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14 Fevereiro, 2018

Há um tempo, fiz um post com 10 verdades que ninguém te conta sobre o feminismo. Decidi, então, estender a ideia para o veganismo. Um assunto que, igualmente, é repleto de mitos. Algumas verdades, é claro, doem. Mas antes ter tudo esclarecido e com os devidos pingos nos is que ficar pregando o senso comum por puro comodismo e ignorância.

 

10 verdades sobre o veganismo 🌱

VERDADES SOBRE O VEGANISMO 2

1 ➳ O veganismo não é caro, ele é elitista. Comentei um pouco sobre isso em um post com o vídeo de compras veganas, mas se você quiser entender mais sobre o assunto recomendo fortemente o texto como é ser vegana e favelada.

 

Basicamente, precisamos entender que o veganismo está associado a privilégios sociais e o principal deles é o acesso à informação de qualidade. Agrião, beterraba, pepino e cenoura não são alimentos caros. Mas olhe ao seu redor: famosos vegetarianos, pratos à base de plantas com preços exorbitantes, instagrans de veganos hipsters, hambúrgueres industrializados vegetarianos pelo dobro do preço… Qual é a imagem que se tem do veganismo? É frescura, coisa de gente rica. O veganismo é vendido para elite, mesmo que não seja algo caro em si. 

 

2 ➳ E desse conceito pulamos para a verdade nº 2, nem toda vegana é saudável, magra, esbelta e malhada. É comum pensar que muitos veganos mudam seus hábitos pensando, principalmente, na saúde. E isso inclui acrescentar ao seu armário nutricional yeast, spirulina, maca peruana e outros suplementos verdes e, aparentemente, mágicos. Ah, e acordar às 5h da manhã para correr e fazer yoga. Pena que não é assim que funciona.

 

Tem muito vegano que só come carboidrato (haja batata!), fritura e industrializados. Não bebe nenhum copinho de água por dia e passa longe de salada crua. E nem venha me dizer que um pedaço de bife resolveria o problema, viu? Porque tem muito carnista por aí que acha que está abalando com um prato de arroz, feijão e carne, mas, na real, você está fazendo as escolhas erradas da mesma maneira.

 

Nem toda vegana vai à academia, faz poses de yoga na praia ou bebe suco verde todos os dias. Nem toda vegana é Yasmin Brunet.

 

3 ➳ Assim como nem todo vegana é saudável, se você é vegana apenas por saúde, deixa eu te contar um segredo: você não é vegana. Você só não come alimentos de origem animal, ou seja, é vegetariana estrita. Ponto.

 

O termo veganismo, em primeiro lugar, parte da preocupação com os animais. Depois, vem o meio ambiente, a saúde, o slow fashion, o pequeno empreendedor, o que você quiser. O abate de animais e seu sofrimento foram o ponto de partida para a criação da The Vegan Society, não a preocupação com o câncer. O veganismo está intrinsecamente ligado à causa animal.

VERDADES SOBRE O VEGANISMO

4 ➳ Não é porque você aderiu a essa filosofia de vida que você, automaticamente, passa a odiar queijo, picanha e doce de leite. O gosto das coisas não muda. O que muda é a sua visão sobre aquele alimento.

 

Poucos veganos não gostam de alimentos de origem animal. O veganismo é uma escolha. Você abre mão de convenções sociais por um bem maior. Infelizmente, isso não significa que o pudim ou o hod dog deixarão de ser gostosos, mas, sim, que um minuto de prazer na boca não valerá a pena diante de tanta morte e sofrimento. O fim, nesse caso, jamais justificará os meios.

 

Mas eu te garanto uma coisa: com o passar do tempo, você acaba esquecendo o gosto das coisas e se abre diante de tantos novos sabores.

 

5 ➳ Novos sabores estes que nunca serão iguais aos alimentos de origem animal. Leite de coco não é leite de vaca. Hambúrguer de feijão não é hambúrguer de boi. Queijo de castanha de caju não é provolone.

 

Você pode chegar perto na textura, no aroma e até mesmo no sabor, mas nunca será igual. Um pedaço de soja não sangra. O leite de amêndoa não é para o bezerro. Um grãomelete não saiu de dentro de uma galinha. São alimentos de origens distintas e com processos de produção diferentes.

 

É preciso aceitar essa ideia e abrir a mente e o coração, estando disposta a provar novos sabores. Mudar o seu paladar também faz parte dessa transição.

 

6 ➳ Às vezes, você vai passar fome. Quer dizer, se você não se planejar, você vai passar fome. Quantas vezes eu fui a lugares com amigos que, simplesmente, não tinham nada vegano ou sequer adaptável. Ou, então, festas de aniversário, churrascos, enfim, eventos sociais que não estão preparados para nos receber.

 

Se você for esperto, vai levar uma maçã, uma banana, umas castanhas ou cookies na bolsa. Se não se planejar, bom, há algumas opções: ficar com fominha até chegar em casa, tentar improvisar ou cruzar os dedinhos para existir um delivery de batata frita ou com opções veganas por perto.  

 

7 ➳ A alimentação é, acreditem ou não, a parte mais fácil. Afinal, existem muitas opções para substituir o leite, o ovo ou a carne.

 

A crueldade animal, porém, está em diversos detalhes. Nos acessórios, na decoração (vocês já viram um tapete de pelo de animal? É terrível!), na sua pasta de dente, na escova, no detergente, na lente de contato, no rímel, no corretivo, no esmalte, na tinta de cabelo e por aí vai. A lista de itens do nosso dia a dia com alguma porcentagem de crueldade animal é imensa.

 

Mas com passos pequenos, uma substituição por vez, jogo de cintura e força de vontade, nós conseguimos, praticamente, erradicar o sofrimento animal das nossas escolhas.

VERDADES SOBRE O VEGANISMO 3

8 ➳ Fiscal da militância alheia existe em qualquer lugar. No feminismo ou no veganismo. Sempre vai existir alguém querendo tirar sua carteirinha de vegana. Seja porque você comprou um shampoo de uma marca sem saber dos antecedentes ou comeu sem querer algo que tinha aroma com derivados de leite.

 

Faça pelos animais. Você conhece o seu ritmo e as suas limitações. Ignore o ego alheio e siga mudando seus hábitos. Costumo dizer que a decisão de querer fazer algo pelos animais é linda por si só e é um sinal de que você saiu da zona de conforto, do comodismo e abriu os olhos. Isso, de início, basta. O resto você ajusta aos poucos.

 

9 ➳ Crianças, idosos e gestantes podem, sim, ser veganos. O que falta é informação e profissionais especializados, com conhecimento o suficiente para atender esses grupos. Raros são os casos em que a carne é, realmente, necessária para salvar a vida de alguém.

 

Não olhe com preocupação ou descaso as mães que optaram por ter gestações veganas ou criam suas crianças a partir dessa filosofia de vida. Não sei para vocês, mas me parece muito mais saudável ver uma criança comendo frutas, vegetais, legumes e cereais ao invés de nuggets, bolachas recheadas e miojo.

 

Apenas parem de julgar quem não tem o mesmo estilo de vida que o seu, ok?

 

10 ➳ Uma das partes mais difíceis do veganismo é ver pessoas que você ama e admira continuarem com uma venda nos olhos – ou gostarem de vesti-la. Cortar o leite é fácil comparado a falar para sua prima, tia ou até mesmo seus pais sobre o veganismo e escutar é besteira, você vai ficar doente, animais foram feitos para isso, eu jamais vou parar de comer carne, você é extremista, sua escolha nunca vai mudar nada no mundo.

 

É triste porque, ao se tornar vegano, você sente uma compaixão tão grande que esse parece o único caminho possível. Você quer que outras pessoas se sintam como você se sente. Mas quando amar o gosto de um bicho morto é uma atitude tão normalizada na sociedade, você, facilmente, será ignorada.

 

As pessoas tem medo de mudar e, por isso, participar dessa violência desnecessária é mais fácil. Assim, uma das partes mais complicadas do veganismo é permanecer esperançosa diante de tanta indiferença.

 

Mas viver essa conexão com os animais e, finalmente, entender a verdade é libertador. Sempre haverá resistência. Fazer o certo, porém, é recompensador. Um dia, essas sementes vão florescer. E, no fim do dia, você precisa falar. Alguém precisa falar por aqueles que não tem voz. Que seja você, então, a expor a injustiça.

 

O que vocês acharam dessas verdades sobre o veganismo? Quais são seus pensamentos em relação a essas ideias? Conhecem outras verdades? Algum vegano aí? Vamos conversar!  

 

❤ Outros posts que você pode gostar ❤

 

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Sorvete vegano em uma nuvem de algodão doce

Como saber se um produto é vegano?

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5 perguntas para fazer compras conscientes

 

Vem passear na categoria vida verde ou na tag alimentação vegana 🐷

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Há um tempo, fiz um post com 10 verdades que ninguém te conta sobre o feminismo. Decidi, então, estender a ideia para o veganismo. Um assunto que, igualmente, é repleto de mitos. Algumas verdades, é claro, doem. Mas antes ter tudo esclarecido e com os devidos pingos nos is que ficar pregando o senso comum por puro comodismo e ignorância.

 

10 verdades sobre o veganismo 🌱

VERDADES SOBRE O VEGANISMO 2

1 ➳ O veganismo não é caro, ele é elitista. Comentei um pouco sobre isso em um post com o vídeo de compras veganas, mas se você quiser entender mais sobre o assunto recomendo fortemente o texto como é ser vegana e favelada.

 

Basicamente, precisamos entender que o veganismo está associado a privilégios sociais e o principal deles é o acesso à informação de qualidade. Agrião, beterraba, pepino e cenoura não são alimentos caros. Mas olhe ao seu redor: famosos vegetarianos, pratos à base de plantas com preços exorbitantes, instagrans de veganos hipsters, hambúrgueres industrializados vegetarianos pelo dobro do preço… Qual é a imagem que se tem do veganismo? É frescura, coisa de gente rica. O veganismo é vendido para elite, mesmo que não seja algo caro em si. 

 

2 ➳ E desse conceito pulamos para a verdade nº 2, nem toda vegana é saudável, magra, esbelta e malhada. É comum pensar que muitos veganos mudam seus hábitos pensando, principalmente, na saúde. E isso inclui acrescentar ao seu armário nutricional yeast, spirulina, maca peruana e outros suplementos verdes e, aparentemente, mágicos. Ah, e acordar às 5h da manhã para correr e fazer yoga. Pena que não é assim que funciona.

 

Tem muito vegano que só come carboidrato (haja batata!), fritura e industrializados. Não bebe nenhum copinho de água por dia e passa longe de salada crua. E nem venha me dizer que um pedaço de bife resolveria o problema, viu? Porque tem muito carnista por aí que acha que está abalando com um prato de arroz, feijão e carne, mas, na real, você está fazendo as escolhas erradas da mesma maneira.

 

Nem toda vegana vai à academia, faz poses de yoga na praia ou bebe suco verde todos os dias. Nem toda vegana é Yasmin Brunet.

 

3 ➳ Assim como nem todo vegana é saudável, se você é vegana apenas por saúde, deixa eu te contar um segredo: você não é vegana. Você só não come alimentos de origem animal, ou seja, é vegetariana estrita. Ponto.

 

O termo veganismo, em primeiro lugar, parte da preocupação com os animais. Depois, vem o meio ambiente, a saúde, o slow fashion, o pequeno empreendedor, o que você quiser. O abate de animais e seu sofrimento foram o ponto de partida para a criação da The Vegan Society, não a preocupação com o câncer. O veganismo está intrinsecamente ligado à causa animal.

VERDADES SOBRE O VEGANISMO

4 ➳ Não é porque você aderiu a essa filosofia de vida que você, automaticamente, passa a odiar queijo, picanha e doce de leite. O gosto das coisas não muda. O que muda é a sua visão sobre aquele alimento.

 

Poucos veganos não gostam de alimentos de origem animal. O veganismo é uma escolha. Você abre mão de convenções sociais por um bem maior. Infelizmente, isso não significa que o pudim ou o hod dog deixarão de ser gostosos, mas, sim, que um minuto de prazer na boca não valerá a pena diante de tanta morte e sofrimento. O fim, nesse caso, jamais justificará os meios.

 

Mas eu te garanto uma coisa: com o passar do tempo, você acaba esquecendo o gosto das coisas e se abre diante de tantos novos sabores.

 

5 ➳ Novos sabores estes que nunca serão iguais aos alimentos de origem animal. Leite de coco não é leite de vaca. Hambúrguer de feijão não é hambúrguer de boi. Queijo de castanha de caju não é provolone.

 

Você pode chegar perto na textura, no aroma e até mesmo no sabor, mas nunca será igual. Um pedaço de soja não sangra. O leite de amêndoa não é para o bezerro. Um grãomelete não saiu de dentro de uma galinha. São alimentos de origens distintas e com processos de produção diferentes.

 

É preciso aceitar essa ideia e abrir a mente e o coração, estando disposta a provar novos sabores. Mudar o seu paladar também faz parte dessa transição.

 

6 ➳ Às vezes, você vai passar fome. Quer dizer, se você não se planejar, você vai passar fome. Quantas vezes eu fui a lugares com amigos que, simplesmente, não tinham nada vegano ou sequer adaptável. Ou, então, festas de aniversário, churrascos, enfim, eventos sociais que não estão preparados para nos receber.

 

Se você for esperto, vai levar uma maçã, uma banana, umas castanhas ou cookies na bolsa. Se não se planejar, bom, há algumas opções: ficar com fominha até chegar em casa, tentar improvisar ou cruzar os dedinhos para existir um delivery de batata frita ou com opções veganas por perto.  

 

7 ➳ A alimentação é, acreditem ou não, a parte mais fácil. Afinal, existem muitas opções para substituir o leite, o ovo ou a carne.

 

A crueldade animal, porém, está em diversos detalhes. Nos acessórios, na decoração (vocês já viram um tapete de pelo de animal? É terrível!), na sua pasta de dente, na escova, no detergente, na lente de contato, no rímel, no corretivo, no esmalte, na tinta de cabelo e por aí vai. A lista de itens do nosso dia a dia com alguma porcentagem de crueldade animal é imensa.

 

Mas com passos pequenos, uma substituição por vez, jogo de cintura e força de vontade, nós conseguimos, praticamente, erradicar o sofrimento animal das nossas escolhas.

VERDADES SOBRE O VEGANISMO 3

8 ➳ Fiscal da militância alheia existe em qualquer lugar. No feminismo ou no veganismo. Sempre vai existir alguém querendo tirar sua carteirinha de vegana. Seja porque você comprou um shampoo de uma marca sem saber dos antecedentes ou comeu sem querer algo que tinha aroma com derivados de leite.

 

Faça pelos animais. Você conhece o seu ritmo e as suas limitações. Ignore o ego alheio e siga mudando seus hábitos. Costumo dizer que a decisão de querer fazer algo pelos animais é linda por si só e é um sinal de que você saiu da zona de conforto, do comodismo e abriu os olhos. Isso, de início, basta. O resto você ajusta aos poucos.

 

9 ➳ Crianças, idosos e gestantes podem, sim, ser veganos. O que falta é informação e profissionais especializados, com conhecimento o suficiente para atender esses grupos. Raros são os casos em que a carne é, realmente, necessária para salvar a vida de alguém.

 

Não olhe com preocupação ou descaso as mães que optaram por ter gestações veganas ou criam suas crianças a partir dessa filosofia de vida. Não sei para vocês, mas me parece muito mais saudável ver uma criança comendo frutas, vegetais, legumes e cereais ao invés de nuggets, bolachas recheadas e miojo.

 

Apenas parem de julgar quem não tem o mesmo estilo de vida que o seu, ok?

 

10 ➳ Uma das partes mais difíceis do veganismo é ver pessoas que você ama e admira continuarem com uma venda nos olhos – ou gostarem de vesti-la. Cortar o leite é fácil comparado a falar para sua prima, tia ou até mesmo seus pais sobre o veganismo e escutar é besteira, você vai ficar doente, animais foram feitos para isso, eu jamais vou parar de comer carne, você é extremista, sua escolha nunca vai mudar nada no mundo.

 

É triste porque, ao se tornar vegano, você sente uma compaixão tão grande que esse parece o único caminho possível. Você quer que outras pessoas se sintam como você se sente. Mas quando amar o gosto de um bicho morto é uma atitude tão normalizada na sociedade, você, facilmente, será ignorada.

 

As pessoas tem medo de mudar e, por isso, participar dessa violência desnecessária é mais fácil. Assim, uma das partes mais complicadas do veganismo é permanecer esperançosa diante de tanta indiferença.

 

Mas viver essa conexão com os animais e, finalmente, entender a verdade é libertador. Sempre haverá resistência. Fazer o certo, porém, é recompensador. Um dia, essas sementes vão florescer. E, no fim do dia, você precisa falar. Alguém precisa falar por aqueles que não tem voz. Que seja você, então, a expor a injustiça.

 

O que vocês acharam dessas verdades sobre o veganismo? Quais são seus pensamentos em relação a essas ideias? Conhecem outras verdades? Algum vegano aí? Vamos conversar!  

 

❤ Outros posts que você pode gostar ❤

 

Doar sangue pela primeira vez, como funciona?

➳ O que eu como em um dia?

#BelezaVegana: marcas de maquiagem veganas (100%)

Como substituir o ovo?

Sorvete vegano em uma nuvem de algodão doce

Como saber se um produto é vegano?

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8 Comentários em “Verdades sobre o veganismo que ninguém te conta!”


Alaina

Thanks Author, certainly one I would love to do every year x

Fernanda

Isso era o que eu precisava ler hoje, obrigada! <3

Luana

♥♥

Julia

Adorei esse seu post, muito bom mesmo. Concordo muito, o 8 infelizmente é uma realidade o que faz com que muitos acham veganos “CHATOS”.
http://www.verdeveggie.blogspot.com.br

Vitoria

Seu post foi esclarecedor, tinha algumas duvidas sobre o assunto. Apensar, de comer de tudo. Admiro quem consegue optar por uma escolha mais saudavel.

Beijos.

Nivia

Por que os textos não são datados? Pode não parecer importante mas para quem entra no blog pela primeira vez (meu caso) fica sem saber se é recente. Vegetarianismo estrito não é só por preocupação com saúde não. Esta palavra vegana é no meu entender uma influência. estrangeira pois, lá pra trás na década de 80 quando parei de comer carne, peixes, etc tive a sensibilidade voltada para o sofrimento dos animais e na minha havia a indiferença. Os termos diferenciavam apenas em ovo-lacto-vegetariano ou vegetariano estrito.

Luana

Os textos são datados na versão desktop 🙂 No mobile tiramos várias coisas pra carregar mais rápido… Aí olhe pelos comentários que você tem uma base.
Sim, você pode ser vegetariano estrito pelos animais. O texto não fala isso. O texto fala que: você pode ser vegetariano estrito pela saúde, animais, meio ambiente, X motivos, mas o veganismo parte primeiramente da causa animal, entendeu? 🙂
Bjsss

Nivia

Obrigada pela explicação, talvez seja o fato do veganismo caracterizar de maneira mais enfática a causa animal mas conheci ai longo dos anos (tenho 51 e vegetariana desde os 14) pessoas como eu que se tornaram vegetarianas como um protesto pessoal contra a matança de animais e tão somente isto. Ainda bem que esta mentalidade esta crescendo ou pelo menos a reflexão sobre o tema. Parabéns pela sua iniciativa e preocupação mas não deixe seu blog ficar cheio de anúncios que são chatos de ver. Já que você e jornalista poderia procurar saber e nos dizer comi são apuradas as informações sobre o crescimento do vegetarianismo no país
.É do IBGE? Se for, por que passaram a considerar relevante?


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