um todo. Stephen King e a arte de tornar livros de terror em um grande questionamento. Será que estamos sendo justos?

 

“Quando você se vê sendo apagado quilo por quilo, como uma complexa equação sendo apagada do quadro-negro linha por linha e cálculo por cálculo, isso produz algo em seu senso de realidade. Sua própria realidade pessoal, a realidade em geral.” (Pág. 193)

 

Ok, prometo que a próxima resenha não será do Stephen King! Ah, gente, mas o cara é tão bom… Quem aí também ama? Ou leu A Maldição? Ou viu o filme? Me contem nos comentários!

 

 ❤️ Outros posts que você pode gostar ❤️

 

Três coisas sobre você

➳ 5 filmes de terror para assistir no Netflix

O estupro em Bates Motel: agressor não é mocinho

Misery, Louca Obsessão

➳ A história de uma família perturbadora

Livros para ler em um dia

 

❤️ Vem passear na categoria Na Estante ❤️

Vamos amar o Stephen King nas redes sociais também:

Instagram l Facebook l Twitter l Pinterest l Youtube

A MALDIÇÃO DO CIGANO

Mais um livro do Stephen King, Luana? Acho que eu vou mudar o nome da categoria “Na Estante” para “Eu amo o SK”. Juro que, em breve, volto para falar sobre a série Eu, Tu e Ela do Netflix e a minha experiência ao ler Heir em inglês, A Herdeira da série A Seleção. Por […]

Leia mais



TAGS:






6 fevereiro, 2017

Ok, eu acho que esse blog só vai ter resenhas do Stephen King, mas, gente, como não gostar dos livros dessa pessoa? Deixando (um pouco) o fangirling de lado, vamos conversar sobre Joyland, livro que me acompanhou durante meus ataques de medo nos voos de ida e volta para Santa Catarina. Admito que o que me atraiu de primeira foi a capa, uma moça ruiva com uma câmera na mão e um parque em chamas. Quero!

RESENHA JOYLAND STEPHEN KING 2

Se o livro condiz com a capa instigante? Não tanto quanto eu imaginava. Até porque ainda não entendi qual é a do incêndio. Mas, ainda assim, é um livro bom, que me envolveu de um jeito bem diferente em comparação aos outros do SK. Tem dúvidas? Bom, eu chorei no final. Pois é, um livro do Stephen King me arrancou lágrimas. Isso porque Joyland é mais do que um livro de suspense, ele fala sobre amadurecimento, perdas, amizade e a “invencibilidade” da juventude, tudo em um clima tão nostálgico que vai te deixar melancólica depois de fechá-lo pela última vez. 

 

Joyland não vai te deixar roendo as unhas, com frio na espinha ou dormindo de luz acesa por uma semana. Você não sabe ao certo se está lendo uma ficção policial, uma história de terror ou um romance qualquer. Ok, qualquer não. Um romance do Stephen King. Tanto que meu pai me perguntou sobre o que era o livro quando estava na página 100 e eu simplesmente não sabia responder. Isso me incomodou um pouco no começo, porque eu estava esperando um quê de suspense, talvez algumas mortes e reviravoltas chocantes. Só que isso não acontece. 

 

Profunda, divertida. Intenso e cativante. Emocionante e imensamente atraente. É isso o que nos diz a capa e contracapa. E é isso que Joyland, de fato, é. Se você é fã do Stephen King, vai devorar as páginas esperando alguma surpresa. Que não vem. Não em grande estilo. Quem sabe, essa seja a graça. Não é sobre ficar ansioso e com medo, mas sobre se apegar aos personagens e desvendar aos poucos, em passos lentos, o traço sobrenatural da história, enquanto as experiências do personagem principal vão nos rendendo bons diálogos e aprendizados.

 

CONTINUE LENDO ♥

TESTE

Ok, eu acho que esse blog só vai ter resenhas do Stephen King, mas, gente, como não gostar dos livros dessa pessoa? Deixando (um pouco) o fangirling de lado, vamos conversar sobre Joyland, livro que me acompanhou durante meus ataques de medo nos voos de ida e volta para Santa Catarina. Admito que o que […]

Leia mais



TAGS:










Veja o que acontece por aí