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15 Fevereiro, 2017

Há sete meses, eu limpei o meu armário, tirei 80 peças e mantive 140 nas gavetas e cabides. Há sete meses, eu fiz este post contando sobre esse processo, autocontrole e escolhas que nos deixam mais leves. A partir daquele momento, prometi que ficaria um ano sem comprar roupas até o dia 12 de julho de 2017. Exatamente, um ano depois. Porque a ideia era ter um guarda roupa com mais equilíbrio e menos apego. Cá estou eu, para contar se essa ideia deu certo. Ou não.

UM ANO SEM COMPRAR ROUPAS

Fato é que meu guarda roupa já precisa de outra limpeza. Seja para organizar ou passar mais peças para frente. Eu levei as que separei para doação, mas, ainda assim, parece que tem coisa criando teias de aranha, esquecidas debaixo das roupas que considero prioridade. Talvez eu devesse me forçar a usar todas as roupas que tenho, me obrigando a ser criativa e pensar em novas combinações, além das que estou acostumada. Talvez eu devesse sair da zona de conforto, sem sair da zona do meu guarda-roupa.

 

Apesar de ter as minhas queridinhas e deixar algumas peças de escanteio, eu estou me virando muito bem com as 140, muito obrigada. 120, sem shorts e blusas de ficar em casa. Afinal, ninguém precisa de tudo isso para viver ou, caso esteja pensando, se vestir bem. Isso eu entendi. É possível viver com pouco. Ou menos do que se tinha.  

 

No dia a dia, eu tenho os meus momentos de: socorro, não tenho nada para vestir. Todas temos. Ainda mais quando sou “obrigada” a usar calça no curso técnico, sendo que se dependesse de mim eu usaria vestidos e saias pelo resto da vida. Eu tenho o que vestir. É só que naquele dia as peças não combinam com meu humor, a ocasião, o meu cabelo, minha maquiagem… Ou, quer dizer, é isso que meu cérebro acostumado com o consumismo pensa. Porque elas combinam. Se não combinasse, eu não teria comprado de início de conversa.

UM ANO SEM COMPRAR ROUPAS - RENNER

Esses momentos, no entanto, não se comparam aos meus de: preciso dessa blusinha! É uma luta toda vez que entro em lojas que foram invadidas pelo sereismo ou Girl Power. Eu quero, eu quero, eu quero! E quero mesmo. Mas não compro. Eu tiro da arara, experimento, penso, repenso e dou um passo para trás. Eu lembro da promessa que fiz a mim mesma e concretizei no blog. Lembro que não preciso. Que não tem necessidade. Que é só o consumismo falando mais alto. Que uma blusa escrito not your babe ou com conchas metalizadas não vai mudar nada na minha vida. Eu não vou me sentir melhor comprando. Eu coloco a blusa de volta e vida que segue.

 

Então, você não comprou nada nesses sete meses, Luana? Comprei. É, pois é. Calma, deixa eu explicar. Primeiro, comprei um cropped branco na Forever 21 para uma fantasia (essa aqui!). Valeu a pena, vai? Por mais que a festa tenha sido péssima, a fantasia ficou linda, nunca brilhei tanto. Como uma roupa entrou, outra saiu. Foi o que combinei. Por isso, dei tchau a uma blusinha de girafinhas que, na verdade, já estava ficando curta.

 

Depois, no fim de 2016, eu comprei um sutiã que me arrependi. Fui trocar e lá estava o Girl Power em todas as blusinhas da Renner. Ao invés de escolher outro sutiã, eu peguei duas blusinhas com dizeres feministas. Eu não tinha nada parecido no armário e, feminista que sou, também tinha que mostrar ao mundo o que penso com as minhas roupas! Ok, não. Mas eu usei essa desculpa. E comprei. Paguei dez reais de diferença e tirei dois vestidos que eu quase nunca usava para que as blusinhas ocupassem seu espaço. Justo, certo?

 

Faltam cinco meses para esse desafio acabar, mas isso é algo que eu quero levar para a vida. Essa ideia de que não preciso de muito, que comprar não traz felicidade, de consumo consciente, de aprender a tirar o melhor do que se tem, de autocontrole e desapego. Não é só por limpar o guarda roupa e doar para quem precisa. É para se tornar a melhor versão de mim mesma a cada dia que passa. Com o suficiente. Que tal você tentar também?

 

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💚 Vem ler mais na tag comportamento ou passear na categoria Experiências 💚

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Há sete meses, eu limpei o meu armário, tirei 80 peças e mantive 140 nas gavetas e cabides. Há sete meses, eu fiz este post contando sobre esse processo, autocontrole e escolhas que nos deixam mais leves. A partir daquele momento, prometi que ficaria um ano sem comprar roupas até o dia 12 de julho de 2017. Exatamente, um ano depois. Porque a ideia era ter um guarda roupa com mais equilíbrio e menos apego. Cá estou eu, para contar se essa ideia deu certo. Ou não.

UM ANO SEM COMPRAR ROUPAS

Fato é que meu guarda roupa já precisa de outra limpeza. Seja para organizar ou passar mais peças para frente. Eu levei as que separei para doação, mas, ainda assim, parece que tem coisa criando teias de aranha, esquecidas debaixo das roupas que considero prioridade. Talvez eu devesse me forçar a usar todas as roupas que tenho, me obrigando a ser criativa e pensar em novas combinações, além das que estou acostumada. Talvez eu devesse sair da zona de conforto, sem sair da zona do meu guarda-roupa.

 

Apesar de ter as minhas queridinhas e deixar algumas peças de escanteio, eu estou me virando muito bem com as 140, muito obrigada. 120, sem shorts e blusas de ficar em casa. Afinal, ninguém precisa de tudo isso para viver ou, caso esteja pensando, se vestir bem. Isso eu entendi. É possível viver com pouco. Ou menos do que se tinha.  

 

No dia a dia, eu tenho os meus momentos de: socorro, não tenho nada para vestir. Todas temos. Ainda mais quando sou “obrigada” a usar calça no curso técnico, sendo que se dependesse de mim eu usaria vestidos e saias pelo resto da vida. Eu tenho o que vestir. É só que naquele dia as peças não combinam com meu humor, a ocasião, o meu cabelo, minha maquiagem… Ou, quer dizer, é isso que meu cérebro acostumado com o consumismo pensa. Porque elas combinam. Se não combinasse, eu não teria comprado de início de conversa.

UM ANO SEM COMPRAR ROUPAS - RENNER

Esses momentos, no entanto, não se comparam aos meus de: preciso dessa blusinha! É uma luta toda vez que entro em lojas que foram invadidas pelo sereismo ou Girl Power. Eu quero, eu quero, eu quero! E quero mesmo. Mas não compro. Eu tiro da arara, experimento, penso, repenso e dou um passo para trás. Eu lembro da promessa que fiz a mim mesma e concretizei no blog. Lembro que não preciso. Que não tem necessidade. Que é só o consumismo falando mais alto. Que uma blusa escrito not your babe ou com conchas metalizadas não vai mudar nada na minha vida. Eu não vou me sentir melhor comprando. Eu coloco a blusa de volta e vida que segue.

 

Então, você não comprou nada nesses sete meses, Luana? Comprei. É, pois é. Calma, deixa eu explicar. Primeiro, comprei um cropped branco na Forever 21 para uma fantasia (essa aqui!). Valeu a pena, vai? Por mais que a festa tenha sido péssima, a fantasia ficou linda, nunca brilhei tanto. Como uma roupa entrou, outra saiu. Foi o que combinei. Por isso, dei tchau a uma blusinha de girafinhas que, na verdade, já estava ficando curta.

 

Depois, no fim de 2016, eu comprei um sutiã que me arrependi. Fui trocar e lá estava o Girl Power em todas as blusinhas da Renner. Ao invés de escolher outro sutiã, eu peguei duas blusinhas com dizeres feministas. Eu não tinha nada parecido no armário e, feminista que sou, também tinha que mostrar ao mundo o que penso com as minhas roupas! Ok, não. Mas eu usei essa desculpa. E comprei. Paguei dez reais de diferença e tirei dois vestidos que eu quase nunca usava para que as blusinhas ocupassem seu espaço. Justo, certo?

 

Faltam cinco meses para esse desafio acabar, mas isso é algo que eu quero levar para a vida. Essa ideia de que não preciso de muito, que comprar não traz felicidade, de consumo consciente, de aprender a tirar o melhor do que se tem, de autocontrole e desapego. Não é só por limpar o guarda roupa e doar para quem precisa. É para se tornar a melhor versão de mim mesma a cada dia que passa. Com o suficiente. Que tal você tentar também?

 

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8 Comentários em “Um ano sem comprar roupas?”


Clara

Eu lembro de achar tão massa essa sua proposta. Eu precisava fazer algo assim no meu guarda-roupas, que é visivelmente lotado de coisas que não condizem comigo mais. Isso de trocar roupas compradas tirando coisas do armário é uma ótima ideia, eu seguia isso pros meus Antix!

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liz

Lu, eu amo esse projeto, essa iniciativa! Conheci no blog da Daniela Kopsch e achei o máximo, mas na época eu nem considerava… hoje, vegana, sempre digo que o veganismo me trouxe mil outras portas, sabe? quero muito começar a produzir menos lixo no dia a dia e quero muuito comçear o projeto um ano sem roupa nova!

Luana

Isso do lixo tá super na minha cabeça! A gente bem que podia montar um projeto juntas sobre isso né? haha Adoraria diminuir a quantidade de lixo que produzo pra valer!

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