DESCOMPLICANDO O VEGANISMO
RECEITAS VEGANAS
Transição para o veganismo


16 abril, 2018

Se eu precisasse elencar os cinco tipos de comidas que aquecem meu coração e alegram meu paladar, os itens expostos em um balcão de padaria entrariam para o ranking. Pão francês, pão doce, pães recheados, pão de queijo, pão na chapa, sonhos, carolinas, bomba de chocolate, mini tortinhas e outras infinidades de delícias que te deixam salivando só de pensar. Acontece que 98% das comidas de padaria levam na composição leite ou ovo. Isso significa que, quando eu visito a padaria do bairro, uma das minhas únicas escolhas é o bom e velho pão francês. Nada contra a casquinha crocante e o miolo macio, mas uma padaria vegana cairia bem.

 

Felizmente, esse sonho se tornou realidade. Tanto o meu sonho de tomar um café da manhã farto em uma padaria vegana quanto, literalmente, o sonho, aquela massa macia com um creminho doce e açúcar por cima – que, adianto, em sua versão vegana é idêntico ao tradicional. Graças à salvemandioca, perfil no instagram que sempre me apresenta lugares veganos novos em São Paulo, eu conheci a Padoca Vegan, uma padaria na Vila Madalena que não usa nenhum ingrediente de origem animal.

Eu e minha namorada, decidimos, então, passar nossa manhã de páscoa na Padoca Vegan. Andamos 40 minutos de transporte público em um domingo para ir da Zona Leste à Vila Madalena e saímos de lá com um sorriso no rosto e a barriga bem cheia. A Padoca Vegana, agora, compete com a Novos Veganos pelo posto de meu restaurante/lugar vegano favorito da vida. 

 

Padoca Vegan, uma padaria vegana para morrer de amores

 

A Padoca Vegan surgiu no início de 2018 e foi inaugurada pelas chefs e sócias Kamili Picoli e Denise Consolmagno, e Renata Altheman (tem uma fotinho das três perto do caixa!). A ideia de uma padaria vegana foi resultado da parceira entre a V.A.C.A, empresa de eventos gastronômicos veganos, e o Hostel Alice. Até o início de abril, a padaria funcionava apenas aos finais de semana, das 8h às 15h, mas agora ela fica aberta ao público de terça à domingo das 7h às 15h. Maravilha, hein? Se eu morasse naquela rua, iria falir, definitivamente.

 

O lugar

padaria vegana - padoca vegan

O lugar é, consideravelmente, pequeno, se considerarmos a demanda. Chegamos lá por volta das 10h e às 10h30 havia uma fila de espera para se sentar. No interior, há uma mesa bem grande e balcões (onde nos sentamos) e mesinhas distribuídas em um pequeno espaço ao lado de fora. Você pode pedir direto no expositor e levar para casa ou sentar e esperar ser atendido pela equipe simpática da Padoca Vegan. Nós, é claro, gastamos umas boas duas horas se deliciando no balcão com vista para rua.

 

A decoração é uma gracinha, assim como todo restaurante artesanal e/ou vegano. Com uma parede de tijolinhos, plantinhas e quadros fofos a Padoca Vegana te recebe acompanhada do cheiro de pão quentinho. Localizada na Rua Harmonia, nº1275, a padaria fica a uma caminhada de 5 minutos do metrô Vila Madalena, muito tranquilo! E, é claro, os pets são bem vindos.

 

O cardápio

 

Eu esqueci de tirar uma foto, mas tomei liberdade de compartilhar com vocês as fotos usadas no post do RotaVeg sobre a Padoca Vegan. No quesito bebidas quentes, você vai encontrar café, capuccino, chocolate com pimenta, chá e café vietnamita – o pingado versão vegan. Mas também tem a parte à la Satarbucks com o frapuccino e o freakshake, que faz muito sucesso com as suas guloseimas, caldas e chantily dignos de foto para o instagram.

 

padaria vegana - menu degustação

Se eu precisasse elencar os cinco tipos de comidas que aquecem meu coração e alegram meu paladar, os itens expostos em um balcão de padaria entrariam para o ranking. Pão francês, pão doce, pães recheados, pão de queijo, pão na chapa, sonhos, carolinas, bomba de chocolate, mini tortinhas e outras infinidades de delícias que te […]

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9 fevereiro, 2018

Carnaval não é para mim. A ideia de milhares de pessoas no mesmo lugar, suando, bêbadas, gritando e homens se achando ainda mais donos dos nossos corpos me dá calafrios. Sem contar o metrô ainda mais lotado que o normal. Amo glitter, Pablo Vittar, pessoas animadas, fantasias e babys carnavalescos, mas prefiro o conforto da minha cama, minha lista no netflix ou lugares como os que eu listarei aqui para quem deseja saber onde passar o carnaval tranquilo em SP.

 

A ideia, então, é ficar longe de locais como Vila Madalena e Avenida Paulista. Tentei fugir dos clássicos ficar em casa, comer pipoca e ver 5 filmes por dia. Afinal, também existem espaços para você que, assim como eu, quer aproveitar o feriado, mas em um ritmo diferente dos bloquinhos.

 

Onde passar o carnaval tranquilo?

Bate e volta em cidades próximas a São Paulo

Pinhalzinho, Amparo, Holambra, Itu, Embu das Artes, Monte Alegre do Sul ou Campos do Jordão. Escolha um destino nos arredores da cidade de São Paulo, pegue o carro e fuja do casa comigo, sereianos ou minhoqueens. 

 

Cada cidadezinha tem o seu encanto, bons restaurantes e o ar de tranquilidade que queremos. Dá para entrar em contato com a natureza ou apenas conhecer mais da história com as simpáticas construções e museus.

 

Se você não tem um carro, veja se agências de turismo não estão organizando um bate e volta nas datas do carnaval. Jogue o nome da cidade na procura dos eventos no facebook! 

 

Olha só esse post com dicas do que fazer em um dia em Campos do Jordão!

 

Confira a programação do Sesc

 

O Sesc sempre tem várias palestras, cursos e workshops legais. Dê uma olhada no que estará rolando no Sesc mais próximo da sua casa. E, o melhor, na maioria dos casos, as atrações são gratuitas. Tem teatro, música, dança, circo, atividades envolvendo alimentação, meio ambiente, saúde, entre outros temas.

 

Carnaval não é para mim. A ideia de milhares de pessoas no mesmo lugar, suando, bêbadas, gritando e homens se achando ainda mais donos dos nossos corpos me dá calafrios. Sem contar o metrô ainda mais lotado que o normal. Amo glitter, Pablo Vittar, pessoas animadas, fantasias e babys carnavalescos, mas prefiro o conforto da […]

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3 janeiro, 2018

Quem acompanha desde o início essa saga de posts todos os dias em dezembro, viu no 31 coisas para fazer em 31 dias, que um dos meus desejos neste mês era doar sangue pela primeira vez. Essa, no entanto, é uma vontade antiga, mas algo sempre me impedia. Primeiro, a idade. Depois, o peso. Nos últimos anos, as tatuagens. Então, em 2017,, antes de enfrentar as agulhas para o quinto desenho na pele, decidi ir até um posto de coleta e, enfim, doar sangue pela primeira vez. 

DOAR SANGUE PELA PRIMEIRA VEZ COLSAN

Como é doar sangue pela primeira vez?

1º A escolha do posto de coleta

 

Muito cuidado com o Google nessa hora, pois muitos dos lugares estão desatualizados. Eu fui em dois na região da Vila Mariana e Santa Cruz (Hospital Albert Einstein e Hospital Santa Cruz) e ambos não faziam mais ou nunca fizeram a coleta. Para se sentir mais segura, pesquise opiniões, veja se conhecer o hospital, procure imagens, o que precisar.

 

Eu fui no Colsan, Associação Beneficente de Coleta de Sangue, do Tatuapé. Eles tem outras unidades espalhadas por São Paulo, as quais você consegue ver no site. Para mais postos de coleta pela cidade, clique aqui.

 

2º Cuidados antes de doar

 

Muita gente acha que você precisa ir doar sangue em jejum, mas, pelo contrário, é importante ter se alimentado antes, evitando apenas alimentos gordurosos 3 horas antes. Além disso, existem outros cuidados como não ter ingerido álcool nas 12 horas anteriores ou algumas medicações específicas, ter dormido bem e estar, no geral em boas condições de saúde. Pesquise bem sobre os critérios de inclusão e exclusão.

 

3º Na recepção, pré-triagem e triagem clínica

DOAR SANGUE PELA PRIMEIRA VEZ ENTRVISTA

Vou contar aqui como foi no Colsan, mas os processos podem ser diferentes em outros lugares. Primeiro, passei minhas informações pessoais para a recepcionista, que me encaminhou para a pré-triagem. Lá, me pesaram, conferiram meu pulso, pressão, febre, altura e fizeram um teste de anemia com uma picadinha no dedo que “doeu” mais do que a própria doação de sangue.

 

Depois, fui encaminhada para a entrevista que dura cerca de 5 minutos. São várias perguntas, dentre elas: dormiu bem? Toma alguma medicação? Tem diabetes? Fez alguma extração dentária? Tem filhos? Tem piercing ou tatuagens? E por aí vai. Estando de acordo com todos os critérios, você vai para a sala de coleta.

 

Quem acompanha desde o início essa saga de posts todos os dias em dezembro, viu no 31 coisas para fazer em 31 dias, que um dos meus desejos neste mês era doar sangue pela primeira vez. Essa, no entanto, é uma vontade antiga, mas algo sempre me impedia. Primeiro, a idade. Depois, o peso. Nos […]

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